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6 de mai de 2009

WOLVERINE IN RIO

Divulgando X-Men Origens: Wolverine em terras brasileiras, Hugh Jackman falou sobre o filme e sua sequência em coletiva de imprensa no Copacabana Palace e nós do Vertigo Pop, lógico, estávamos lá



Por André Moreira


Simpático e carismático ao extremo. Características que quase, eu disse quase, nublam seu talento, seja nos palcos ou nas telas. Esse é Hugh Jackman, ator australiano que despontou para o sucesso personificando o mais amado e polêmico mutante dos quadrinhos, Wolverine. Um sucesso que rendeu um novo fruto chamado X-Men Origens: Wolverine, filme que em seu primeiro final de semana arrecadou 87 milhões de doláres na terra do Tio Sam e também tem feito bonito Brasil. Aproveitando esse sucesso o ator desembarcou em solo brasileiro para divulgar o filme e, é claro, conhecer um pouco da nossa cultura.

Uma das primeiras questões abordadas foi sobre a sequência do longa que começa a tomar forma e deve ter o Japão como cenário. "Nós estamos conversando com a Fox e outros produtores. Nós estamos desenvolvendo a história. A história que sempre quis contar de Wolverine. E também estou procurando o melhor roteirista para fazer o filme", disse ele que vive o mutante há dez anos nas telas. " Há dez anos tenho feio o personagem. No mundo dos X-Men ele sempre foi o mais popular e ele me lembra muito Mad Max, Dirty Harry. Nunca havia lido os quadrinhos até ser convidado para o papel. Quando fui convidado logo vi que era um personagem fantástico.", declarou destacando a Fox como um ótima parceira em sua carreira. "A Fox tem sido muito generosa na minha carreira".

Descoberto nos palcos quando fazia o musical Oklahoma, Hugh acha que a experiência neste tipo de trabalho ajudou bastante na hora de viver o mutante, principalmente nas cenas de ação."No caso das cenas de luta, sem dúvida nenhuma. Era como uma coreografia. Mas para dizer a verdade o que eu tenho que fazer é contar histórias. Eu fico surpreso em ter feito musicais e isso me ajudou como ator. O Wolverine é muito duro e fazer musicais também é muito duro.", afirmou.

Questionado se tinha medo de ficar marcado pelo papel, Hugh foi categórico. "Não. Quando eu era pequeno detestava altura. Então para enfrentar esse medo comecei a pular de lugares altos para perder esse medo. E se ficasse com medo de ficar marcado por esse papel não faria o filme. Tenho sorte. Acho que é um desafio para o ator." disse.

Quanto a pirataria do filme, via internet, um mês antes de seu lançamento nos cinemas o ator disse não ter se preocupado. "Olho para frente. O que passou, passou e as pessoas estão gostando o filme. Claro que ver um filme no computador não tem nada a ver com ver nas telas dos cinemas." disse ele que parece ter adotado a mesma política "tô nem aí" quando o assunto girou em torno das críticas negativas ao filme. "Sou a pessoa errada para julgar. Não leio críticas, só vejo a opinião geral. Pessoas têm sua própria visão. Nas previews o público comum gostou bastante e este público é o que importa para mim não a crítica, que pode ser fria, técnica demais", deixando claro, embora negue, seu descontentamento com críticas negativas ao longa dirigido por Gavin Hood.
Perguntado sobre as habilidades mutantes que gostaria de possuir, o ator responde humoradamente, "Gostaria de ter a habilidade de me auto-curar (uma das famosas habilidades mutantes de Wolverine). Seria ótimo em Hollywood". Concluindo humoradamente a coletiva mostrando que seu principal poder mutante é mesmo o bom humor e simpatia.

Veja pequeno trecho da coletiva em que Hugh Jackman fala de como venceu seu medo de altura e porque não tem medo de ficar marcado pelo personagem Wolverine. Cortesia Vertigo Pop.

Veja também através do You Tube

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