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31 de ago de 2008

TRÊS IRMÃS MARCA RETORNO DE MARCOS PALMEIRA AS NOVELAS

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Depois de protagonizar a série Mandrake na tv a cabo, Marcos Palmeira volta as novelas como um médico atormentado em Três Irmãs

Por André Moreira

Depois de viver o protagonista Mandrake na série homônima, Marcos Palmeira retorna as novelas em Três Irmãs de Antonio Calmon depois de um tempo afastado (sua última havia sido Celebridade de 2004). No papel de Bento, um médico ex-surfista, Marcos viverá um romance com Dora (personagem de Claudia Abreu) depois de ir morar na fictícia cidade de Caramirim com os dois filhos Rafinha (Thavyne Ferrari) e Lucas (Matheus Costa) para reestruturar sua vida depois da morte de sua esposa (atriz não escalada). "Tô gostando de fazer o Bento. É um personagem que começa meio deprimido, depois ele vai virar um cara solar. Acho que tudo isso, ess universo do surf, da praia me atrai bastante na novela".Revela ele que teve aulas com o campeão de surf Rico de Souza.

Falante e articulado, Marcos Palmeira estava animado com o novo trabalho e seu retorno as novelas depois de um tempo afastado. Questionado sobre a possibilidade de investir em uma possível carreira no exterior -a exemplo de Rodrigo Santoro - o ator foi categórico. "Não penso muito, mas é lógico que se rolar um trabalho é claro que não dispensaria, seja na europa, Nos Estados Unidos, enfim, mas eu tenho tantos planos como ator, com minha fazenda que me ocupa tanto tempo, que não consigo me imaginar deslocando minha vida toda para fazer um trabalho. Mas isso a gente fala da boca pra fora, né? A gente pensa duas vezes que fica uma coisa compensadora em termos artísticos. Seria interessante universalizar". Explica ele que acha que a televisão oferece esse tipo de possibilidade. "Mas eu acho televisão já dá um pouco disso, a televisão já passa no mundo inteiro, então é interessante você ser conhecido na Irlanda, por exemplo. Claro que não é pelo cinema mas mesmo assim é por uma qualidade que ninguém tem no mundo, não existe teledramaturgia igual a do Brasil". Destaca.
"Não penso muito,

mas é lógico que se rolar um trabalho

é claro que não dispensaria"
Sobre carreira no exterior
Se existe a possibilidade, mesmo que remota, de investir na carreira internacional, ele também pensa da mesma forma quando o assunto é direção. Filho do cineasta Zelito Viana, Marcos Palmeira acha complicado pular para trás das câmeras. "Eu até tenho vontade de dirigir, tô cada vez mais querendo dirigir, acho que tenho uma boa noção de câmera, do set do estúdio. Agora eu acho que é tão difícil. Tem que ter um projeto, tem que batalhar por grana. Vejo o meu Pai pedindo sempre e nunca tendo reconhecimento. Na hora que eu tiver uma história boa na mão eu vou correr atrás e vou dirigir. Tenho vontade de trabalhar com ator, lidar só com ator, acho que entendo esse universo".
A queda de público do cinema brasileiro em 2008 também preocupa o ator, que esteve em longas como Dom com Maria Fernanda Cândido. "Acho que a gente (classe artística) não tem uma política cultural definida. A gente tem dinheiro para fazer o filme mas não tem para construir um sala de cinema, o público não tem dinheiro para pagar aquele filme, você lança um filme brasileiro e lançam 300 estrangeiros. Então é difícil essa concorrência, é muito complicada. Acho que falta uma política cultural definida. Não tem que ter dinheiro só pra fazer, tem que ter dinheiro para lançar, tem que ter dinheiro para manter a sala de exibição que são caras. Acabou os cinemas de rua e agora é só em shopping, muitas cidades não tem mais cinema, as pessoas não tem mais acesso, mas o povo gosta de cinema, o brasileiro é um povo que gosta de ir ao cinema e depois ir a praça conversar. Então isso não tem mais no interior. Mas o cara não tem mais por que ou virou supermercado ou virou igreja universal, tem uma praga violenta por aí".
"Acho que a gente (classe artística)
não tem uma política cultural definida".
Sobre a queda de público no cinema brasileiro

Mesmo desanimado com a política cultural, o ator não deixa os projetos de lado e vai se dividir nos próximos meses entre seu personagem Bento de Três Irmãs e a apresentação do programa Auê na Tv Cultura que fala sobre o universo do índios brasileiros. "Eu tô com um programa bem interessante na Tv Cultura sobre índios que quase ninguém sabe chamado Auê sobre indios do Brasil. São documentários feitos por índios. Vale a pena ver". Diz ele que com esse programa realiza um desejo antigo."Era uma idéia antiga com parceiros antigos quando fui dirigir um documentário com uma equipe e a partir disso falei: Pô, vamô fazer um programa. E aí vendemos a idéia, a Tv Cultura comprou e aí nós montamos a produção lá em São Paulo com a direção da Laine Milan. Então a mesma equipe que fez a expedição do índios tá agora nesse program em São Paulo. Vale a pena dar uma conferida todo domingo às 06 da tarde". Convida.
Dentre tantos personagens que viveu em novelas fica difícil para Marcos destacar algum, mas quando perguntado se Salsa e Merengue de Miguel Falabela foi uma escorregada em sua carreira ele nega e esclarece. "Salsa e Meregue não foi uma escorregada, de forma alguma. Só achei que o Valentim (seu personagem na trama) era uma personagem que prometia uma coisa muito interessante, que era aquela coisa do mulherengo que fugia pela janela, que tava sempre com uma mulher diferente e depois ele foi pro lado do galã romântico e encaretou. Não foi uma escorregada, foi ótimo fazer".

"Mas o Silvio Santos é um pouco assim mesmo,
ele vai, bota, daqui a pouco tira.
Ele faz o que dá vontade nele".
Sobre a reexibição de Pantanal no SBT.

Descoberto no sucesso de Pantanal, novela que hoje é reexibida pelo SBT, Marcos só tem lembranças boas."Agora revendo Pantanal dá uma nostalgia danada, era muito legal. Aquilo ali foi realmente incrível". O ator não foge da polêmica en torno da reexibição da novela que lhe deu fama (reclamasse que Silvio Santos não pagou os devidos direitos conexos aos atores que participaram da trama de Benedito Rui Barbosa). "Acho que aí não houve uma união da classe. Nós não somos uma classe, como diz o Tonico Pereira (ator). Se todo mundo se juntasse era uma coisa, mas ficou todo mundo se resolvendo e depois que tá no ar fica difícil de criar qualquer tipo de de conflito ali. Mas o Silvio Santos é um pouco assim mesmo, ele vai, bota, daqui a pouco tira. Ele faz o que dá vontade nele. Mas eu tô adorando poder ver de novo". Fala o ator que recorda momentos maravilhosos ao lado dos outros atores e produção no Pantanal Matogrossense. "A novela foi mesmo um sonho. Aquele encontro daquela galera toda, a gente acordando cedo pra tomar café naquele mesão todo mundo junto e sair pra gravar sem compromisso, sem muita cobrança. A gente passava o dia inteiro em cima ddo cavalo, tomando banho de rio de roupa. Todo mundo meio que virou o personagem. Aquela novela foi realmente um sonho". Recorda.

29 de ago de 2008

TRÊS IRMÃS É LANÇADA EM ANIMADA COLETIVA DE IMPRENSA

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Por André Moreira

Três Irmãs, próxima trama das sete da Rede Globo, foi lançada ontem em um animada coletiva de imprensa no Projac. Elenco e direção assistiram ao clipe de lançamento da novela e conversaram sobre a trama e seus personagens que terão como cenário praias paradisíacas e muito surf. O autor Antonio Calmon, que retorna depois do sucesso mediano de Começar de Novo e a um tema que domina desde os tempos do filme Menino do Rio, era um dos mais animados com toda a produção criada para sua nova novela. "Estou muito feliz com essa novela. Temos uma grande produção. Nós temos, por exemplo, uma unidade específica para o núcleo de surf, coisa que não tínhamos em outras novelas minhas que abordavam esse universo como Top Model, Vamp e Corpo Dourado."Destacou o autor que espera criar interatividade com o público através do personagem de Rodrigo Hilbert (Eros) que terá um blog dentro da trama. "Queremos criar uma sinergia para que os internautas também assistam a novela" e comenta sobre a tão falada crise de audiência. "Na verdade não há crise, o que há na verdade são outras mídias, o público tem mais opção." Define ele que deve abordar o lado espiritual como em outras novelas suas. Questionada se era uma pessoa religiosa ele foi taxativo: "Sou uma pessoa mística, mas não religioso. Anos atrás já frequentei e experimentei tudo, mas quando era drogado. A droga naquela época era diferente de hoje, era uma experimentação, uma oportunidade de descoberta." Explica.


A história de Três Irmãs se passa na Cidade fictícia de Caramirim, famosa pela belíssima Praia Azul, point de surfistas. Nesse cenário vivem a três irmãs do título vividas por Claudia Abreu (Dora), que retorna depois de Belíssima, Giovanna Antonelli (Alma) e Carolina Dieckmann (Suzana). Cada uma com suas características viverão as alegrias e tristezas na busca do amor.



Claudia Abreu que vive a irmã mais velha Dora festeja sua personagem, depois de viver muito drama em Belissíma. "A Dora é absolutamente oposta a vitória de Belíssima. A Vitória era um personagem muito denso, trágico. A Dora já é o oposto, é um personagem que gosta da vida e trás mais frescor, apesar de ficar viúva ela já está saindo disso." Compara.



Carolina Dieckmann vive a irmã mais nova, a surfista Suzana e aceitou o convite para fazer a novela meio as cegas. "Sempre tive muita vontade de trabalhar com o Dênis (diretor da trama). Quando ele me ligou eu aceitei na hora sem saber como era o personagem, que horas iria a trama, nada. Só falei para ele: Quero trabalhar contigo." e explica como são suas escolhas. "Eu sou muito assim. Na minha carreira nem sempre priorizo os personagens da vida ou a novela da vida. Eu priorizo as experiências, como trabalhar com pessoas que eu admiro, no momento que eu tô disponível, estar bem da cabeça para poder doar de mim. Ser uma colega, ser uma parte de um todo e esse todo poder contar comigo. Essa novela específicamente aconteceu assim. Ele me chamou e eu disse sim. Depois se eu não gostasse ia ser um problema." Ri ela que na trama se sentirá rejeitada por ter sido adotada por Vírginia (Ana Rosa) e Augusto (José Wilker), pais da três irmãs.


Giovanna Antonelli vive a irmâ do meio Alma, uma médica ginecologista um pouco atrapalhada. A atriz faz coro com Dieckmann quanto a trabalhar com Dênis Carvalho. "Aceitei fazer esse trabalho pela possibilidade de trabalhar com o Dênis, mais uma vez com o Calmon, fazer comédia, que era uma coisa que nunca tinha feito na tv. Acho que tudo isso dá uma repaginada em tudo que eu fiz até hoje. Um papel irrecusável, assim que li fiquei encantada e fiquei muito a fim de fazer." Quanto a rotina de gravações ela diz tirar de letra. "Já são vinte anos de carreira, tô na minha décima quinta novela, a gente se acostuma, você se organiza para isso, fora que eu moro perto."





No elenco de peso ainda estão Vera Holtz, Regina Duarte, Hugo Carvana, Marcos Palmeira, Déborah Duarte, Luis Gustavo. Três Irmãs estréia no próximo dia 15 de setembro com a missão de manter o bom ibope conquistado por sua antecessora Beleza Pura.

27 de ago de 2008

MC MARCINHO E REVELAÇÃO ENGARRAFADOS NO TUDO É POSSÍVEL

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Por André Moreira

Eliana recebe neste domingo, 31, no seu programa Tudo É Possível, o grupo Revelação e Mc Marcinho. Os pagodeiros e o funkeiro participam do quadro Engarrafados e o gêmeo Flávio e sua nova namorada enfrentam As Outras e os Ricardões no quadro Jogo de Afinidade. No ar a partir das 14h. Vale lembrar que o programa da loura tem alcançado bons índices no ibope nas tardes de domingo, rivalizando com seu ex-patrão Silvio Santos.

RODRIGO SANTORO SOLTA A VOZ E ABRE O CORAÇÃO

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Por André Moreira

Figura carimbada no cinema nacional e agora construindo pouco a pouco uma carreira internacional, Rodrigo Santoro abre o coração no Marilia Gabriela Entrevista deste domingo, 31. O ator fala de sua participação em Os Desafinados de Walter Lima Jr e de seu trabalho ao lado de Benicio Del Toro no longa "Che" de Steven Soderbergh, em que vive o papel de Raul Castro, irmão de Fidel. No bate papo descontraído ele comenta sobre as dificuldades da profissão e de como é difícil se desligar de cada personagem ao final de um trabalho.
Divido entre os trabalhos no exterior e no Brasil, Rodrigo conta para Gabi que ainda se sente em casa no bairro do Leblon e sua apreensão quanto a violência no Rio de Janeiro. Solteiro, afirma que para ele o sexo e o amor podem existir separados. No final do programa o ator solta a voz ao lado da apresentadora e canta o clássico da Bossa Nova "Desafinado".

26 de ago de 2008

DE VOLTA AOS HOLOFOTES E DE CARA LIMPA

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Filmes como Homem de Ferro e Tropic Thunder revitalizam a carreira de Robert Downey Jr.

Por André Moreira


Engraçado como a vida do ser humano é feita de altos e baixos. As vezes, acho, mais baixos do que altos. Seja em qualquer situação todo pobre mortal passa por isso. Ou até nem tão pobre assim. É dessa forma a carreira do ator Robert Downey Jr.. Fadada ao fracasso ele a retoma com força total através de filmes Blockbuster que tem dado certo nas bilheterias como Homem de Ferro e a comédia Tropic Thunder (Trovão Tropical na versão em português), que estréia nesta semana no Brasil e tem arrecadado milhões nos Estados Unidos desde a semana passada. Uma carreira curiosa, graças não só ao seu talento, como ao seu notório envolvimento com drogas.

Promessa que parecia vindoura no início dos anos 80, Downey colecionou sucessos com filmes que até hoje representam muito bem a estética daquela época, comédias para adolescentes com pouco ou nenhum cérebro. Destacam-se no seu curriculum De Volta às Aulas (Back To School - 1986), O Rei da Paquera (The Pick-up Artist - 1987), Abaixo de Zero (Less Then Zero - 1987) e O Ano que Mudou Nossas Vidas (1969 - 1988). Esses dois últimos talvez figurem como os melhores em sua carreira.
Apesar de alguns erros no curriculum, Downey sempre se mostrou um ator promissor mas precisava do pulo do gato para abandonar de vez papéis em filmes medíocres. O pulo, ou melhor, o salto com vara veio quando conseguiu o papel de Charles Chaplin. Downey passou a frente de atores de peso como Al Pacino, Robert De Niro e Dustin Hoffman e conquistou o diretor do longa Richard Attenborough. Depois de uma elogiada atuação e uma merecida indicação ao Oscar, o ator não parou mais e atuou em outros filmes de igual expressão como Short Cuts de Robert Altman e Assassinos por Natureza de Oliver Stone.
Mas os problemas com as drogas acabaram por atrapalhar sua carreira. Uma vez no topo sua carreira conheceria de fato a parte nada positiva do estrelato. Três prisões por porte e consumo de drogas levaram o ator a perder papéis, como o que vinha interpretando na extinta série Ally Macbeall e a terminar um casamento. O problema com as drogas e a justiça afetaram até mesmo as filmagens do longa U.S. Marshalls. Ainda cumprindo parte da pena enquanto filmava, o ator era acompanhado diariamente por um oficial de justiça que colhia sua urina para verificar se não estava consumindo drogas. Mesmo em uma situação complicada o ator seguiu até o fim e completou as filmagens.


Depois de idas e vindas, o passo rumo ao topo foi dado recentemente ao interpretar um dos ícones dos quadrinhos, o Homem de Ferro. O ator mostrou que, apesar de seus problemas, seu carisma continuava imbatível e sua interpretação idem. Talvez na ocasião de sua escalação para viver o herói blindado da Marvel Comics muitos tenham questionado se ele seria o ator ideal para protagonizar o longa. O que se viu na tela - e nos cofres da Marvel, produtora do filme - foi a constatação do talento do ator, que conseguiu dar veracidade a um papel que seria uma verdadeira armadilha para muitos atores.


De certa forma voltar em um filme de ação, mais leve e calcado em sua maior parte em efeitos especiais de última geração, tenha ajudado o ator a encarar o ofício como uma diversão. Novamente na crista da onda, sua carreira parece ter retomado o rumo certo, o que atesta também seu hilário papel em Tropic Thunder. Downey divide a tela com Jack Black e Ben Stiller e juntos eles dão o tom certo em todas as cenas. No longa os três vivem atores que participam da filmagem de um filme de guerra a la Rambo quando, de uma hora para outra, são jogados no cenário de uma guerra de verdade.
Depois de viver o inferno das drogas e da prisão, papéis mais leves sem dúvida vem bem a calhar. Rir e fazer rir sempre é um bom negócio.

25 de ago de 2008

DONATELA DE CARA NOVA

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Por André Moreira



Depois de muito penar na penitenciária, Donatela (Claudia Raia) vai enfim conseguir fugir. Só que de uma forma bem curiosa. Para conseguir a tão sonhada liberdade ela vai trocar de lugar com Diva (Giulia Gam) que está prestes a terminar sua pena. Em um ato de amizade Diva resolve trocar de lugar com a amiga, cedendo seu lugar. Para se passar pela amiga, Donatela corta o cabelo e usa as roupas, boina e óculos de Diva. Para Claudia Raia a mudança de visual foi positiva. “Para mim, qualquer tipo de inovação e transformação para viver um personagem é válido”, assegura e destaca a nova fase da personagem. "Acho que a Donatela é uma Joana D’arc. Esse cabelo não é mais dessa Donatela que passou por tudo que sabemos e saiu da prisão. Sem dúvida, é uma nova Donatela”, afirma ela que passou pela mudança através das mãos do conceituado cabelereiro Wanderley Nunes. No ar a partir dessa semana em A Favorita.

24 de ago de 2008

MUITA CONFUSÃO EM CASOS E ACASOS

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Por André Moreira

Depois de Duas Caras Bárbara Borges retorna a tela em Casos e Acasos desta quinta, 28. No épisódio inédito A visita, o vestibular e os ingressos ela vive a garota de programa Jaque, que depois de uma noite com Jeferson, personagem de Sérgio Marone é confundida pelos pais dele como sua namorada. Com a confusão formada a garota de programa é convidado pelo casal a ir a um restaurante para almoçarem juntos e dá de cara com Mauríco (Paulo César Grande) um de seus clientes. Participam deste episódio os atores Fulvio Stefanini e Betty Erthal.

21 de ago de 2008

A VOLTA DOS ADORÁVEIS TRAPALHÕES

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Lançamento em DVD dos 39 filmes dos Trapalhões reacende a nostalgia em volta do famoso quarteto





Por Octavio Caruso

Em 22 de Setembro uma falha grave será corrigida em nossa indústria de entretenimento. Os 39 filmes dos Trapalhões serão finalmente lançados em DVD , cinco por mês e a um preço bastante convidativo: R$ 14,90!
Visando um melhor aproveitamento desta oportunidade e pensando nesta geração “Playstation” que não teve o prazer de acompanhar o grupo na TV e no cinema , pensei em divagar um pouco sobre a história destes mitos nacionais. Espero que o texto lhes tragam boas lembranças e quem sabe novas informações. “Ô Psit....Lá vamos nós!!”

Criação do Grupo

A história deste quarteto remete ao distante ano de 1966 , quando o comediante cearense Renato Aragão juntou-se ao lutador Ted Boy Marino, o cantor Wanderley Cardoso e Ivon Cury na primeira formação do grupo humorístico do novo programa da TV Excelsior : “Os Adoráveis Trapalhões”.
Renato Aragão destacava-se dos demais companheiros devido ao seu humor inocente e de forte apelo emocional. Em pouco tempo, os demais colegas de grupo decidiram desvincular-se do programa.
Manfried Santana havia nascido numa barraca de circo no Rio de Janeiro e quis o destino que seu caminho se encontrasse com o de Renato Aragão, anos depois na TV Tupi.
Os dois artistas já estavam se aventurando nas telas de cinema quando a escalação do grupo foi finalizada. Manfried chamou Antonio Carlos Gomes, sambista carioca com um carisma fora do normal e Renato trouxe Mauro Gonçalves, bancário mineiro tímido que trabalhava com grupos de teatro amador. Estava formado o grupo: “Os Trapalhões”.




Os Anos de Ouro

Após um estrondoso sucesso na TV Tupi, o grupo iniciou seu “reinado” na Rede Globo de Televisão. Os quadros desconexos e a comédia por vezes sem sentido renderam ao grupo várias comparações com o humor anárquico dos ingleses Monty Python.
Em poucos anos o quarteto já havia se estabelecido nos corações de todas as crianças e adultos do país , seus programas batiam recordes de audiência em qualquer horário que passassem. Só quem viveu nos anos 80 sabe mensurar o fenômeno que “Os Trapalhões” havia se tornado. Desde revistas em quadrinhos até camisetas e lancheiras, o marketing do grupo era insaciável e seus fãs também.
Ninguém os reconhecia mais pelos seus nomes de batismo, eles haviam se tornado parte fundamental da história do humor nacional : “Didi , Dedé , Mussum e Zacarias” , independente de onde haviam nascido, de qual vocação viriam a ter , agora estariam unidos para sempre por sua aptidão em comum, trazer alegria a um povo tão sofrido e carente.



“Ô da Poltrona...”

A carreira cinematográfica do grupo é algo a se respeitar. Entre 1978 e 1990 foram realizados vinte e três filmes, destes, sete estão na lista dos dez mais vistos do cinema brasileiro.
Nem todos são um primor de qualidade, porém possuem uma honestidade que emociona. Usando e abusando da criatividade o grupo passeou por sátiras de filmes famosos americanos e adaptações de clássicos da nossa literatura, sempre com um humor agradável e infantil e que não agredia a inteligência dos adultos.
Dentre os diretores que trabalharam com o quarteto estão um jovem Daniel Filho ( O Cangaceiro Trapalhão )e Roberto Farias ( Os Trapalhões no Auto da Compadecida, o filme do grupo mais respeitado pelos críticos ). Porém os que mais marcaram presença foram os talentosos Adriano Stuart e J.B. Tanko ( que realizou a obra mais amada pelos fãs : Os Saltimbancos Trapalhões ).
Da série de filmes , além dos já citados, vale salientar: O Trapalhão no Planalto dos Macacos ( 1976), O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão (1977), O Cinderelo Trapalhão (1979), Os Trapalhões na Serra Pelada (1982) e Os Trapalhões e o Mágico de Oróz (1984).
Com um público estimado de mais de cento e vinte milhões, a trajetória cinematográfica do grupo merece aplausos, pois manteve a qualidade, sem se vender aos estereótipos estrangeiros. Como diria Didi Mocó: “Eles que nos imitem!...”




O Fim do Grupo

Com a morte prematura de Mauro Gonçalves e Antonio Carlos, o grupo saiu de cena. Renato Aragão continuou a fazer programas na TV e tornou-se o embaixador da UNICEF no Brasil e Manfried Santana afastou-se dos palcos, tornou-se evangélico e somente em 2005 retornou à televisão em um programa de humor.
Em 1997, o grupo “Os Trapalhões” entrou no Guiness Book como o programa humorístico de TV que permaneceu por mais tempo no ar. Trinta anos históricos para a televisão brasileira.
Recentemente Didi e Dedé promoveram um reencontro em rede nacional, um presente emocionante para os fãs e uma prova de que as pessoas podem morrer, mas as lendas nunca! Somente aguardam o tempo que for preciso para serem “revisitadas”.

20 de ago de 2008

CLAUDIA LEITE HOMENAGEADA NO MELHOR DO BRASIL

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Por André Moreira

A futura mamãe Claudia Leite será homenageada neste sábado, 23, no programa Melhor do Brasil. Rodrigo Faro recebe a cantora em um cenário que lembra um quarto de criança. Claudia ira responder perguntas ligadas a gravidez e a cada resposta certa a bahiana ganha presentes para fazer seu enxoval. Quem participa do quadro como consultor é o ginecologista Dr. José Bento, que dirá se as respostas dadas por Claudia estão corretas.
E ainda neste programa o gêmeo Flávio vai definir que ele irá namorar no quadro "Vai Dar Namoro".

DA CULTURA PARA O CORDEL

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Por André Moreira

Depois de mais de 4 anos como Ministro da Cultura, Gilberto Gil retornar à música com força total. Aos 66 anos e 43 de carreira, o ex-Ministro conversa com Marilia Gabriela sobre o tempo em que ficou a frente do Ministério, o novo trabalho - Banda Larga Cordel - que marca seu retorno de forma integral a carreira e os problemas que vem enfrentando com as cordas vocais. "Deu um calo, a voz some" conta ele que em alguns shows baixou a tonalidade das músicas por achar que não alcançaria o tom certo. A entrevista completa vai ao ar neste domingo, 24, no Marília Gabriela Entrevista às 22h no GNT.

18 de ago de 2008

MADONNA ENFIM CONFIRMA SHOWS NO BRASIL

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Por André Moreira

O fãs de Madonna vão ter que começar a coçar o bolso se quiserem ver a diva pop em terras brasileiras. A material girl confirmou sua vinda ao Brasil com sua Sticky and Sweet Tour em dezembro, depois de uma ausência de 15 anos em terras brazucas. Antes a imprensa havia ventilado que a cantora faria 4 shows no Brasil, mas a produtora Time 4 Fun, responsável pela vinda de Madonna ao Brasil, informou que serão apenas 2 shows, um no Rio de Janeiro no dia 14 de dezembro e outro no dia 18 em São Paulo. Os preços dos ingressos estão salgados, pois variam entre R$ 160 e R$ 600. Os ingressos para o show no Rio começam a ser vendidos já no dia 1º de setembro e para o de São Paulo no dia 03 de setembro e poderão ser comprados através do site http://www.ticketsforfun.com.br/, em bilheterias oficias, call centers e pontos de vendas. detalhe: para comprar os ingressos através do site será preciso um cadastramento prévio entre os dias 20 e 29 de agosto onde será possível inclusive ser feito uma simulação de compra e só serão permitidos 6 ingressos por CPF.
Madonna vem ao Brasil promover seu mais recente cd, Hard Candy, onde passeia pelo Hip Hop comercial de Pharrel Willians e Timbaland. E o renomado DJ Paul Oakenfold fará o show de abertura.

NOVAS EMOÇÕES EM OS MUTANTES

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Por André Moreira


O lado do bem vai estar em maus lençóis na próxima semana em "Os Mutantes". Em cena que deve ir ao ar no próximo dia 23 de agosto, Taveira (Gabriel Braga Nunes) faz mais uma vítima. Depois de muito tentar, o vampiro finalmente consegue morder Esmeralda (Lana rodes) depois de invadir seu apartamento. E Fredo (Petrônio Gontijo), obstinado por saber o destino de Valente (Marcos Pitombo), interroga Gabriela (Carolina Holanda) em cena prevista para o dia 27.


11 de ago de 2008

WOLVERINE AND THE XMEN, NOVA ANIMAÇÃO DOS MUTANTES DA MARVEL, ESTREÍA NO BRASIL

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Por André Moreira

Assim como o Homem-Aranha e Batman, os X-men parecem ser uma eterna fonte de novas animações. Estréia esta semana no canal Jetix , dia 16 de agosto às 19:30h, a nova animação dos mutantes mais famosos da Marvel Estudios: Wolverine and the X-Men.
Tendo o carcaju canadense como protagonista, a trama do desenho começa com o atentado que deixa em coma o Professor Xavier e vitima Jean Grey. Depois de se separarem após o atentado, o grupo se une novamente para tentar mudar o futuro apocalíptico dos Homo Superior.
Depois da estréia no sábado, o desenho segue sendo exibido na semana seguinte, de segunda a quinta às 15:30. A primeira temporada terá 26 episódios. Assista o trailer:


A MATERIAL GIRL FAZ 50 ANOS

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Por André Moreira

Por incrível que pareça a Rainha da música pop mundial faz 50 anos no próximo dia 16 de agosto. Madonna Louise Ciccone ou simplesmente Madonna mostra que idade não é documento e segue firme como a única mulher da música mundial a ficar no topo durante tanto tempo.
Uma das poucas artistas que surgiram no início dos anos 80 que ainda está na ativa, Madonna segue com uma carreira inabalável e ainda promissora que começou nas ruas de Nova York onde fora tentar a sorte no fim dos anos 70.
Com o declínio da disco music e a pouca força do punk rock no início da década de 80 o cenário musical começava a dar novos passos. Passos esse dado por Michael Jackson, que começava seu reinado com o até hoje cultuado disco Thriller. Foram esses passos que Madonna seguiu com seu estilo provocante e ousado, somado a um grande senso de marketing. Depois de Madonna a musica pop nunca mais foi a mesma. Desde seu primeiro disco intitulado simplesmente Madonna até o atual e elogiado Hard Candy, a material girl tem estado no topo das paradas de sucesso em uma carreira de poucos altos e baixos.
Talvez a melhor Hit Maker das últimas décadas, a diva pop produziu vários e inesquecíveis sucessos. Se arrastou e fez caras e bocas no clipe de Like a Virgin, se disse materialista em Material Girl, dançou entre cruzes e santos negros em Like a Prayer, desfilou estilo em Vogue, mostrou que garotas tem poder em Express Yourself, ficou sem limites em Justify My Love e Erotica, trocou provocações com Britney Spears em Me Agaist The Music, voltou a era Disco em Hung Up e agora tem 4 minutos para salvar o mundo. Foram várias versões da mesma artista. Madonna foi a artista que mais aprendeu as lições de metamorfose de David Bowie. Quando se esperava que enfim chegasse seu declínio, ela se transformava e mostrava que ainda tinha muita bala na agulha.
Sempre antenada e mantendo-se atualizada com todas as novidades e possibilidades que o mercado fonográfico pode proporcionar, apesar das crises frequentes, a popstar apostou em parcerias que não só lhe tragam novos fãs como também mantenham os que a acompanham desde o início da carreira. Uma das provas da renovação de Madonna é o fato de se aliar a produtores que estão na crista da onda, como Pharrel - que inclusive divide os vocais com a cantora na música give it 2 me - e chamar para um duelo dançante o queridinho do momento - e por que não dizer discípulo - Justin Timberlake na faixa 4 minutes.
Uma prova da visão empresarial da cantora é seu rompimento com a Warner Music e a sociedade com a empresa de eventos Live Nation. Corre o boato de que a negociação renderá a cantora 120 milhões de dólares em um contrato de 10 anos. A empresa cuidará das futuras turnês de Madonna além do gerenciamento dos produtos ligados ao seu nome, como Cd´s, sites, merchandising, etc. Falando em turnês especula-se que o show que comemora seus 50 anos passe por terras brasileiras no fim deste ano.
Intitulada Stick and Sweet , a turnê fará um apanhado de toda sua carreira e terá figurinos assinados por Ricardo Tisci, estilista da grife Givenchy (veja desenhos de parte do figurino ao lado). 25 anos de uma carreira em que Madonna nos fez um convite para dançar. Dance and sing get up and do your thing.



















Nos seus 25 anos de carreira Madonna sempre foi um camaleoa. Veja abaixo uma pequena prova disso:











8 de ago de 2008

DE VOLTA AS GUERRAS CLÔNICAS

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Por André Moreira

George Lucas ama mesmo tudo que cria. Depois de voltar ao universo de Indiana Jones o diretor agora recicla outra cria sua, Star Wars. Mostrando que não há limites para as aventuras de Anakyn Skywalker, Obi Wan e cia. ele agora transpõe a saga, que fez sucesso nos anos 70,80 e 2000, para o universo da animação. Star Wars - The Clone Wars faz sua estréia no Brasil no dia 15 de agosto e mostra em 90 minutos um outro lado da guerra dos clones que não foi mostrada na trilogia que antecedeu a primeira de Han Solo e Luke Skywalker. De acordo com o próprio Lucas, é uma forma de ir por um outro caminho graças a tecnologia de animação de hoje. O Longa animado é um aquecimento para a série de tv que deve estrear em setembro no Cartoon Network.






7 de ago de 2008

CINEMA BRASILEIRO NO CAMINHO DAS PEDRAS

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Depois da retomada anos atrás, o cinema brasileiro mostra que ainda tem muito caminho para percorrer


Por Octavio Caruso

O mundo do cinema é permeado de vislumbres apocalípticos e promessas de salvação. O elo entre estes dois fatores é a esperança. Será viável acreditar-se em um futuro no qual os filmes brasileiros ocupem o mesmo espaço de um projeto norte-americano? Mais que isso, seria possível chegar-se a este destino mantendo um nível de qualidade apropriado aos espectadores mais exigentes?
Fazendo um pequeno retrospecto histórico , o nosso cinema vem galgando um caminho de pedras desde seu início. Sucessos de público que frustravam o conceito de inteligência de quem os assistia ou sucessos de crítica que sequer eram notados pelo povão. A necessidade de se combinar estes dois “pólos” em um projeto coeso e inteligente era de extrema importância.
Isto aconteceu quando Anselmo Duarte ganhou a merecida Palma de Ouro em Cannes (a única vencida até hoje por um filme brasileiro) por “O pagador de Promessas” em 1962 . Toda a equipe de produção do filme foi recebida com um desfile público em carro aberto ao desembarcar no país. Pergunte hoje a um brasileiro se ele sabe disso...A memória do povo “verde e amarelo” é fraca e retém muito pouca qualidade.




Em 1964 , um cineasta sem formação acadêmica revolucionou o nosso cinema e criou o primeiro grande personagem original da tela grande: O Zé do Caixão. José Mojica Marins ganhou fãs e é homenageado em vários festivais de cinema fantástico pelo mundo afora. Mas no país da inveja, onde o sucesso popular é dogmaticamente visto de maneira pejorativa, o público que, na maioria das vezes, nunca assistiu a um de seus filmes, trata-o com desrespeito.
Outros diretores conseguiram se sobressair , como Nelson Pereira dos Santos e Glauber Rocha, porém suas carreiras não refletem o potencial total ao qual podemos chegar. Suas pretensões eram gigantescas, porém mal realizadas.
Após a década de sessenta, o caminho de pedras foi se tornando mais árduo e penoso. Os poucos sucessos dos anos setenta na nossa sétima-arte tratavam apenas de temas provocativos, grosseiros e de muito pouca qualidade criativa e estética. Pareciam filmes feitos para agradar a parcela “virgem- adolescente-acéfala” da população. E não venham me dizer que era falta de verba ou incentivo, pois Chaplin já havia provado ao mundo décadas antes que pode-se realizar obras-primas sem dinheiro e sem abrir a boca!



Um grande abismo negro então se formou.... durante muitos anos não houve sequer um filme no circuito comercial que merecesse ser visto. Assim como nas histórias míticas, o nosso cinema caiu no esquecimento só para se reerguer alguns anos depois.
Nos últimos anos o cinema brasileiro alcançou seu ápice com jovens e ousados diretores. Filmes como : Central do Brasil, Cidade de Deus e Dois Filhos de Francisco mostraram que é possível coincidir roteiros de qualidade e um povo, em sua maioria, humilde e subestimado por seus governantes.





Esta relação de amor entre a população e o cinema tornou-se “tórrida” com o magistral sucesso popular do filme Tropa de Elite. O clássico instantâneo de José Padilha foi formado por um amálgama de várias influências, juntou o ritmo ágil e edição fragmentada dos melhores filmes policiais americanos com um humor explícitamente “verde e amarelo”.



No final desta década podemos dizer que já há espaço e público para o nosso cinema, ainda que existam aqueles que continuam a envergonhar a nação cinéfila com seus, por vezes, horrendos projetos mal concebidos e péssimamente realizados. Artistas medíocres que poluem este ambiente lírico e eterno, já povoado por gênios. A diferença é que agora, o público tem a chance de escolher qual caminho quer seguir... É chegada a hora do povo brasileiro que gosta de cinema mostrar que é inteligente e anseia por muito mais que um bom filme.
Diferente das histórias míticas, o nosso cinema ainda não alcançou a redenção total ... mas pela primeira vez, é possível vislumbrar-se uma luz no fim deste “caminho de pedras”.

5 de ago de 2008

WARNER LIBERA TRAILER DO DESENHO ANIMADO DA MULHER MARAVILHA

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Por André Moreira

Com o longa para os cinemas arquivado indefinidamente desde que Joss Whedon (roteirista da extinta série Buffy - A Caça-Vampiros) abandonou o projeto, resta aos fãs da Mulher-Maravilha, maior heroína dos quadrinhos, esperar a estréia no ano que vem do longa animado que a Warner Bros. lança direto em DVD. Dos mesmos produtores de outras animações como Liga da Justiça - Nova Fronteira, o desenho da amazona filha de Hipólita segue a linha criada no meio dos anos 80 por George Pérez, mestre dos quadrinhos, para revitalizar a heroína. Na época a Mulher-Maravilha passava por um momento delicado, de baixas vendas e precisava de um Up-Grade. Depois do sucesso da minissérie em quadrinhos Crise Nas Infinitas Terras desenhado por ele em parceria com o escritor Marv Wolfman, George foi incumbido de dar nova roupagem a guerreira da DC Comics. Ele aceitou o desafio e remodelou a origem da amazona, seu relacionamento com os deuses gregos, assim como sua chegada ao mundo dos "homens", o choque entre as culturas e mostrou - de sua forma - toda a mitologia grega. Trabalho feito, sucesso garantido. Nessa época o gibi da Mulher-Maravilha aumentou suas vendas nos Estados Unidos e deu novo folêgo a personagem. Confira o trailer oficial que foi exibido na semana passada na Comic Con e agora cai na rede com cortesia da Warner Bros.


MAMMA MIA, MUSICAL COM MERYL STREEP NO PAPEL PRINCIPAL, TEM NOVAS FOTOS DIVULGADAS

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Por André Moreira

A oscarizada Meryl Streep com você nunca viu. Em 12 de setembro o público vai poder conferir a performance da atriz, que protagonizou a sucesso de bilheteria O Diabo Veste Prada e recentemente esteve em Leões e Cordeiros, na comédia musical Mamma Mia, onde ela canta e dança. Na história, permeada pelas músicas do extinto grupo sueco Abba (febre dos anos 70), a menina Sophie (Amanda Seyfried) está prestes a se casar quando resolve enviar três convites da cerimônia para três homens – Sam Carmichael (Pierce Brosnan), Bill Anderson (Stellan Skarsgard) e Harry Bright (Colin Firth) –, acreditando que um deles é seu pai. De diferentes partes do mundo, os três resolvem voltar à ilha e à mulher por quem se apaixonaram vinte anos atrás. Quando chegam, a mãe de Sophie, Donna (Meryl Streep), se surpreende ao ficar cara-a-cara com os ex-namorados que nunca conseguiu esquecer. E, enquanto eles inventam desculpas por estar ali, ela se pergunta qual deles é, realmente, o pai de Sophie. Vale destacar que um dos produtores executivos do longa é ninguém menos que Tom Hanks. Veja as fotos da produção:


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