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30 de dez de 2008

RETROSPECTIVA VERTIGO POP: MELHORES E PIORES DA TELEVISÃO BRASILEIRA EM 2008

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O ano de 2008 será marcado pelas poucas novidades na televisão brasileira. Mas algumas produções conseguiram se destacar, seja por pontos positivos como negativos

Por André Moreira



Os Melhores de 2008:


A Favorita:

Divulgação/TV Globo

Mesmo que só tenha conquistado o público agora na reta final e que não tenha sido uma grande novela, a trama de João Emanuel Carneiro vai ser lembrada pela ousadia. Pela primeira vez na televisão brasileira um autor desafiou o público a descobrir e desvendar o principal enigma da novela logo nos seus primeiros capítulos. Quem de fato estava dizendo a verdade? Flora ou Donatela? Outro ponto positivo de João Emanuel foi conseguir manter a trama sem criar as famosas barrigas, prendendo o telespectador com ganchos a cada fim de capítulo. Destaque para Ary Fontoura, Lilia Cabral, Mariana Ximenes, Mauro mendonça e, é claro, Patricia Pillar que construiu uma vilã de arrepiar.




CQC:

Marcelo Tas e Cia conseguiram o impossível. Conseguir destaque com um programa em uma emissora que há anos tenta sem sucesso se destacar no Ibope. Longe léguas de distância da programação insossa da Band e passando por cima de comparações com seus co-irmãos da Rede TV, O Pânico, O CQC - Custe o Que Custar mostrou a que veio e se transformou em programa obrigatório nas noites de segunda.


A Grande Família:
A trupe de Lineu não perdeu o fôlego em 2008 e brindou o público com sua comédia de situação em textos e atuações como sempre inspirados.

Toma Lá Dá Cá:

Apesar de um começo titubeante em 2007, Toma Lá Dá Cá entrou no eixo e no coração dos brasileiros em 2008. Miguel Falabella provou que sabe fazer e escrever humor farsesco - seu talento inegável - e garantiu mais uma temporada para 2009. O ponto negativo fica pela já anunciada saída de Seu Ladir, magistralmente interpretado por Ítalo Rossi. Sem ele o Jamabalaya Ocean Drive não vai ser "Mara".

Profissão Repórter:


Caco Barcelos chegou aos poucos com seu Profissão Repórter através do Fantástico e ganhou espaço merecido na grade semanal da Rede Globo. Com matérias coesas e sem esbarrar no piegas Caco e sua equipe deram uma verdadeira aula de como fazer telejornalismo. Destaque para as matérias sobre a tragédia de Santa Catarina.

Reprise de Pantanal:

Mesmo tendo sido produzida no início dos anos 90, a novela de Bendito Ruy Barbosa se destacou neste ano, principalmente pela polêmica reprise pelo SBT, famoso pelas constantes mudanças em sua grade. Pantanal mostrou sua força e incomodou as concorrentes.

Queridos Amigos:


A minisérie de Maria Adelaide Amaral falou de forma simples sobre o valor da amizade. O elenco liderado por Fernanda Montenegro, Dan Stulbach e Deborah Bloch deram o tom da trama em interpretações maravilhosas. Queridos Amigos provou que não é preciso uma megaprodução para falar de relacionamentos e contar uma boa história.

Os Piores de 2008:

Os Mutantes:



Não dá para se levar a sério a novela de Tiago Santiago. Trama, texto e atuações desastrosa e pífias conferiram aos Mutantes o posto de uma das piores novelas já exibidas na tv brasileira.

Revelação:



Quem disse que Íris Abravanel seria capaz de escrever uma grande novela, se decepcionou. Sua Revelação é um amealhado de clichês sem tamanho. E a edição e produção do SBT não ajuda. Seria melhor ter continuado na geladeira de onde nunca deveria ter saído.

SuperPop:

Pelo conjunto da obra.

29 de dez de 2008

CINE VERTIGO - RETROSPECTIVA 2008

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Sucessos, fracassos e surpresas marcaram as telas dos cinemas em 2008. Relembre os principais filmes que disputaram na billheteria a atenção do público e crítica


Por Octavio Caruso

Os destaques:

Batman – O Cavaleiro das Trevas ( The Dark Knight)

O diretor Christopher Nolan operou um milagre, transformou um ícone de uma forma de literatura ainda considerada menor em um sucesso de público e crítica. Alicerçado em uma interpretação visceral do saudoso Heath Ledger e um roteiro quase impecável, o filme irá voltar às telas de cinema, onde pretende conquistar uma indicação ao Oscar. Alguém duvida das chances do vigilante mascarado?




Ensaio sobre a Cegueira ( Blindness)

Quando Fernando Meirelles aceitou a difícil tarefa de adaptar o livro de José Saramago para a linguagem cinematográfica, muitos acreditaram ser impossível. O brasileiro não apenas demonstrou um refinamento artístico consciente, como também soube escalar o elenco certo para o trabalho.
Julianne Moore entrega a interpretação de sua vida, com muito vigor e maturidade. Provavelmente receberá uma indicação ao prêmio de melhor atriz.
Meirelles prova a cada projeto ser o melhor diretor que o Brasil já criou, por saber mostrar sua (nossa) brasilidade, sem precisar “ esfregar” o fato na cara dos americanos. A melhor maneira de representar o Brasil lá fora é fazendo ótimos trabalhos e nisso, Fernando Meirelles está se excedendo!

Rambo 4 (Rambo)

Sylvester Stallone é um caso único no mundo do cinema, sua fama não soa bem nos ouvidos dos intelectuais, porém o “povão” o idolatra desde seus primeiros filmes.
É um erro afirmar que Stallone é um péssimo ator, pois sua interpretação para o benevolente Rocky Balboa é muito diferente da que ele demonstra como o impiedoso John Rambo. Não podemos compará-lo a um Marlon Brando ou um Al Pacino, mas temos que nos lembrar que outros grandes nomes de Hollywood já fizeram carreira interpretando sempre as mesmas “personas”.
O inesquecível James Stewart ( de “ Um corpo que Cai”) era sempre James Stewart, fosse interpretando um vaqueiro, um advogado ou um professor.
Stallone conseguiu se redimir nos últimos anos, idealizando os desfechos para as sagas que o consagraram. Após um final digno para Rocky Balboa, Sly decidiu ir contra todas as expectativas e limites físicos e encarou seu personagem mais virulento: Rambo.
Mesmo já tendo passado dos cinqüenta anos, Stallone consegue dirigir um filme extremamente violento e real, quase um documentário sobre a crise na Birmânia.
Rambo 4 é um filme de ação, porém seu comprometimento com a verdade e a paixão de seu criador o fazem diferente dos demais “caça-níqueis” barulhentos.

Cloverfield (Cloverfield)

“Monstro gigante sai do fundo do oceano e aterroriza Nova York!”
Uma visão original sobre um tema já bem batido tornam Cloverfield um bom divertimento. Com a produção de J.J. Abrams e uma campanha de marketing que soube muito bem se aproveitar da mídia Internet para incentivar o interesse de espectadores no mundo todo.
Desde “Godzilla” até o recente “O Hospedeiro” que os monstros gigantes assolam as produções orientais, porém o ocidente nunca teve um monstro memorável.
Com seu estilo documental baseado em “A Bruxa de Blair”, o filme consegue nos fazer acreditar que um evento como esse poderia acontecer algum dia. Os efeitos da câmera em primeira pessoa são bem utilizados e criam uma atmosfera genuína de pavor e suspense.

Homem de Ferro (Iron Man)

O maior motivo para o sucesso de Homem de Ferro é Robert Downey Jr. e ponto. O astro carrega nas costas com facilidade a história de origem do herói da Marvel Comics.
O trunfo do diretor Jon Favreau foi ter carregado nos toques de humor e leveza, porém sem esquecer a linha narrativa.
Downey Jr. encontra seu “lugar ao sol” após anos amargurando filmes menores e problemas pessoais. É aparente sua dedicação e vontade de conquistar o público jovem.
Um filme alegre, agitado e fiel aos cânones dos quadrinhos. Resultado: Um sucesso estrondoso de público.




Mamma Mia! (Mamma Mia!)

Impossível não gostar deste musical composto por canções do grupo Abba.
Com um elenco encabeçado por uma admirável Meryl Streep, mostrando a razão de sua fama, conseguindo além de atuar com perfeição, cantar bem.
A crítica em geral ainda não consegue enxergar qualidades em filmes de comédia e fantasia, por acreditarem ser “artes menores”.
Ao se assistir este filme, você se anima e esquece dos problemas da vida real. Qual é o objetivo de uma comédia-musical? Exatamente isto!
Um bom filme de terror que não te faça gelar a espinha, não é um bom filme de terror, assim como um romance que não te faça simpatizar com seus protagonistas não pode ser considerado um bom romance.
E com Mamma Mia! A diretora Phyllida Lloyd consegue criar uma das melhores comédias-musicais dos últimos anos.

007 – Quantum of Solace (Quantum of Solace)

Ainda que um pouco inferior a “Cassino Royale”, esta segunda incursão de Daniel Craig como o espião 007 ainda consegue empolgar.
Os produtores ousaram pegar todos os conceitos míticos do personagem e misturaram com novas referências ( assim como “Dr. No” utilizava referencialmente o filme “Intriga Internacional” de Hitchcock, o novo 007 utiliza os novos filmes sobre espionagem, como os de “Jason Bourne”) criando assim uma nova origem. Um mar de possibilidades abriram-se em uma franquia que já estava se autoparodiando, possibilitando a inclusão de novos fãs.
Daniel Craig tornou-se a cara de 007 para um mundo novo de fãs e isto já é motivo suficiente para uma menção honrosa.


As Decepções de 2008 :

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal ( Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull)


O filme de Spielberg conseguiu o impossível. Era dado como certo o sucesso deste filme esperadíssimo pelos milhares de fãs espalhados no mundo todo, porém a sensação que fica após assisti-lo é uma ressaca brava, daquelas que você gostaria de poder ter evitado.
Todo o escapismo juvenil dos três filmes anteriores foi trocado por cenas que beiram o ridículo. O senso de aventura que permeava a trilogia original ficou enterrada nos destroços de tantos efeitos computadorizados desnecessários. Indiana Jones tornou-se aquele parente do qual você sempre ouviu falar bem, porém quando você o encontra anos depois, ele está na sarjeta e você pensa: “Como isso aconteceu?”
Steven Spielberg deveria ter pedido conselhos ao Sylvester Stallone, que conseguiu dar finais dignos para duas criações dele: Rocky e Rambo. Ambos estes filmes possuem em demasia, o que em Indy ficou faltando: Paixão.

O Incrível Hulk ( The Incredible Hulk)


Na visão de Hulk criada por Ang Lee no início da década, o personagem era complexo e passível de múltiplas interpretações, um monstro angustiado, ancorado por uma direção esmerada.
Já na versão de Louis Leterrier, Hulk é um brutamontes bobo sem nenhum aprofundamento psicológico, porém o filme é cercado de ação por todos os lados. Enquanto o Hulk de Lee era uma obra de arte, o vivido por Edward Norton era um gibizinho fraco e infantil.
Infelizmente o filme serve como exemplo de como a sociedade ainda tem muito o que aprender: Os produtores do novo Hulk acharam a versão de Ang Lee muito ruim e tentaram agradar os fãs dos quadrinhos. E os fãs compareceram em massa para prestigiar esta obra fraca, uma pena.

Fim dos Tempos (The Happening)

M. Night Shyamalan tem muitos talentos, isto é inegável. Sejam eles na área de marketing e promoção dos seus projetos, seja na criação dos roteiros. Porém neste filme ele derrapou feio. Partindo de uma premissa interessante, o diretor consegue nos fazer rir involuntariamente na maior parte do tempo e quando ele prepara uma piada, não se ouve uma gargalhada. Um equívoco gigantesco na filmografia de um diretor que tem tudo pra conquistar sucessos estrondosos.
Para uma mente que já criou: “O Sexto Sentido”, “Corpo Fechado” e “Sinais”, “Fim dos tempos” é uma página vergonhosa de sua história.

Arquivo X – Eu Quero Acreditar ( The X-Files – I Want to Believe)


O filme de Chris Carter consegue perder duas horas valiosas em uma trama insossa, que não traz nenhum interesse ao público que curte cinema e não impressiona os fãs da série de TV.
David Duchovny aparenta total insatisfação em repetir o papel que o tornou famoso, enquanto Gillian Anderson ainda consegue trazer um pouco de brilho em sua já desgastada e descaracterizada agente Scully.
Além da história morna, falta ao diretor ritmo de cinema, tornando a experiência de assistir o filme um calvário doloroso e interminável.
E ao final, nos perguntamos: Era isso mesmo que o criador da série queria mostrar pro mundo? Seria melhor ter nos deixado com a lembrança nostálgica do bom seriado de TV.

A Múmia 3 – A Tumba do Imperador Dragão (The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor)

Quando se é um produtor de Hollywood, a pior coisa a se fazer é se iniciar um projeto sem uma motivação real e intensa. O primeiro filme dirigido por Stephen Sommers em 1999, foi um êxito estrondoso, por conseguir trazer ação, aventura e humor a uma história já bastante contada ao longo da história do cinema.
Dois anos depois, uma continuação foi realizada com razoável sucesso, pois ainda mantinha o humor e o elenco afinado do primeiro filme. Deveriam ter parado lá!
A atriz Rachel Weisz não aceitou participar deste terceiro filme, assim como o diretor e idealizador Stephen Sommers. Em compensação os fãs são presenteados com um Jet Li abobalhado e um roteiro completamente sem coerência.
A única motivação por trás deste projeto foi conseguir dinheiro dos fãs desavisados. Lógico que a proposta naufragou e a série caiu num limbo cinematográfico de onde, provavelmente, nunca mais sairá!

Menções Honrosas:

Encarnação do Demônio




O cineasta José Mojica Marins consegue, após 40 anos, terminar sua trilogia com o personagem Zé do Caixão. Perseguido pelos críticos e boa parte do público, porém amado pelos fãs do terror e agraciado com muitos prêmios internacionais, o brasileiro consegue realizar um filme com a sua cara, bastante estilizado e poderoso.
Com uma verba muito maior que em seus primeiros filmes, Mojica traduz na tela todos os seus ideais de vida. Auxiliado por efeitos de maquiagem no nível dos de Hollywood e um elenco de apoio propositalmente exagerado na caracterização, com destaque para Milhem Cortaz e Jece Valadão.
O mestre do terror brasileiro consegue provar mais uma vez que cinema também é feito de amor e paixão, não só de técnica.

Leonera

A produção Argentina do diretor Pablo Trapero nos emociona em sua honestidade. Um filme provocativo que mostra até onde uma mãe pode ir para criar seu filho.
A atriz Martina Gusman representa para mim a melhor interpretação feminina do ano. Sua Júlia consegue transitar com facilidade entre a loucura psicótica e a mais condolente ternura.
Leonera é um filme que merece um maior reconhecimento do público.

Filmes que prometem se destacar em 2009:

O Curioso Caso de Benjamin Button (The curious Case of Benjamin Button)

O novo filme de David Fincher promete ser um grande sucesso, com prováveis chances de indicações para o grande prêmio da Academia.
Brad Pitt vêm arrancando elogios com sua interpretação de um homem de 80 anos que começa a rejuvenescer inexplicavelmente... sinto cheiro de Oscar.

Milk – A Voz da Igualdade (Milk)


O filme de Gus Van Sant sobre Harvey Milk (Sean Penn), o primeiro político assumidamente gay da história dos Estados Unidos, está fazendo bastante sucesso com a crítica e público americanos e prometem repetir o feito em terras brasileiras.


Gostaria de agradecer ao André Moreira pela oportunidade e aos leitores que prestigiaram meu trabalho no blog neste ano, esperando sinceramente que continuem conosco em 2009.

Um próspero ano novo para todos nós....

26 de dez de 2008

HUMAITÁ PRA PEIXE AMPLIA SEUS DOMÍNIOS

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A Banda 3namassa: novidade do Humaitá Pra Peixe

Por André Moreira

Com folêgo de adolescente o Projeto Humaitá Pra Peixe, que completa 15 anos em 2009, retorna com força total ao Espaço Sergio Porto a partir do dia 09 de dezembro mostrando o que há de novo no cenário musical independente. Criado nos anos 90 pelo produtor cultural Bruno Levinson com o objetivo de descobrir novos talentos no meio musical, o Humaitá Pra Peixe volta agora com mais novidades e interatividade com seu público e se divide entre três espaços, o já citado Espaço Sergio Porto - primeiro a abrigar o festival e que ficou fechado durante a edição anterior por causa de um incêndio - , a Sala Baden Powell e o Oi Futuro, sendo que este último abrigará talk-shows semanais com artistas conhecidos e consagrados.

O Festival é famoso por abrir espaço para bandas e artistas de diversos estilos de todo o Brasil. Na corrida para participar do festival saíram na frente as bandas Fuzzcas, Nayah! e Madame Machado, concorrendo com outras 300 cadastradas no site do evento, que esse ano bateu seu recorde com 15 mil acessos. Vão marcar presença também no palco do Sergio Porto entre outros as bandas 3namassa, Junio Barreto, Cumadre Fulozinha de Pernambuco, os paulistas Supercordas e Aline Duran e SuperGalo de Brasilia. O Rio de Janeiro será representado por Luiza Mandou um Beijo, Catch Side, Paraphernalia, Doces Cariocas, Mane Sagas, João Ferraz e Momo e Luis Carlinhos que ocupam o palco da sala Baden Powell. A interatividade também fará parte do Humaitá Pra Peixe. Bruno lançará nesta edição o Palco Virtual, onde os internautas poderão enviar seus vídeos e mostrar o trabalho de sua banda, que entrarão no ar via web sempre as quartas-feiras. Com três palcos reais e um virtual com certeza vai sobrar espaço pra muito peixe.

Cumadre Fulozinha veio de Pernambuco para participar do Festival

Serviço:

Festival Humaitá Pra Peixe
De 09 a 31 de janeiro de 2009.
Locais:
Espaço Sérgio Porto - Rua Humaitá, 163 - Humaitá
Sala Baden Powell - Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360 - Copacabana
Oi Futuro - R. Dois de Dezembro, 63 - Flamengo
Agenda completa do Festival no site:

23 de dez de 2008

FALSO TRAILER CRIADO POR FÃ TRANSFORMA BRAD PITT E HUGH JACKMAN EM THUNDERCATS

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Por André Moreira

Enquanto o verdadeiro filme dos Thundercats não sai do forno - o que só deve acontecer de fato somente depois de 2010 - os fãs dos gatos de Thundera se mobilizam por conta própria. Um deles criou seu próprio trailer fazendo uma colagem de diversos outros filmes de sucesso como X-men, Tróia, Planeta dos Macacos de Tim Burton, Pequenos Espiões, entre outros. Com efeitos de computação gráfica ele conseguiu transformar Brad Pitt em Lion, Hugh Jackman em Tigra e Vin Diesel em Pathro. Apesar de ser um vídeo amador os efeitos de edição ficaram perfeitos. Dê só um olhada:


21 de dez de 2008

ESTRELAS NA ROTA DO BRASIL

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Madonna fez a festa dos fãs no Rio de Janeiro e São Paulo
Foto divulgação/ M.Rossi

Por André Moreira

Apesar da repentina crise financeira mundial, para os brasileiros o ano de 2008 vai ser lembrado definitivamente como o das estrelas internacionais. Passaram por aqui Mathew McConaughey, Edward Norton, Viggo Mortensen, Bill Pulman, Will Smith, REM, Kenny West, QUEEN + Paul Rogders, Cindy Lauper, Sylvester Stallone e, é claro, Madonna. Estrelas das mais variadas deram o ar da graça no nosso País e determinaram: O Brasil está na rota da grandes estrelas.

Antes relegado ao segundo plano, o Brasil agora se mostra um dos principais pólos de produção cinematográfica internacional. Por aqui servimos de cenário para as destruições do Incrível Hulk de Edward Norton e ainda abrigaremos mais uma aventura do eterno Rocky/Rambo Sylvester Stallone. O ator esteve conferindo locações para seu próximo longa que deve juntar atores acostumados a muita pancadaria. Dolph Ludgren e Jet Li estão confirmados no filme. Um dos lugares visitados foi a manjada favela Tavares Bastos. Só resta saber até quando vamos transpor o cenário das favelas e mostrar outras paisagens brasileiras nas telas de Hollywood. E o Senhor dos Anéis Viggo Mortensen marcou presença no Festival do Rio lançando seu novo filme Um Homem Bom.

O recém reativado Queen também passou pelo Brasil

Além dos artistas do Tim Festival, passaram pelos palcos brasileiros a sumida Cindy Lauper relembrando seus aúreos tempos, a ressureição do Queen, REM - que no Rio de Janeiro tocou para um público em sua maioria, infelizmente, de mauricinhos e patricinhas da Barra da Tijuca que nem de longe conhecem sua história - e a imbatível Madonna com sua Sticky and Sweet Tour abalando Rio e São Paulo. A material girl retornou ao País depois de 15 anos sem pisar em terras tupiniquins e fez cinco shows memoráveis e inesquecíveis. O ponto negativo da turnê ficou para os preços salgados que deixaram muita gente de fora. Culpa da meia-entrada? Vai saber. Mas uma coisa podemos admitir, com a passagem de Madonna, que além dos shows aproveitou para fazer um editorial de moda, e de outras tantas estrelas internacionais, ficou provado o grande potencial de nosso país para abrigar grandes eventos e de saber ser um grande anfitrião. Basta ter organização e muita boa vontade. Que venha 2009.

19 de dez de 2008

MADONNA REINA EM SÃO PAULO

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Fotos Divulgação/ M. Rossi

Por André Moreira


Depois de passar como um furacão pelo Rio de Janeiro, onde além dos dois shows que fez , participou de uma festa privê no Hotel Fasano e fez fotos no hotel Glória para um editorial de moda da revista W, Madonna levou sua trupe para São Paulo, onde encerra sua turnê Sticky and Sweet Tour. Com o Estádio do Morumbi lotado de fãs e celebridades que foram conferir a primeira das três apresentações, a diva do pop levou todos ao delíro ao fazer declarações de amor à cidade. Madonna, que encerra sua turnê no domingo, prometeu que não demora para retornar ao País. Será?

16 de dez de 2008

CAPITÃO DE MUITOS MUSICAIS

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Experiente em musicais, o ator Saulo Vasconcelos vive Capitão Von Trapp, papel antes vivido por Herson Capri, e conquista seu espaço no musical de sucesso, A Noviça Rebelde.



Vertigo Pop - Mesmo com todo sua experiência em musicais (ele viveu entre outros personagens, o Fantasma da Ópera no musical homônimo), como foi entrar no meio da temporada da Noviça Rebelde?

Saulo Vasconcelos - Está sendo muito gratificante. Eu comecei bem assustado, mas agora estou mais do que familiarizado. Tem realmente uma receptividade bem legal da Cia. toda.

VP - O público do Rio de Janeiro tem um gosto por comédias. Você acha que o carioca está recebendo os musicais de uma melhor forma atualmente?
SV - Esse espetáculo abre portas pro futuro. Quem não conhece a Noviça Rebelde? Essa geração mais antiga já acompanhou o filme, todo mundo conhece Julie Andrews, conhece a história a partir do filme. Então isso trouxe muito do público carioca para a peça. Eu acho que o público carioca vai ver o musical de uma outra forma. E vai se interessar por outros que estão por vir. Foi uma surpresa muito boa para produção a resposta que tem tido de público até hoje.

VP -Você chegou a assistir o filme para preparar seu personagem?

SV - Assisti faz muito tempo. Nem assisti novamente porque acho que a interpretação do teatro é muito diferente do cinema, então não dá pra tirar muita coisa. Mas eu fiz 1 mês de preparação intensiva com minha couch Inês Laranha em São Paul. A gente trabalhou muito em cima do personagem. Quando cheguei aqui eu já estava com todo interno preparado. Só precisava realmente organizar a parte de marcações e adequações e etc.
VP - Vocês vão para São Paulo em março. A expectativa é maior?

SV - Acho que em São Paulo vai ser um estouro esse espetáculo. O que chama mais a atenção nele é a questão familiar e o paulistano preza muito isso, preza essas relações tradicionais. Eu acho que tem tudo pra ser sucesso lá como aqui no Rio de Janeiro.

VP - O Capitão Von Trapp é um personagem difícil de fazer?

SV - Ele é complicado porque eu sou brincalhão, sou bem extrovertido e ele é o oposto de mim. Principalmentenas duas primeiras cenas onde ele é mais durão, mais disciplinado. Não combina com a minha personalidade. Mas o agradável por ator é isso, ser no palco o que ele não é na vida. Então tem esses desafios. As vezes eu quero relaxar um pouquinho e isso não é possível. Além de ser um personagem mais velho do que eu, ele é um personagem completamente seco no primeiro momento e depois que ele se transforma no segundo ato eu me identifico muito mais. Me sinto muito mas a vontade do que no começo.

UM CONVENTO DESLUMBRANTE

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A Noviça Rebelde, espetáculo de Charles Möeller e Claudio Botelho que está em cartaz no Teatro Oi Casa Grande do Rio de Janeiro é um deleite áudio-visual sem precedentes.
A seu currículo, foi adicionado recentemente o prêmio de Melhor Espetáculo Musical em versão brasileira, no evento realizado por uma revista brasileira. Uma consagração mais que merecida.
Se a crítica já se rendeu às qualidades de A Noviça Rebelde, menos não se podia esperar do público, que tem comparecido em massa para ver e rever esta clássica história, complementada pelas lindas canções de Rodgers e Hammerstein em versões inteligentemente adaptadas.
A história real de Maria, uma noviça que é enviada à mansão de um capitão viúvo e amargurado para cuidar de seus sete filhos na época da ascenção da Alemanha Nazista já é mundialmente conhecida. No papel imortalidado no cinema por Julie Andrews, A noviça Maria, uma carioca acostumada aos grandes espetáculos musicais: Kiara Sasso. Sua vida profissional abrange musicais como O Fantasma da Ópera e A Bela e a Fera, além de ter emprestado sua voz para alguns desenhos clássicos da Disney, como A Pequena Sereia. Sua presença em cena irremediavelmente nos remete a Julie Andrews, porém Kiara não se esforça em emular Andrews, sendo bastante original em vários momentos.

Interpretando o sisudo capitão Von Trapp, o talentoso ator e cantor Saulo Vasconcelos. Após a saída de Herson Capri, Saulo teve a difícil tarefa de adaptar-se rapidamente a um elenco já entrosado, porém a impressão que fica para os que assistem é que ele já nasceu para o papel.
O maior destaque fica para o inesquecível tio Max, interpretado com maestria por Fernando Eiras. O ator destila uma verve cômica insuperável durante todo o espetáculo, mostrando-se inteiramente confortável no papel do ganancioso tio que ambiciona ganhar dinheiro com o sucesso dos filhos cantores do capitão.
Outro fator que merece destaque é a iluminação. Primorosa e simples, porém ótimas idéias que resultam em pura mágica teatral. Como na seqüência onde um recorte em forma de cruz, sendo iluminado por trás revela um feiche de luz que se mostra no tecido colocado à frente do palco. Coisa de gênio, possivelmente influenciado pela vertente do expressionismo alemão, iniciado no início do século passado.
O cenário é deslumbrante, nos fazendo realmente acreditar que estamos ali, na cena. No céu azul, você vê a nuvem se mexer. Truques muito bem realizados que elevam ainda mais o nível da produção.
Concluindo, o espetáculo é imperdível e com certeza não sairá da cabeça dos que o assistirem. Suas quase três horas de duração passam rápido demais e saímos do teatro felizes, emocionados e cantarolando.
Um presente de Natal inesquecível para ser visto em família.

NOTA: 10 / 10


A NOVIÇA JULIE ANDREWS

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Com o advento do premiado espetáculo: A Noviça Rebelde, faz-se necessário relembrarmos o filme que eternizou a atriz Julie Andrews e que tornou-se um símbolo dentre os musicais dos anos 60.
Em 1965, o versátil diretor Robert Wise decidiu transpor para o cinema o famoso espetáculo da Broadway baseado na vida real da família austríaca Von Trapp.
Em uma Áustria cada vez mais oprimida pelo crescente nazismo, um capitão (vivido por Christopher Plummer) ainda se agarra aos seus ideais e nacionalismo. Após sua esposa falecer, vê-se tornar cada vez mais amargurado e solitário. Seus sete filhos são comandados friamente por toques de apito.
Tudo muda em sua vida com a chegada da jovem noviça Maria (Julie Andrews) que trazendo a música de volta a casa, enche de esperança toda a família.
A bela trilha sonora composta por Rodgers e Hammerstein contém canções que já fazem parte do inconsciente coletivo do mundo todo. Quem não se lembra de “Edelweiss”? Quem nunca assobiou a melodia de “Do-Re-Mi”?
A Noviça Rebelde (The Sound of Music) ganhou o Oscar de Melhor Filme, Direção, Montagem, Som e Trilha sonora.
Um clássico do cinema, com momentos da mais extrema emoção e outros de pura comédia. Um filme para se ver e rever sempre que seu coração se sentir oprimido.

NOTA : 10 / 10


15 de dez de 2008

NOVO TRAILER DE WOLVERINE EM ALTA QUALIDADE

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Por André Moreira


Caiu finalmente na rede um trailer novíssimo de X-Men Origins: Wolverine em alta qualidade. É o mesmo que antecede as sessões de O Dia Em Que a Terra Parou, novo filme de Kennu Reeves, ainda inédito por aqui. O trailer mostra cenas inéditas no Brasil e o desfile de vários mutantes conhecidos do universo dos pupilos do Professor Xavier. No filme será mostrada a passagem de Wolverine/Logan (Hugh Jackman) pelo projeto Arma X, além de sua origem e confronto com seu pior inimigo, Dentes-de -Sabre (Liev Schreiber). Estréia prevista para 1º de maio.


X-MEN ORIGINS: WOLVERINE

14 de dez de 2008

VEJA FOTOS DO FURACÃO MADONNA NO MARACANÃ

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Por André Moreira
Depois de praticamente se esconder dos fãs e imprensa em sua passagem pelo Rio de Janeiro, Madonna mostrou simpatia durante todo o show deste domingo, 14, e compensou os fãs com um espetáculo sob medida para os cariocas. Um furacão no palco, a loura fez jus à sua fama de Rainha do Pop. Nesta segunda ela encerra a parte carioca da Sticky and Sweet Tour. Confira as fotos do show.



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