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3 de dez de 2010

CRÍTICA: SKYLINE: A INVASÃO

Filme é uma das piores produções do gênero nos últimos tempos

Por André Moreira

Profusão de clichês e amontoado de situações esdrúxulas, Skyline – A Invasão, filme de ficção científica que chega aos cinemas este fim de semana, nada acrescenta ao gênero e mostra que mesmo um filme desse tipo precisa de um bom roteiro para prender a atenção do público. O que não é o caso dessa produção medíocre que enche a tela de efeitos por vezes duvidosos e esquece de contar uma boa história.

Tudo começa quando o governo dos EUA envia uma mensagem para o espaço, visando encontrar vida alienígena. Algum tempo depois, estranhas luzes descem à cidade de Los Angeles, trazendo pânico a população, que tenta entender o que está acontecendo. Aos poucos, uma força extraterrestre ameaça engolir toda a população da Terra. 

Ancorado por um elenco de ilustres desconhecidos e péssimas atuações, o filme patina na mesmice e não consegue explicar a quem está de olho na tela os motivos que movem os famigerados alienígenas que aportam na terra – mais especificamente Los Angeles – e começam a sugar literalmente os habitantes da cidade numa espécie de “rotorooter gigante”, além de fazer os habituais ataques. Do início ao fim o que se vê é digno dos filmes abaixo da classe B. Skyline, que faz questão de alardear em seus créditos ser produzido pelos mesmos produtores de Independence Day, só consegue ao longo de sua projeção causar o bocejo do incauto espectador. Produção lamentável e medíocre. O gênero já viveu dias melhores.

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