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12 de jul de 2009

VERTIGO POP CRÍTICA: HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE

O AMADURECIMENTO DO PEQUENO BRUXO


Sombrio do início ao fim mas com toques de comédia romântica, Harry Potter e o Enigma do Príncipe mostra o amadurecimento não só do personagens mas também de seu elenco principal


Por Octavio Caruso
fotos divulgação/ Warner Bros.

Harry Potter e o Enigma do Príncipe é o “Império Contra-Ataca” da saga de J.K. Rowling. Tendo isso em mente, prepare-se para momentos bastante tensos e um clima de tristeza sem precedentes na série.
O diretor David Yates nos alivia a barra com seqüências de humor muito oportunas e bem realizadas, mais uma vez se apoiando na forte química do trio principal: Harry, Rony e Hermione.
A história parece por vezes uma incrível “ponte”, que serve mais como ligação para os próximos dois filmes, com poucas cenas de ação. Definitivamente, este capítulo é o que menos se sustenta por si só, fora da cronologia. Quem não conhece a saga e quer ver descompromissadamente um filme de fantasia, irá se deparar com um espetáculo longo e por vezes maçante. Para os fãs, com certeza uma experiência muito boa e satisfatória.

Mesmo com todo o clima sombrio, o amor está no ar em Hogwarts. Harry Potter encontra o amor de sua vida, enquanto Rony e Hermione descobrem aos poucos estarem se apaixonando. Preparem-se para muitas seqüências hilárias mostrando o efeito do amor nos personagens.
Quanto a atuação, o maior destaque é Jim Broadbent como o professor Horácio Slughorn, que rouba cada uma das cenas em que participa, com seu timing perfeito.
Daniel Radcliffe como Harry Potter, mostra uma evolução gradual a cada projeto. Neste demonstra que está confortável no papel de sua vida.
Emma Watson como Hermione Granger continua esbanjando charme e desta vez, têm a oportunidade de vivenciar novos sentimentos.


Rupert Grint continua espetacular como Rony Weasley. É neste filme que seu personagem têm maior destaque e ele não desaponta. São suas as cenas mais engraçadas de O Enigma do Príncipe. Destaque também para Evanna Lynch como Luna Lovegood, que com sua excentricidade muito simpática enche a tela, mesmo tendo poucos momentos em cena.
O sexto filme da série de Harry Potter mantém o nível de qualidade, mesmo que sendo mais uma elaborada preparação para futuros acontecimentos. Não chega ao nível de o Prisioneiro de Azkaban, mas traz elementos importantes que o fazem ser mais que um simples filme de fantasia.



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