Top Ad 728x90

31 de dez de 2009

FELIZ ANO NOVO

by

Caros e queridos leitores,

Nós do Vertigo Pop desejamos a todos vocês um ano de muita saúde, paz, harmornia e grandes realizações.

Um grande abraço à todos,

André Moreira e Octavio Caruso.

30 de dez de 2009

NOVA ANIMAÇÃO DA DREAMWORKS GANHA TRAILER

by
Por André Moreira

Baseado em um livro infantil, Como Treinar o seu Dragão (How To Train Your Dragon) ganhou um novíssimo trailer. Produção da Dreamworks (Madagascar e Shrek), a animação conta a história de um menino, que ao adotar um filhote de dragão, acaba indo de encontro à tradição de seu povo: Matar um dragão para se tornar um verdadeiro Viking. A animação em 3D estreia no dia 26 de março de 2010.

29 de dez de 2009

TOP FIVE 2009: OS PIORES FILMES DO ANO

by
No decorrer do ano de 2009 tudo se viu na tela grande. Apesar das valorosas tentativas de levar o melhor para o cinema, muito pouco pôde ser verdadeiramente de grande destaque. Por isso separamos cinco filmes dignos de esquecimento.







5º lugar - Moscou:




Filme protagonizado pelo grupo mineiro Galpão trazia um ensaio de uma peça na tela grande. Se a intensão era fazer o público entender como se estrutura uma peça de teatro através de seus bastidores, a intensão ficou no meio do caminho. O que restou foi um ensaio maçante para o grande público.


4º lugar - Spirit:



Junte uma trama boba, com ação zero, atuações desastrosas e direção zero vírgula zero. Dessa mistura surge Spirit, adaptação do herói detetive criado magistralmente pelo mestre Will Eisner, nas telas de cinema. Filme que nunca deveria ter saído do papel.


3º lugar - Do Começo ao Fim:


Esperado por muitos como sendo um filme corajoso, Do Começo ao Fim contava a história de dois irmãos gays que se descobrem apaixonados. O filme naufragou em seu roteiro fraco e sem novidades. Pena.


2º lugar - G.I. Joe - A Origem de Cobra:


Baseado em uma linha de brinquedos dos anos 80, o filme conseguiu um bilheteria razoável, porém descaracterizou todos os personagens além de ter uma trama boba e sem sentido.



1º lugar - X-Men Origens: Wolverine:



Tinha tudo para ser um dos melhores filmes de herói baseados em quadrinhos, mas fez o contrário. Deixou claro que quando se deixa figurões dos estúdios dirigirem um filme, o resultado é completamente amador. Com uma direção inexistente e um roteiro que passou por cima do que foi brilhantemente contruído nos quadrinhos Marvel, o filme do mutante mais famoso dos X-Men se tornou um dos piores do gênero.

TOP FIVE 2009: OS MELHORES FILMES DO ANO

by


Fato: 2009 foi o pior ano da década para o cinema. Após passar horas tentando escolher os usuais 10 melhores do ano sem muito sucesso, decidi me ater a uma lista menor, porém bastante sincera, um Top 5 que representa o declínio criativo dos diretores e produtores. Outro grande problema que enfrentei foi perceber que ótimos filmes que poderiam entrar na lista foram lançados por aqui nesse ano, porém haviam sido feitos (e alguns até concorreram a prêmios) no ano passado. Assim como o ótimo filme sueco “Deixa ela Entrar” que foi feito em 2008, porém só foi lançado nos cinemas brasileiros recentemente.

Bom, vamos à lista:


5 – Star Trek ( J.J. Abrams)

Como pegar um conceito já tão conhecido como Star Trek e torná-lo novamente atrativo a um público moderno, sem cometer o erro de descaracterizá-lo, como Spielberg fez com Indiana Jones? J.J Abrams chamou Leonard Nimoy e trouxe de volta os personagens que tornaram Star Trek um fenômeno mundial na década de 60. Resultado: Um enorme sucesso popular entre o público jovem e o respeito dos que acompanharam os primeiros vôos da Enterprise ainda no auge do “Flower Power”.

Já está em pré-produção uma continuação, que possivelmente contará com a presença do clássico vilão Khan, imortalizado pelo saudoso Ricardo Montalban. Alguém duvida que será um sucesso?


4 – Watchmen ( Zack Snyder)

A obra de Alan Moore é até o presente momento a única saga em quadrinhos a receber um prêmio Hugo, voltado para literatura mais tradicional. Sua história além de

complexa e densa em suas idéias, mostrava-se impossível de ser traduzida para a linguagem da Sétima Arte. Zack Snyder arriscou-se e praticamente traduziu em cenas os quadros desenhados por Dave Gibbons na década de 80, conseguindo ainda criar um novo final, que muitos críticos consideram melhor que o original dos quadrinhos. Recordo-me de muitos adolescentes saindo da sessão de Watchmen e reclamando, dizendo que não haviam entendido nada, ao que um colega del

es gargalhando disse: “Pô cara, filme de super herói bom mesmo é o do Homem Aranha!”...não pude conter o sorriso ao ver que as idéias de Alan Moore continuam bastante à frente de seu tempo. Esses adolescentes provavelmente irão eleger Watchmen uma das melhores adaptações de quadrinhos para o cinema daqui a alguns anos.


3- Avatar (James Cameron)

Para o horror dos críticos chatos e empedernidos, James Cameron conseguiu mais uma vez! Sabe aqueles sonhos maravilhosos, quase lúcidos, onde você se vê podendo voar e sabendo se tratar de um sonho, aproveita para dar rasantes e acorda com um sorriso no rosto? É mais ou menos essa sensação que tive ao me deparar com o fantá

stico roteiro escrito por Cameron. No filme, por meio da ciência evoluída do futuro, um homem paralítico consegue deitar-se e ao acordar se vê no corpo de um Avatar, um ser humanóide gigantesco e que habita em um planeta fascinante, meticulosamente criado por Cameron e seus técnicos. Nesse planeta, o outrora alquebrado ex-fuzileiro consegue correr e lutar pelos direitos daquele povo. Os efeitos especiais são revolucionários e um passo a frente de qualquer outra produção do gênero. E Cameron ainda consegue incutir entre as 3 horas de produção, noções de crítica social e política, algo que ele poderia muito bem deixar de fora e amparar-se apenas nos incríveis efeitos que, por si só, já levariam uma multidão aos cinemas e aumentariam sua conta bancária ainda mais.


2 – UP ( Pete Docter / Bob Peterson)


A Pixar, como é de costume a algum tempo, consegue criar obras primas que transcendem o reino das animações e deslumbram desde os críticos mais populares até os que endeusam Godard. Com esta linda fábula eles marcaram mais um ponto, trazendo talvez a mais linda introdução da história do cinema de animação, onde por meio da música somos levados a conhecer o casal mais adorável dos últimos tempos, passando por todas as suas aventuras caseiras até o fim de sua relação. Sem medo de evocar temas tristes, a equipe por trás de UP consegue criar artifícios inteligentes para explicar a fala dos cães, quase como que mostrando a maturidade dos estúdios Disney perante um público infantil que já nasce com um mouse de computador nas mãos, muito mais questionador e exigente. A história de amor de Carl Fredericksen e Ellie é dos momentos mais sublimes que o cinema nos deixou como legado nesta década.


1 – Bastardos Inglórios ( Quentin Tarantino)

Quentin Tarantino reescreveu a Segunda Guerra Mundial e fez com que a batalha final se realizasse em uma sala de cinema. Mais perfeito impossível! Por meio da magia do cinema, somos capazes de recriar e melhorar qualquer evento. E Tarantino sabe muito bem utilizar suas referências em prol de uma boa história. Bastardos Inglórios é épico em sua escala, com uma trilha sonora que resgata Ennio Morricone. Sua divisão em episódios demonstra a cultura geral de Tarantino, sendo cada episódio realizado como uma homenagem a algum estilo específico de cinema. A primeira parte nos remete aos faroestes clássicos de John Ford e Howard Hawks, outro capítulo lembra os filmes franceses da Nouvelle Vague e seu final nos traz a lembrança Fritz Lang e seu “Metrópolis”. O cinema de terror e o “gore” mostra-se presente em várias seqüências, com a grande ajuda do diretor especializado no gênero Eli Roth. O filme também possui momentos de puro humor nonsense e diálogos excelentes, uma característica do cinema de Tarantino.

Em suma, ao abraçar o cinema como um todo, em suas mais variadas formas e gêneros, Quentin Tarantino criou uma obra sem par na história da Sétima Arte.


A todos os leitores desejo um Feliz Ano Novo, com esperança de que 2010 seja muito melhor para o cinema do que 2009 foi. Até o ano que vem!


28 de dez de 2009

CAPITÃO AMÉRICA COMEÇA FILMAGENS EM 2010

by

Por André Moreira

O filme do Capitão América, famoso personagem dos quadrinhos Marvel, parece ir de vento em popa. O diretor Joe Johnston (O Lobisomem) revelou ao site Fagoria que a pré-produção está em curso e que o início das filmagens está marcado para o mês de junho de 2010. Captain America: The First Avenger (título original da produção), o filme que vai contar a origem do herói patriota tem estreia prevista para julho de 2011. O elenco ainda não foi definido, principalmente que ator que dará vida ao herói nas telas.

NOVO DE DI CAPRIO GANHA ÓTIMO TRAILER

by
Por André Moreira

Sem apresentar novidades nos últimos meses, A Origem (Inception), filme estrelado por Leonardo Di Caprio ganhou um ótimo trailer essa semana. Dirigido por Christopher Nolan (Batman - Cavaleiro das Trevas), o filme teve sua trama - uma mistura de ficção científica e ação - pouco divulgada. Assista o trailer logo abaixo e tire suas próprias conclusões. No elenco estão ainda Marion Cotillard (premiada com o Oscar de melhor atriz esse ano) Cillian Murphy (O espantalho de Batman), Michael Caine, entre outros.





27 de dez de 2009

LIGA DA JUSTIÇA EM NOVA ANIMAÇÃO

by

Por André Moreira

Depois de lançar boas animações direto para dvd (leia-se Mulher-Maravilha, Lanterna Verde e Batman e Superman), a Dc Comics continua investindo no mercado e mantendo o nível de suas produções em 2d. A Liga da Justiça, que já rendeu duas séries animadas no passado, é a protagonista da nova investida da editora. Justice League: Crisis on Two Earths - ainda sem título em português e data para lançamento em terras brasileiras - une os principais personagens da Dc Comics se aventurando em uma terra paralela dominada pela versão maligna da Liga (tal qual nos quadrinhos). Confira o trailer logo abaixo:

15 de dez de 2009

MAIS UMA REVOLUÇÃO DO "REI DO MUNDO"

by
Afastado há tempos da direção, James Cameron retorna de forma triunfal com Avatar, seu mais novo e ambicioso projeto

Com seu novo projeto, James Cameron prometeu nos fazer descobrir um novo mundo e o experiente “rei do mundo” cumpre essa promessa magnificamente.
Para um diretor / criador como Cameron, que já transpôs para as telas obras como Exterminador do Futuro 1 e 2, Aliens – O Resgate, O Segredo do Abismo e Titanic, as mais ingratas expectativas são criadas, ainda mais se levarmos em conta que a cada filme seu, foi injetada uma inovação na área de efeitos especiais.
O fenômeno AVATAR se iniciou com uma estratégia de marketing valorosa, tendo seu ápice nos 15 minutos de projeção que foi mostrado para a imprensa a alguns meses atrás. A impressão que se tinha do filme era basicamente visual, com excelentes efeitos de computação gráfica, porém pouco havia a se falar sobre o roteiro. O maior medo seria o de Avatar ser perfeito tecnicamente mas que não empolgasse o público.
Após se assistir o filme uma vez (o que é pouco para se captar na íntegra a proposta de Cameron) sentado e esperando as luzes se acenderem, tem-se a nítida impressão de que acabamos de presenciar um momento histórico no cinema. Com certeza os críticos irão falar de Avatar daqui a 30 anos como nós falamos hoje sobre as inovações técnicas de Jurassic Park.

O roteiro de James Cameron é fascinante. Adentramos nesse mundo mágico pelos olhos de Jake Sully ( Sam Worthington), um ex-fuzileiro naval confinado a uma cadeira de rodas. Apesar do que aconteceu ao seu corpo, ele continua se sentindo um guerreiro e viaja anos-luz à estação que os humanos instalaram no planeta Pandora, onde a humanidade quer explorar um minério raríssimo que pode ser a chave para a solução de uma crise energética da Terra. Como a atmosfera do planeta é tóxica, foi criado o programa Avatar, em que “condutores” humanos têm sua consciência ligada a um avatar, um corpo biológico controlado a distância e capaz de sobreviver nesse ar letal. Esses avatares são híbridos geneticamente produzidos de DNA humano e DNA dos nativos de Pandora, os gigantescos Na´vi.
A história é muito original e nos faz recordar dos melhores exemplares desse cinema de ficção científica. Com o auxílio de uma perfeita tecnologia digital, onde não existem mais barreiras entre o real e o ilusório, Avatar torna-se um espetáculo único de grandeza e requinte.
O projeto conta ainda com a participação de Sigourney Weaver, repetindo a parceria com o diretor após Aliens- O Resgate.
A trilha sonora de outro colaborador de longa data: James Horner realça a estranha beleza desse novo mundo.
Avatar chega para provar que a tecnologia está a tal ponto que a própria desaparece, deixando apenas a magia, a sensação de que você está ali realmente, e que a história, os personagens e as emoções são reais.
James Cameron nos apresenta o futuro do cinema, onde o único limite é a criatividade do homem.


8 de dez de 2009

PAULINHO VILHENA INAUGURA SUA NOVA AGÊNCIA

by
Por André Moreira

Definitivamente os tempos de Bad Boy de Paulinho Vilhena foram deixados para trás. Famoso antigamente por brigar como os famosos e famigerados papparazzi, o ator agora ataca de empresário. Paulinho lançou com festa sua novíssima produtora de conteúdo DOORS e contou com a presença de diversas celebridades, que se divertiram com o show do cantor do momento, Seu Jorge. Além de produzir conteúdo para várias mídias, a agência de Vilhena também irá agenciar atletas e atores. Eri Johnson, Sarah Oliveira e a namorada do ator, a atriz Thayla Ayala, foram alguns que passaram pela festa de lançamento.

1 de dez de 2009

CAROS AMIGOS

by
Caros amigos,

Estou com problemas em meu provedor de internet e por isso não tenho atualizado o Vertigo Pop. Tão logo o problema seja resolvido, retornaremos.
Atenciosamente,

André Moreira
Editor Vertigo Pop

23 de nov de 2009

MAKING-OF CAPRICHADO DE "O LOBISOMEM"

by
vídeo mostra um pouco mais da trama e seus bastidores

Por André Moreira


Com imagens exibidas em trailers anteriores misturadas com depoimentos dos atores e cenas de antigos clássicos de terror da Universal, entre eles o original no qual é baseado, O Lobisomem ganhou trailer com um caprichado making-of da produção que chega as telas no início de 2010. Benício Del toro e Anthony Hopkins lideram o elenco. Veja logo abaixo:

21 de nov de 2009

CRÍTICA: LUA NOVA

by

ECLIPSE NARRATIVO

Sucesso entre adolescentes, "Lua Nova" confirma a fraca narrativa da franquia

Independente dos méritos literários da obra de Stephanie Meyer, a experiência de se assistir aos filmes no cinema beira o insuportável.

Por mais revoltante que seja para os fãs da série “Crepúsculo” lerem essa afirmação, devo ser fiel aos sentimentos (ou falta de) vivenciados ao longo das mais de 2 horas de projeção dessa segunda parte intitulada: Lua Nova.

O primeiro filme de 2008 era fraco, porém havia uma cena ou outra que mantinha o interesse. Nesta segunda parte todos os defeitos de narrativa, atuação e proposta são duplicados. Como o único ator que consegue se sobressair um pouco ( Robert Pattinson, o vampiro Edward) torna-se quase um coadjuvante nesse projeto, a obra se vê alicerçada pelas atuações canhestras da heroína Isabella Swan (vivida por uma limitadíssima Kristen Stewart, que mantém a mesma cara de “ tenham dó de mim!” durante o filme todo) e do péssimo Taylor Lautner ( que “interpreta” Jacob Black), que consegue ser pior que o cigano Igor, com uma eterna cara de paisagem.

A história de pouco interesse para os que não viram o primeiro filme ou não leram os livros, fala sobre o período sombrio na vida da jovem Isabella, que vê seu grande amor ir embora, deixando-a desprotegida em meio a lobisomens que se transformam em segundos, deixando saudade das maravilhosas transformações em filmes como “Um Lobisomem Americano em Londres”.

O diretor de pouca expressão Chris Weitz demonstra falta de tato em várias seqüências, como na passagem de tempo mais clichê de todos os tempos, com direito a câmera girando em torno da triste Bella e, se não bastasse a mudança na paisagem vista pela janela, oportunos letreiros informando a passagem dos meses... quanta sutileza!

A obra se comparada a outros filmes sobre o mesmo tema, mostra-se inferior. Não cativa como romance, não emociona como drama, falha se visto como obra de terror, não contagia por suas poucas e fracamente encenadas cenas de ação...então fica a pergunta: A quem Lua Nova irá agradar? Um público, em sua grande maioria, composto de meninas pré-adolescentes, que daqui a 10 anos, não irão lembrar do porque gostaram tanto do filme.

Méritos a Stephanie Meyer, que indubitavelmente conseguiu levar o maravilhoso gosto pela leitura a vários jovens, assim como J.K. Rowling o fez com sua saga do bruxinho Harry Potter. Mas literatura e cinema são duas coisas completamente diferentes e é necessário um diretor de pulso firme e personalidade para captar a essência de um livro e transpô-lo para a tela grande, mantendo a qualidade do texto original, porém sem se tornar escravo da obra original. Tanto o filme Crepúsculo, quanto Lua Nova fracassam nesse quesito.

Que irá fazer muito sucesso agora, é óbvio....agora, que irá suportar a passagem do tempo e o amadurecimento de seus espectadores...é outra história.




ATOR DE THE OFFICE SERÁ HEIMDALL EM THOR

by
Por André Moreira

O elenco da adaptação para o cinema das histórias de Thor, o Deus do Trovão, continua a escalar seu elenco. E o novo integrante é mais um ator britânico que se junta a privilegiada lista que inclue Anthony Hopkins (Odin) e Nathalie Portman (Jane Foster). Idris Elba, ator da série The Office será o guardião de Asgard, lar de Thor e de todos os deuses nórdicos.
No elenco ainda estão os atores Chris Hemsworth (Thor), Tom Hiddleston (Loki), Jaimie Alexander (Sif), Stuart Townsend (Fandral), Ray Stevenson (Volstagg), Tadanobu Asano (Hogun), Colm Feore (um vilão), Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Stellan Skarsgård. O filme chega aos cinemas em maio de 2011.

ANJOS DA NOITE TERÁ NOVA SEQUÊNCIA

by
Por André Moreira

Depois de voltar no tempo e contar os primórdios da rivalidade entre vampiros e lobisomens no terceiro filme da série, Anjos da Noite (Underworld) ganhará sua quarta parte em breve. Segundo o roteirista contratado para escrever a sequência, John Hlavin (da série The Shield), o novo filme irá introduzir novos elementos a saga e definir uma nova direção. O elenco ainda não foi fechado e a presença de Kate Beckinsale - que esteve presente como protagonista nas duas primeiras aventuras - ainda é dúvida. A previsão de estreia de Anjos da Noite 4 (que deve ser rodado em 3D) é para janeiro de 2011.

18 de nov de 2009

MAIS UM VÍDEO INÉDITO DE "O LOBISOMEM"

by
Remake do clássico dos anos 40 também teve divulgado mais um cartaz promocional

Por André Moreira

Protagonizado por Benício Del Toro, O Lobisomem (The Wolfman), ganhou novo trailer e um cartaz promocional para o mercado francês (ao Lado). No elenco ainda estão Anthony Hopkins (Beowulf) e Emily Blunt (Diabo Veste Prada). Na trama, que se passa na Inglaterra vitoriana, um homem sofre de uma terrível maldição ao ser mordido por um Lobisomem. O filme estreia no dia 12 de fevereiro.



The Wolfman - French Trailer
by dreadcentral

16 de nov de 2009

AS PANTERAS PODEM RETORNAR

by

Por André Moreira

Sucesso incontestável dos anos 70, As Panteras (Charlie´s Angels) pode ganhar uma nova versão televisiva em breve. O canal americano ABC está produzindo a nova empreitada das detetives mais famosas e charmosas da televisão. A atriz Drew Barrymore, que levou às telas de cinema as duas péssimas versões do seriado e personificou uma das Panteras, será uma das produtoras executivas ao lado de Nancy Juvonen e Leonard Goldberg. Além de marcar época, As Panteras alçou ao estrelato a atriz Farrah Fawcett, falecida em junho deste ano.

PREFEITO DO RIO CONFIRMA MADONNA NO REVEILLON DO RIO

by
Segundo Eduardo Paes, cantora aceitou convite para cantar na virada de 2010/2011

Por André Moreira

Eduardo Paes ficou empolgado com a passagem de Madonna pelo Brasil na semana passada. A empolgação é tanta que o Prefeito do Rio de Janeiro confirmou por meu de seu Twitter que a Rainha do Pop deve ser a atração musical do Reveillon 2010/2011 no Rio de Janeiro. "Madonna vai tocar na praia de copacabana no reveillon de 2010/2011. Convidei e ela aceitou em jantar ontem na casa do Eike", disse ele e ainda acrescentou. "Abertura de 2016 é especulação distante com Madonna. Certo mesmo é reveillon 2010/2011. Esse dá para o Prefeito garantir". Empolgou-se.

O prefeito encontrou com Madonna na casa do empresário Eike Batista. A cantora esteve no Rio buscando apoio para implantar a mesma ONG que desenvolveu no Malwai, terra natal de seus filhos adotivos David Banda e Mercy James.
Se Madonna vai fazer o show na praia de Copacabana, só o tempo dirá, uma vez que a cantora é perfeccionista e possui uma agenda lotada mundo afora.

14 de nov de 2009

THOR COMEÇA FILMAGENS EM JANEIRO

by

Por André Moreira

A adaptação para o cinema das aventuras quadrinísticas do Poderoso Thor já tem data definida para o início de suas filmagens. Kenneth Brannagh (foto acima), diretor da produção, dará início às filmagens em Los Angeles em janeiro de 2010. Depois de concluída essa etapa das filmagens a produção parte para o Novo México entre março e abril. No elenco estão Chris Hemsworth (Thor), Tom Hiddleston (Loki), Anthony Hopkins (Odin), Natalie Portman (Jane Foster), Brian Blessed (Odin), Jaimie Alexander (Sif), Colm Feore (um vilão), Stellan Skarsgård e Samuel L. Jackson.

Saiba mais sobre a produção aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui

SAGA DO LANTERNA VERDE TEM SUA PRIMEIRA VÍTIMA

by
Por André Moreira

A saga que está movimentando os títulos dos Lanternas Verdes nos Estados Unidos, Blackest Nigth, fez sua primeira grande vítima. Se não quiser conferir esse Spoiler não siga adiante na leitura.


A situação está complicada em OA com o ataque dos Lanternas Negros, quando o Lanterna Verde Kyle Rayner lança mão de uma última e desesperada tática para salvar a bateria central do Planeta. Sendo assim, o antigo substituto de Hal Jordan detona a bateria para resolver a situação e morre no processo. Com a morte do herói seu anel, como de costume, parte em busca de um novo hospedeiro.


Depois da recente morte de Jonn Jonn´s, o Caçador de Marte, na saga Crise Final (atualmente sendo publicada no Brasil) Kyle Rayner é mais um importante personagem da DC Comics que morre em combate. O personagem surigiu nos anos 90 para substituir Hal Jordan como Lanterna Verde, depois que este enlouqueceu e se tornou um vilão. Apesar de ter vingado no universo DC, Kyle Rayner nunca teve a mesma importância de seu predecessor. Blackstest Night deve ser batizada aqui no Brasil como A Noite Mais Densa, em referência a parte do juramento dos Lanternas Verdes quando recarregam seus anéis e deve chegar as bancas brasileiras somente em 2010. A Morte de Kyle foi publicada essa semana na edição americana do gibi da Tropa dos Lanternas Verdes (confira a capa ao lado).

13 de nov de 2009

ESPECIAL: CINEMA CATÁSTROFE

by

O CINEMA NO OLHO DO FURACÃO
Investir em cinema catástrofe não é novidade para Hollywood, gênero que teve seu ápice nos anos 70


Como o lançamento do filme 2012 de Roland Emmerich (veja crítica logo abaixo) pode provar, o cinema catástrofe ainda é um gênero que arrebata multidões e provoca polêmicas. Apertem os cintos, iremos dar uma olhada no que de melhor o gênero ofereceu aos cinéfilos ao longo de sua existência.
Os filmes catástrofe são uma junção de enredos apocalípticos com cenas de ação de tirar o fôlego, roteiros que não primam pela originalidade estética, mas que satisfazem o público que clama por mais destruição, que duvida até o último segundo e torce pela sobrevivência do herói.
A primeira obra do gênero nasceu em 1970, baseado em um best seller de 1968 escrito por Arthur Hailey: Aeroporto. Com direção de George Seaton e com a presença de uma constelação de estrelas do primeiro escalão da época, como Burt Lancaster, Dean Martin, Van Heflin, Jaqueline Bisset e George Kennedy, o gênero mostrava a criação de seus estereótipos e criava o estilo: Uma longa e didática introdução, onde conhecemos os personagens e seus dramas pessoais, uma grande tragédia que une a vida de todos (neste caso, um psicopata com uma bomba dentro do avião) e a desesperada luta pela sobrevivência até o final heróico e emocionante. Aeroporto não sobreviveu ao teste do tempo, mostrando-se hoje um filme arrastado onde apenas a linda trilha sonora de Alfred Newman continua a nos emocionar. Porém o filme rendeu várias continuações, com roteiros cada vez mais estapafúrdios e paródias, como o sensacional “Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu!”
Em 1972 pelas mãos do diretor Ronald Neame nasceu a melhor obra do gênero até hoje: O Destino de Poseidon. Melhor pois é a única que atravessou as décadas e ainda conserva o senso de aventura e diversão até hoje. O elenco de astros incluía Gene Hackman, Ernest Borgnine, Roddy McDowell, Shelley Winters e Leslie Nielsen em papéis maravilhosamente escritos. Nós realmente nos preocupamos com a segurança dessas vítimas de uma onda gigante, que colide com um transatlântico na véspera do ano novo e o faz virar de cabeça para baixo. Com efeitos ainda hoje assustadoramente bem realizados, o destino de Poseidon é o filme perfeito para quem quer se familiarizar com o gênero.
Em 1974, duas obras aproveitaram a moda e a demanda do público: Terremoto e Inferno na Torre. Ambos extremamente datados para o público moderno, mas que conservam seu charme. Terremoto não soube utilizar seu elenco classe A, encabeçados por Ava Gardner e Charlton Heston e perde-se em furos astronômicos de roteiro. O que salva-se são algumas cenas bem construídas e a trilha sonora de John Williams. Já Inferno na Torre consegue divertir ainda hoje, com a presença de Paul Newman, Steve McQueen, Fred Astaire, William Holden e Faye Dunaway. Na história, um edifício de 138 andares sofre um grande incêndio no dia de sua inauguração. O mais interessante, como em qualquer filme do gênero é assistir a grandes atores em papéis, se não desafiadores, ao menos que possibilitam suas personas criarem o elo necessário entre público e história. Aliás é desse mal que sofre o gênero atualmente: O público não se importa se os personagens morrem ou continuam vivos, graças a roteiros cada vez mais focados nas explosões e menos nas construções de personagens.
Após a década de 70, o gênero ficou afastado das telas e voltou com força total, porém sem o mesmo zelo e criatividade, nos anos 90. Obras como Independence Day, Impacto Profundo, Inferno de Dante, Twister, Volcano e O Dia depois de Amanhã causaram polêmica e atraíram bilheterias consideráveis, porém muito se perdeu e foi esquecido nos anos 70. O charme, a elegância e sutileza foram substituídos pelos excessos, edições frenéticas e muito barulho...muitas vezes, muito barulho por nada!
Espera-se que com 2012, Roland Emmerich consiga trazer de volta esses elementos ao gênero e o eleve ao status que um dia já teve.


12 de nov de 2009

CRÍTICA: "2012"

by
CATÁSTROFE ANUNCIADA

Fórmula recauchutada de filmes catástrofe, 2012 consegue ser mais desastroso que o gênero

O cinema catástrofe teve sem sombra de dúvida seu ápice nos anos 70, onde originou sucessos de bilheteria como Inferno na Torre (The Towering Inferno) e O Destino do Poseidon (The Poseidon Adventure). Sem os vastos recurso que o cinema dispõe nos dias de hoje, os diretores da época tiravam leite de pedra e conseguiam fazer render uma produção que na mãos erradas poderiam naufragar nas bilheterias e nas resenhas da crítica especializada. Com uma trama calcada no suspense e sem criar firulas óbvias para tirar qualquer gota de lágrima de quem estava na poltrona, os diretores John Guillemin e Irwin Allen (de Inferno na Torre) e Ronald Neame (de Destino do Poseidon) conseguiram criar clássicos setentistas que até hoje são insuperáveis nesta seara. Nessas produções vale lembrar que astros do calibre de Ernest Bornigne, Gene Hackman, Faye Dunaway e os saudosos Fred Astaire, Steve McQueen e Paul Newman davam o peso dramático para cada produção, elevando o seu nível.


Com o passar dos anos poucos longas nesse seguimento cinematográfica foi produzido. Nos anos 90 produções sem muita repercussão ou apuro de roteiro, como DayLigth de Sylvester Stallone tentaram reviver os áures tempos do cinema catástrofe, mas sem muito sucesso. Até surgir "pérolas" como Impacto Profundo. Sucesso de público e fracasso de crítica - mesmo com Morgan Freeman e Maximiliam Schell no elenco - a história sobre a destruição da terra causada por um asteróride nada acrescentou ao gênero. Assim como Inferno de Dante, o mais recente Um Dia Depois do Amanhã e outras produções indignas de notas. A Exceção, sem dúvida, fica por conta do megasucesso Titanic, por sua trama bem armada apesar de óbvia. E a direção irretocável de James Cameron. Talvez o próprio diretor não consiga se superar desse sucesso.

Agora o gênero tem mais uma chance com a chegada nesta sexta-feira, 13 (seria um presságio?? - desculpe o trocadilho) de 2012, nova produção que mais uma vez tenta colocar uma catátrofe natural como antagonista de uma humanidade indefesa. Pena que assim como a onda gigante que surge neste filme patético, o longa dirigido por Roland Emmerich (Um Dia Depois do Amanhã) seja tão destrutivo. Com um currículo mais cheio de baixos do que altos (acho que o único filme do diretor que foge de uma resenha negativa seja O Patriota com Mel Gibson e Heath Ledger) Emmerich consegue se superar na produção de clichês neste 2012.
Estão lá o Pai fracassado profisssionalmente que foi abandonado pela esposa com quem tem dois filhos pequenos, mas que no final consegue sua redenção. A esposa por sua vez está casada com o cirurgião plástico bem sucedido, porém idiota. O presidente americano negro (tal qual Barack Obama e o Morgan Freeman em Impacto) consternado que arrisca sua própria vida para tentar salvar sua população (será que isso existe meu deus). Políticos (acredite você) que em dado momento do filme pensam em salvar a vida dos pobres mortais que se acotovelam por uma salvação. A corrida desenfreada da dita família para escapar do fim que se aproxima. Isso e muito mais está lá. Mas o destaque maior fica para a cena onde aparece o nosso querido Cristo Redentor desmoronando. Assista caro leitor e tenha um momento de riso involuntário com a narração non sense que emoldura a cena. Impagável.
Emmerich em momento algum tenta trazer algo de novo para o gênero que já teve seus melhores dias. Ao contrário das produções dos anos 70 citadas no início do texto, que buscavam manter o climax na interpretação dos atores sem abrir concessões, em 2012 e tantas outras produções mais recentes também já citadas, o excesso no uso da tecnologia acaba por fazer o filme se perder e não dizer a que veio. Desta forma 2012 fica fadado a ser sua própria catástrofe.








11 de nov de 2009

CAROS AMIGOS LEITORES

by

Caros amigos leitores,

Infelizmente essa semana devido a vários problemas estruturais e também alheios a nossa vontade (queda do provedor, apagão nacional e falta momentânea de tempo) , não estamos atualizando o blog essa semana, como devem ter percebido, o que odiamos (já que adoramos escrever nesse espaço) mas prometo que até o próximo sábado retornaremos (eu e Octavio) com força total.

Agradecemos desde já a atenção e audiência de vocês.

Forte abraço a todos,


André Moreira
Editor Vertigo Pop

8 de nov de 2009

NOVO POSTER DE "O LOBISOMEM"

by
Por André Moreira

Adiado para estrear somente em 2010, O Lobisomem (The Wolfman) aos poucos vai revelando um pouco da sua produção. Além das fotos e vídeos já divulgados (veja aqui, aqui), agora foi liberado um novo poster do longa (ao lado) que chega as telas de cinema em fevereiro. No elenco estão Benício Del Toro (Che), Anthony Hopkins (Beowulf) e Emily Blunt (Diabo Veste Prada).

7 de nov de 2009

TALENTO MUITO ALÉM DAS PROMESSAS

by

Mesmo esquecido pelo cinema brasileiro, Anselmo Duarte deixa seu legado para as próximas gerações

Hoje em dia, mesmo com os avanços realizados no cinema nacional, ainda não podemos dizer que alcançamos uma estabilidade criativa em nossos projetos. Muitos diretores ainda não aprenderam a linguagem da tela grande, ainda muito presos ao estilo de filmagem das novelas, com seus planos em zoom e outros vícios. Porém existem cineastas como Fernando Meirelles que além de serem apaixonados pela sétima arte, sabem dar o valor merecido aos gênios que vieram antes, sem patriotismo burro e arrogância.
Antes de Meirelles, vieram Glauber Rocha, José Mojica Marins, Walter Salles, todos diretores-criadores, com estilo próprio. Mesmo que não apreciemos os filmes deles, temos que respeitar sua competência.
Porém antes de todos eles, em uma época onde o Brasil nem constava no “mapa” do cinema mundial ou aparecia apenas como curiosidade cult, houve um homem que desbravou mares nunca antes navegados e nos deixou um legado chamado O Pagador de Promessas.
Em 1962, Anselmo Duarte, ator de filmes como Sinhá-Moça e Aviso aos Navegantes resolveu dirigir uma história a frente de seu tempo. Além de dirigir, ele roteirizou (baseado em obra de Dias Gomes) a saga de um homem humilde, Zé do Burro ( Leonardo Villar) que, após ver seu melhor amigo, o burrinho adoecer, precisa cumprir uma promessa feita em um terreno de candomblé de carregar uma pesada cruz por um longo caminho e deixá-la dentro da igreja de Santa Bárbara, onde a oferecerá ao padre local. Sempre acompanhado por sua mulher Rosa (Glória Menezes), o homem descobre que a missão não é fácil e que o padre não deixará que sua cruz entre na igreja, causando uma comoção imensa na pequena cidade.
Com um roteiro ousado e muito inteligente, Anselmo Duarte realizou um feito até hoje não repetido, trouxe ao Brasil a Palma de Ouro no Festival de Cannes, além do prêmio especial do júri no Festival de Cartagena na Colômbia, o Golden Gate de melhor filme no Festival internacional de San Francisco e foi indicado ao prêmio de melhor filme estrangeiro no Oscar.
Ao voltarem ao país, o diretor e sua equipe foram recebidos com um desfile público em carro aberto. O filme não apenas levou o prêmio máximo, ele mereceu ganhar.
Infelizmente a carreira de Anselmo após o filme foi prejudicada por divergências ideológicas e inveja no próprio meio profissional e ele não obteve o mesmo sucesso.
Na madrugada deste Sábado, Anselmo Duarte morreu após ter sofrido um acidente vascular cerebral hemorrágico. Seu legado para o cinema nacional é eterno, mesmo com a fraquíssima memória do povo que tende a somente valorizar o novo, esquecendo-se assim de quem “deu a cara a tapa” muito antes, quem ousou sem muito patrocínio, sem o apoio de uma rede Globo.
Anselmo Duarte e seu “O Pagador de Promessas” é uma lição a todos os que pretendem fazer cinema no país e aos que ainda hoje, quase 50 anos depois, colocam a culpa pelo pouco público na falta de investimento. Anselmo Duarte ensinou como um brasileiro pode ir sozinho a Cannes e trazer o prêmio máximo: “Faça melhor!”

Top Ad 728x90