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28 de fev de 2009

AINDA A BEIRA DO CAMINHO

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Por André Moreira

Carente de protagonistas maduros na faixa dos trinta anos, a teledramaturgia tem se virado como pode para achar atores que possam ter o brilho ou o talento para ocupar o posto antes capitaneado por Francisco Cuoco, Tarcisio Meira, Tony Ramos e depois por Edson Celulari, Mauricio Mattar e Fabio Assunção. Atores, que mesmo taxados pejorativamente de meros galãs, ajudaram a alavancar a audiência das novelas que participaram e deixaram sua marca em novelas que até hoje são lembradas com referência para tantas outras produções que surgiram depois.
Com a Virada dos anos 90 para os anos 2000 as opções notavelmente se esgotaram e poucos galãs surgiram, com destaque talvez para Reynaldo Gianechinni, que mesmo com uma estréia fraca em Laços de Família conseguiu correr atrás tendo melhorado a cada trabalho. Cauã Reymond, outro que chega em breve a faixa dos 30 e pertence a mais recente safra de galãs, corre forte por fora assim como Carmo Della Vecchia, que mostrou possibilidades em A Favorita (assim como Cauã) e deve ser aproveitado em outros trabalhos sem dúvida.
Porém nem tudo são flores nessa busca por novos protagonistas. Marcio Garcia, que a pouco tempo trocou o posto de apresentador na Record para protagonizar Caminho das Índias de Glória Perez, tem mostrado que ainda não está preparado para segurar um novela de frente. Suas cenas, que poderiam render na mão de um ator com mais experiência ou versatilidade, não tem tido o desempenho esperado. A atuação do ator mostra-se fraca principalmente ao contracenar com grandes atores do quilate de Lima Duarte, Tony Ramos e Osmar Prado. Ficam nítidas suas limitações como ator e com a novela ainda em seu início, o ator vai precisar se esforçar mais se quiser mostrar a emoção e os conflitos que seu personagem precisa passar para o telespectador. Sem dúvida Marcio vai ter que literalmente "correr atrás" se não quiser ficar no meio desse "caminho".

26 de fev de 2009

NA ESTRADA COM GALVÃO BUENO

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Por André Moreira

Galvão Bueno resolveu pegar a estrada e partir pro ataque. O jornalista e narrador da Rede Globo vai estrear neste domingo, 01, no Esporte Espetacular o quadro Na Estrada com Galvão Bueno, onde vai atrás de entrevistas exclusivas no mundo do esporte, seja elas onde estiverem. Na estréia ninguém menos do que o jogador Kaká do Milan. No quadro Galvão irá aproveitar para mostrar, além das entrevistas, os bastidores de cada uma delas, o percurso percorrido para chegar ao entrevistado e curiosidades de cada matéria. Na foto acima você vê Galvão e o cinegrafista José Carlos Mosca em um trem rumo a uma entrevista.

FLAVIO CANTO TIRA ONDA

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Por André Moreira

Acostumado ao mundo e o ritmo dos tatames, Flavio Canto resolveu trocar de profissão por um dia. Mais uma "vítima" do programa Tira Onda do Multishow, o judoca fez às vezes de balconista de uma loja de produtos musicais. Mesmo habituado com a pressão das competições, Flavio suou de verdade como se fosse dia de decisão tamanho o nervosismo. O episódio vai ao ar no mês de abril na nova leva de programas inéditos do Tira Onda.

24 de fev de 2009

OPERAÇÃO OSCAR: ÚLTIMAS CONSIDERAÇÕES

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Por Octavio Caruso

A cerimônia do Oscar deste ano prometia surpresas e uma nova atitude, visando melhorar a audiência de anos anteriores.
A escolha de Hugh Jackman como apresentador foi muito acertada, o ator extremamente carismático e multifacetado, além de demonstrar muita segurança no palco, cantou e dançou em um número musical original e divertido, sob a direção de Baz Lurhmann (de Moulin Rouge). O ato fazia referência ao retorno dos filmes musicais à moda, após o sucesso estrondoso de Mamma Mia!. Utilizando-se de referências aos inúmeros filmes do gênero e intercalando trechos de suas canções mais famosas, a seqüência foi digna de aplausos de pé. Jackman fez um dueto com Beyoncé, auxiliados pelo casal jovem do filme Mamma Mia. Uma ótima homenagem ao mundo fantástico do cinema.Outra mudança bem vinda foi a mudança nas entregas dos prêmios principais de melhor ator e atriz e seus coadjuvantes. Ao invés do já datado discurso rápido e cheio de humor lido no dataprompter, sem muita graça, foram mostrados em um telão vários ganhadores dos prêmios ao longo das décadas, sendo que ao final, cinco representantes compareceram ao espetáculo. Cada um falando sobre um indicado, em um texto emotivo, que não raras vezes, trouxe emoção genuína aos participantes.
Para os amantes do cinema como uma arte que vive conosco ao longo da nossa existência é inenarrável poder testemunhar uma lenda como Robert De Niro enaltecer as qualidades de um jovem astro como Sean Penn. Uma “passagem de bastão” nobre, digna da sétima arte.
Outro ponto alto da noite foi a homenagem tardia e merecida ao genial Jerry Lewis com um prêmio humanitário. Por sua vida dedicada ao auxílio às crianças e dedicação ao seu trabalho. O prêmio foi entregue por Eddie Murphy, que revitalizou sua carreira interpretando no cinema o personagem de “O Professor Aloprado”, que Lewis imortalizou em 1963.
Foi muito bom ver que, mesmo enfraquecido pela idade avançada e vários problemas de saúde, Jerry conseguiu recuperar seu peso normal e ainda mantém no rosto o mesmo sorriso que iluminou a infância de muitas crianças de várias gerações.
Com relação aos prêmios em si, não houve muitas surpresas.
Batman – O Cavaleiro das Trevas teve que se contentar com um prêmio técnico de edição de som, muito pouco para uma obra tão bem feita e dirigida. Ao menos foram justos e entregaram o merecido prêmio de ator coadjuvante aos familiares do saudoso Heath Ledger, por sua irrascível interpretação como Coringa. Foi o momento mais emocionante da noite, como já era esperado, com closes em todos os artistas da platéia vertendo lágrimas.
O Curioso Caso de Benjamin Button levou os prêmios de efeitos visuais, maquiagem e direção de arte. Merecia mais, porém foi ofuscado pela necessidade absurda de otimismo dentre os votantes da academia, que preferiram transformar o evento no dia nacional de “Bollywood”.
Não que o filme “Quem quer ser um milionário?” de Danny Boyle seja ruim, mas sem profundidade. Assim como no ano de 76, quando “Rocky – Um Lutador” passou por cima de “Todos os homens do Presidente”, um filme nitidamente melhor.
Além do prêmio maior da noite, Danny Boyle levou também o de melhor direção, roteiro adaptado, fotografia, montagem, mixagem de som e...esta sim, inacreditável, melhor trilha sonora e canção!!?? Nem quando o Eminem ganhou o prêmio com seu rap “Lose Yourself”(do filme “8 Mile”) eu fiquei tão constrangido. Conceder o prêmio máximo à trilha sonora deste filme é jogar no lixo todo o trabalho dos grandes, como Maurice Jarre, Miklos Rozsa, Jerry Goldsmith e John Williams.
No quesito animação, nenhuma surpresa, “Wall-E” venceu sem dificuldade. O mesmo é a melhor animação da década e poderia ter competido ao prêmio de melhor filme, como já aconteceu com “A Bela e a Fera” no passado.
Kate Winslett finalmente levou a estatueta para casa por seu desempenho em “O Leitor” e ainda deixou um recado bem humorado para sua concorrente e recordista em indicações Meryl Streep, dizendo: “Me desculpe Meryl, mas você vai ter que “engolir” esta!”
Na disputa para melhor ator, as apostas recaiam sobre Brad Pitt e Mickey Rourke, porém quem saiu vencedor foi Sean Penn, por seu trabalho como o vereador assumidamente homossexual Harvey Milk. Impossível dizer que não foi merecido, o astro mantém a muitos anos uma posição firme em seus trabalhos e em vida, com um caráter aparentemente inabalável e senso de política. Suas ótimas escolhas profissionais se confirmaram com o prêmio e suas atitudes políticas, com o lindo discurso de agradecimento, o melhor da noite, onde além de falar a favor dos direitos iguais para todos os homens, elogiou o povo, por terem eleito Barack Obama, um cavalheiro de nobres atitudes. Ao final, ainda teve a humildade de citar a força de vontade de seu concorrente Mickey Rourke, dizendo que é bonito presenciar seu retorno ao cinema.
A noite do Oscar refletiu o pensamento do povo americano pós-Obama, uma cerimônia otimista, corajosa e direta. Sem necessidade de alongar-se indefinidamente, Hugh Jackman ao final, agradeceu o público e deu boa noite. Foi uma ótima noite.

SÓ PRA QUEM PODE

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Por André Moreira

Tá podendo. Foi neste conversível aí de cima que Grazi Massafera chegou toda -toda ao badalado Camarote da Brahma na noite de ontem. Musa do camarote, ela dividiu as atenções com o EOS da Volkswagem.

23 de fev de 2009

ZACK SNYDER LIDERA PRÉ-ESTRÉIA DE WATCHMEN EM LONDRES

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Por André Moreira

Com estréia marcada para o próximo dia 06 de março no Brasil, Watchmen - O Filme teve sua primeira pré-estréia realizada na noite desta segunda-feira, 23, em Londres. O diretor Zack Snyder e elenco compareceram em peso ao Cine Odeon na Leicester Square. Fotos são cortesia da Paramout Pictures.




Watchmen - O Filme:

BELDADES NO SAMBÓDROMO

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Por André Moreira

A folia continua no Brasil e como de costume as celebridades lotam os camarotes mais concorridos e não deixam o samba atravessar. No camarote da Brahma atrizes e jornalistas aproveitaram o intervalo entre os desfiles e deram um pulo no estande da L´Oréal Paris montado no evento para dar um up grade na maquiagem. Grazi Massafera, musa do camarote esse ano, passaram por lá, entre outras, Fabiana Carla (Zorra Total), Ana Markun e Juliana Alves (Caminho das Índias).

OPERAÇÃO OSCAR: MELHORES MOMENTOS

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Por André Moreira

Uma noite onde o filme azarão Slumdog Millionaire brilhou, levando entre outros prêmios o de Melhor Diretor e filme do ano, Heath Ledger recebeu seu último grande prêmio, Kate Winslet deixou seus tempos de Rose de Titanic para trás e Sean Penn confirmou seu talento mais uma vez. Esses e outros momentos marcaram a 81ª edição do Oscar. Relembre as melhores passagens da festa que movimentou o Kodak Theater na noite de ontem. Cortesia do site Oscar.com.

OPERAÇÃO OSCAR: KATE WINSLET E SEAN PENN FATURAM PRÊMIO

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Por André Moreira

Kate Winslet finalmente saiu com sua estatueta da festa do Oscar. Indicada em outras ocasiões, Kate desbancou as já oscarizadas anteriormente Meryl Streep e Angelina Jolie como melhor atriz. E para surpresa de quem tinha absoluta certeza de que Mickey Rourke levaria a sua se decepcionaou. Sean Penn correu por fora e garantiu o prêmio de melhor ator por sua brilhante atuação em Milk. Veja momentos da premiação:


OPERAÇÃO OSCAR: BACKSTAGE - 2ª PARTE

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Por André Moreira

Após receberem o prêmio de melhor ator coadjuvante para seu filho Heath Ledger, os pais e irmã do ator posaram para fotos e conversaram com a imprensa.

OPERAÇÃO OSCAR: CONFIRA O AGRADECIMENTO DO PAI DE HEATH LEDGER

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Por André Moreira

Com esperado Heathe Ledger levou o prêmio (póstumo) de melhor ator coadjuvante por sua maravilhosa atuação em Batman - The Dark Nigth. No maior momento de emoção da cerimônia, o Pai de Heath recebeu em nome do filho o prêmio. Confira o agradecimento dos pais e irmã do ator, falecido no ano passado.

OPERAÇÃO OSCAR: BACKSTAGE

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Por André Moreira

Saiba o que acontece no backstage do Oscar após uma premiação. Confira os bastidores da premiação de Penélope Cruz. No vídeo você vê as atrizes que apresentaram a categoria de melhor atriz coadjuvante que Penélope faturou. Estão presentes Whoppy Golpberg, Tilda Swinton, Goldie Hawn e Angelica Houston, todos vencedoras desta categoria em anos anteriores.

OPERAÇÃO OSCAR: CONHEÇA OS PRIMEIROS PREMIADOS

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Por André Moreira

Continue acompanhando em tempo real nossa cobertura do Oscar. Os primeiros vencedores já são conhecidos. Heath Ledger, como todos esperavam, levou o Oscar de melhor ator coadjuvante por sua atuação em Batman- The Dark Night. Veja vídeos com entrevistas direto do Press Room instalado no evento e os agradecimetos de alguns dos primeiros contemplados:





22 de fev de 2009

OPERAÇÃO RED CARPET - VEJA IMAGENS DO TAPETE VERMELHO DO OSCAR

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Por André Moreira

Enquanto no Brasil estamos em clima de Carnaval, no resto do mundo a folia de Momo, óbvio, passa longe. Nos Estados Unidos nesse momento a festa é outra e o tapete vermelho do Oscar é a avenida das celebridades por lá. Acompanhe alguns flashes da chegada das estrelas hollywoodianas. Cortesia Oscar.com.







MICKEY ROURKE E JESSICA ALBA EM PREMIAÇÃO PRÉ-OSCAR

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Por André Moreira

Mickey Rourke está com a corda toda. O ator, um dos fortes candidatos a levar o Oscar essa noite para casa, tem badalado em os outros eventos pré-Oscar essa semana. Ontem o ator marcou presença no Independent Spirits Wards ontem a noite em Los Angeles. Quem também passou por lá foram as atrizes Anne Hathaway (também candidata ao Oscar essa noite por O Casamento de Rachel) Jessica Alba (Sin city) e Teri Hatcher (Desperate Housewives).


19 de fev de 2009

RAINHA DAS TELAS

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Colecionando prêmios e indicações durante toda a carreira, Meryl Streep segue firme como uma das mais bem sucedidas atrizes de seu tempo e mais uma vez concorre ao Oscar, prêmio máximo do cinema


Por Octavio Caruso

Uma atriz que aos 60 anos encara uma produção musical jovial, onde canta, dança e consegue cativar um público grande no mundo todo não é de se menosprezar.
Meryl Streep emplacou um grande sucesso nas bilheterias do ano passado com o ótimo musical Mamma Mia!, onde além de dar um show de atuação, também canta o repertório da banda Abba como se fizesse isso desde criancinha.
Uma artista versátil que mantém um incrível recorde de indicações ao Oscar em sua categoria. Tudo começou na distante década de 70.

Sua primeira participação de destaque foi no bom filme anti-guerra “O Franco Atirador” (The Deer Hunter) de 1978, com direção de Michael Cimino. Com este filme já recebeu sua primeira indicação ao prêmio de atriz coadjuvante. Sua sorte brilhou sobre os produtores também, que viram seu projeto ser nomeado o melhor filme da noite. Um ótimo início para Streep.
Um ano depois fez parceria em cena com Dustin Hoffman no drama “Kramer Vs. Kramer”, um retrato bastante realista do panorama de um divórcio. Por este filme, não só foi indicada ao Oscar, como levou o prêmio. E acreditem, o filme também saiu vitorioso com o prêmio máximo. Sorte, boa visão de negócio ou coincidência? O mais provável é a junção dos três, somado a um talento além de seu tempo.
No mesmo ano, participa do, hoje considerado por muitos, o melhor filme de Woody Allen, “Manhattan”. Uma atuação minimalista, porém perfeita.
Na década seguinte participou de produções de qualidade, que se não lhe trouxeram prêmios, pelo menos não são motivos de envergonhar-se no futuro.
Em “A Mulher do Tenente Francês”, baseado em livro de John Fowles, Meryl dá vazão a seus melhores momentos como atriz, ao lado de Jeremy Irons. Ambos interpretam dois casais, o primeiro como parceiros de teatro, ensaiando uma peça sobre o romance entre Charles e Sarah, amantes da era Vitoriana. O segundo casal, os próprios (Charles e Sarah) em plena época Vitoriana. Um filme intrigante e criativo, não perfeito, porém próximo disso. Por este papel, ela foi indicada novamente ao Oscar. Uma injustiça ela não ter levado.
Seguiram-se papéis bons em filmes menores, como “ No Silêncio da Noite”. Em “A Escolha de Sofia”, a atriz aprendeu a falar alemão para viver a polonesa Sofia, presa em um campo de concentração durante a guerra. Adivinhem? Ela venceu o prêmio de melhor atriz por este filme.
No filme menor “Amor à Primeira vista”, ao lado de Robert De Niro, não venceu nenhum prêmio no Oscar, porém levou o prêmio maior na cerimônia italiana David di Donatello, como melhor atriz estrangeira. É fato, Meryl Streep é uma artista de muita sorte.
Em 1985, dirigida pelo saudoso Sydney Pollack e acompanhada pelo galâ da época Robert Redford, participou de “Entre Dois Amores”, onde interpretou uma personagem real, a baronesa dinamarquesa que, ao dirigir uma plantação de café no Quênia, se apaixona pela África e sua gente. A produção venceu como melhor filme no Oscar e ela foi indicada para melhor atriz. Isso porque estou me limitando apenas aos prêmios da academia americana, se formos considerar os prêmios de atuação pelo mundo afora e em premiações como Globo de Ouro, constataremos que a atriz surpreende de verdade.

Em 1987, participou de “Ironweed”, filme dirigido pelo argentino, radicado brasileiro Hector Babenco...levantem as mãos os que acham que ela foi indicada ao prêmio do ano...acertaram.
Na década de 90, já com seu escritório abarrotado de prêmios, Meryl decidiu se permitir aventurar em sua primeira bomba, o filme fantasioso “A Morte Lhe Cai Bem”, dirigida por Robert Zemeckis e com Bruce Willis no elenco. E mesmo nesse arremedo, ela conseguiu arrancar uma indicação ao prêmio de melhor atriz (musical/comédia) no Globo de Ouro...impressionante.
Após algumas tentativas em filmes bons, mas inexpressivos, como “A Casa dos espíritos” e “Rio Selvagem”, Streep encontra o eterno “homem sem nome” Clint Eastwood, que a dirige e co-estrela em “As Pontes de Madison”, um dos mais lindos romances da década de 90. Que ela foi indicada, nem precisa comentar, mas devo salientar com fervor aos que não assistiram, que esta história possui uma qualidade atemporal. O amor entre os dois personagens, que já viveram e sofreram tanto na vida, porém que o destino não deixou germinar, permanece umedecendo os olhos de muitos espectadores até hoje.
Em “Música do Coração”, Streep demonstra mais uma vez a sua vocação, aprendendo a tocar violino, para poder dar voz à sua personagem. Uma professora do instrumento, que enfrenta o súbito cancelamento de suas aulas em um gueto no Harlem. Antes que perguntem...sim, ela foi indicada mais uma vez por seu trabalho.
Nos últimos anos, se destacou em ótimos filmes, como “As Horas”. Porém foi com “O Diabo Veste Prada” de 2006, que a atriz realmente alcançou novamente a glória e a fama dos primeiros anos de carreira.
No ano passado, aventurou-se em um gênero que ainda não conhecia, o musical. Com Mamma Mia! Ela transborda vigor e autenticidade mesmo cantando. Uma ótima produção, muito divertida, um dos melhores filmes do gênero a aportar nas telas.
No próximo dia 22, Meryl Streep irá concorrer à sua décima-quinta indicação ao Oscar pelo filme “Dúvida”(Doubt), onde interpreta com o mesmo talento de sempre, uma freira que enfrenta um padre acusado de violentar um jovem garoto negro. Moralidade, religião e autoridade são discutidos brilhantemente na produção.
Será que ela irá ganhar mais este prêmio? Alguém duvida da sorte de Meryl Streep?

Meryl Streep em Mamma Mia!!

Meryl Streep e Dustin Hoffman - Kramer Vs Kramer:


Diabo Veste Prada (Devil Wears Prada) trailer:

Trecho de Dúvida (Doubt) com Meryl Streep:

18 de fev de 2009

CLÉO PIRES FORA DE "OS MERCENÁRIOS"

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Por André Moreira

Como noticiamos aqui Cléo Pires havia sido aprovada para atuar no filme Os Mercenários que Sylvester Stallone começa a filmar no próximo dia 28 de março no Rio de Janeiro. Porém a assessoria de imprensa da atriz divulgou na tarde desta quarta-feira, 18, que Cléo não conseguiu liberação da Rede Globo para participar do longa. O motivo seria a agenda de gravações da novela Caminho das Índias, onde ela interpreta Surya. Os produtores de Os mercenários estão no Rio visitando locações. Stallone dirige o longa, além de ser o autor do roteiro. Com a saída de Cléo do páreo, quem será que assumirá seu lugar? Vale lembrar que outras atrizes brasileiras participaram dos testes realizados em dezembro para o filme, entre elas Juliana Paes (que também deve ser carta fora do baralho, uma vez que protagoniza a trama de Glória Perez) e Gisele Itié.

CAMINHOS PARECIDOS

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Por André Moreira

Entre cores, mantras e comparações, Gloria Perez voltou ao horário nobre depois de contar a história de conquistas do povo do Acre na minissérie Amazônia. Sua novela Caminhos das Índias estreou com muitas expectativas e baixos índices no ibope, em muito talvez pelo novo perfil de telespectador, que hoje pulverizado entre outras mídias, já não prestigia com muita empolgação a chegada de uma nova trama como tempos atrás. Mas isso não é demérito do autor, mas sim uma nova situação ao qual esse tipo de mídia, seja qual for a emissora, está sujeita e deve se adaptar, ou melhor dizendo, se readaptar. Outro ponto talvez desfavorável seria a inevitável comparação com outra obra sua de grande repercussão: O Clone. É obvio que Caminho das Índias fala de uma cultura totalmente diferente e aborda de forma respeitosa os dogmas desse povo. O que salta mesmo aos olhos na verdade é a linha principal que Gloria optou para contar sua nova história de amor. A trama central, que conta os percalços de um amor cujo principal empecilho está nas diferenças culturais entre ambos, foi exaustivamente utilizada por Gloria no decorrer de sua carreira.
Além de O Clone, quem não se lembra de Explode Coração, que trazia um núcleo cigano e contava a história de amor entre um empresário vivido por Edson Celulari e uma cigana encarnada por Teresa Seiblitz? E quanto ao cigano Igor, "magistralmente" interpretado por Ricardo Macchi, como a outra ponta desse triângulo amoroso?
Trama central parecida e núcleos de coadjuvantes idem colaboram para a interminável comparação.
Mas o quesito popularidade deve ajudar a autora a reverter a situação, uma vez que os números tem mostrado uma recuperação a cada semana. Glória é mestre em falar com o público mais popular entre os brasileiros, permeando sua trama com núcleos que vão do subúrbio do Rio de Janeiro até a festejada Lapa, coração da boemia carioca. É nesse ponto que ela deve calcar sua trama nos próximos meses e segurar o público através da identificação. É necessário o telespectador se "enxergar" ao assistir a trama, se "ver" nela. Glória é craque nesse sentido e suas tramas anteriores ratificam isso. Pupila e cria de Janete Clair, Glória Perez sabe que é preciso encantar o público e fazê-lo sonhar. E essa história ela sabe contar.


Relembre a Novela Explode Coração:

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