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13 de dez de 2010

CRÍTICA: ENTERRADO VIVO

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Enterrado Vivo é o primeiro filme do diretor espanhol Rodrigo Cortés
Ryan Reynolds se destaca em thriller claustrofóbico

Por André Moreira


Enterrado Vivo (Buried) tem conquistado boas críticas desde o festival de Sundance deste ano.  E não é para menos. Partindo de uma simples premissa o diretor Rodrigo Cortés consegue tirar proveito de uma simples narrativa sem repetir fórmulas. O diretor espanhol faz uma boa estréia e aproveita da melhor forma o limitado orçamento (3 milhões de dólares) com esse filme claustrofóbico que parece ser a nova tendência de Hollywood, vide o ainda inédito e já aclamado 72 horas do diretor Danny Boyle. 

Paul Conroy (Ryan Reynolds) desperta amarrado e amordaçado naquilo em que ele logo percebe ser um caixão. Enterrado vivo a muitos metros abaixo do solo, o caminhoneiro que prestava serviço para uma empresa americana no Iraque, precisa tentar rapidamente escapar de sua prisão, mesmo sem ter muita alternativa. De posse apenas de um celular, uma lanterna, um pequeno cantil e um isqueiro, Conroy corre contra o tempo.

Ryan Reynolds, que vive o protagonista Paul Conroy, finalmente parece à vontade fora de seu ambiente de comédia. O ator domina a cena e passa de forma correta toda a tensão que o personagem exige. Enterrado vivo pode ser um divisor de águas na carreira do ator, sempre limitado a comédias por vezes duvidosas. Mas ele vai precisar enxergar além desses filmes encomendados de Hollywood para traçar uma boa e longeva carreira no cinema sem ficar “confinado” a papéis medíocres. 


 Com uma narrativa ousada para os atuais padrões do cinema atual onde os efeitos digitais parecem tomar a vez de bons roteiros, Córtes se mune apenas de um filete dramático, onde filme único e limitado cenário parece ser o personagem coadjuvante ganhando vida e onde o diretor teve como principal e competente aliado o diretor de fotografia Eduard Grau ( de Single Man), que conseguiu imprimir o ambiente claustrofóbico que ao longo da projeção parece saltar da tela e incomodar o público, que com certeza se sentirá “aprisionado” junto com o protagonista. As conversas de Conroy com outros personagens (que surgem durante todo o filme através de vozes via celular) aumentam ainda mais o clima de suspense e tensão e suas ausências físicas gera o contraponto necessário para o filme crescer em proporção. Os diálogos entre Eles e Paul também conseguem espaço para criticar a política de guerra adotada pelos Estados Unidos, o que ajuda o filme a não ficar com um tom superficial. Enterrado Vivo consegue provar que mesmo com um orçamento apertado é possível criar um bom filme.

3 de dez de 2010

GABRIEL BRAGA NUNES ASSUME PAPEL DE FABIO ASSUNÇÃO

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Por André Moreira

O tempo era curto para tapar o buraco deixado pela saída inesperada de  Fabio Assunção do elenco de Insensato Coração, novela de Gilberto Braga em que o ator vivia o vilão da trama. E as opções eram poucas. Foram cogitados para o papel os atores Du Moscovis, Rodrigo Santoro, Caco Ciocler e até mesmo Selton Mello, hoje avesso a produções do gênero. Mas coube ao improvável Gabriel Braga Nunes (nada contra ele, pois é um bom ator e tenho certeza que dará conta do recado) a missão de assumir o papel do filho mais velho de Antonio Fagundes na trama que substituirá Passione no horário nobre. 
Depois de uma passagem pela Record onde esteve no elenco da péssima trilogia mutante e de Poder Paralelo de Lauro César Muniz, Gabriel voltou recentemente à tela da Globo em uma ótima atuação em As Cariocas, coincidentemente dividindo a cena com Paola de Oliveira, atriz que também foi chamada às pressas para substituir outra atriz do elenco, Ana Paula Arósio. Gabriel começa a gravar na semana que vem. Agora a pergunta que não quer calar: Quem mais irá abandonar o barco de Insensato Coração?

CRÍTICA: MEGAMENTE

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 Megamente mostra o amadurecimento da Dreamworks no campo da animação

Por André Moreira

A estréia de Megamente (Megamind) pode colocar a Dreamworks em um território perigoso dado o sucesso desse gênero (super-heróis) anos atrás com Os Incríveis da concorrente Pixar, mas representa o amadurecimento técnico do estúdio de animação. Brincando desde o início com o universo e arquétipos dos heróis e vilões, Megamente tenta ir além do conquistado em termos de roteiro por Os Incríveis.
"Megamente" é o mais brilhante super-vilão que o mundo já conheceu. E o mais fracassado. Durante muitos anos ele tenta conquistar Metro City de todas as maneiras imagináveis. Cada tentativa é um fracasso colossal graças ao super-herói encapado, conhecido como "Metro Man", um herói invencível até o dia em que Megamente realmente mata Metro Man durante a execução de um de seus atrapalhados planos diabólicos.
Se no campo de efeitos visuais os produtores desse divertido longa animado se saem bem, no roteiro Megamente consegue se sobrepor a outras obras do gênero, apesar de ficar um passo atrás do desenho da família heróica. Talvez, em parte, por “roubar” descaradamente elementos famosos de Superman, primeiro grande super-herói dos quadrinhos, Megamente soe como algo que já vimos antes em sua primeira meia hora. O impulso da animação se dá após isso, quando o vilão ganha novos contornos e assume o lugar de protagonista. Daí para frente as situações em cima do arquétipo de heróis e vilões oferece os melhores momentos do desenho, sem se repetir em nenhum momento. Citações a clássicos do cinema acrescentam os melhores momentos da trama, que vai crescendo em dinamismo.
O personagem título, engraçado e carismático rouba a cena sem deixar espaço para que o espectador desvie o olhar da tela. A meu ver bem mais carismático do que Meu Malvado Favorito, primeira animação da Universal e que fez sucesso este ano colocando também um vilão como personagem central. Aqui a eterna luta do bem contra o mal vai além ao brincar com arquétipos estabelecidos durante anos nesse tipo de gênero. Uma sátira pop com ótima sacadas na trilha sonora que vai de Guns n´Roses a Michael Jackson, Megamente diverte até o mais carrancudo espectador. O 3d é bem feito assim como o design dos personagens. Pode não ser tão eficaz como Os Incríveis, mas é uma paródia divertida do gênero com certeza.


CRÍTICA: A REDE SOCIAL

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Um dos melhores filmes da safra 2010, A Rede Social pode ser um forte candidato ao Oscar

Por André Moreira

Sem duvida um dos melhores filmes da safra 2010, A Rede Social de David Fincher consegue traduzir como surgiu um dos maiores e milionários negócios de últimos tempos, o Facebook, rede de relacionamento de grande sucesso e que roubou uma boa fatia do mercado conquistado por outra rede de relacionamento, o Orkut. Uma história de bastidor cheia de intrigas e, por não dizer, trapaças. Adaptação do livro de Ben Mezrich, “Bilionário por acaso”, cujo  roteirista Aaron Sorkin é mais notório por produzir e escrever séries de TV de sucesso com West Wing, , A Rede Social se afasta dos habituais filmes nerds e aproxima o público de um filme com muito mais substância cênica e aprofundamento dos personagens. Focado nos personagens e suas motivações, o filme ganha em proporção tal qual a rede que serve de pano de fundo.

 A Rede Social consegue prender a atenção desde o início com diálogos rápidos e ótimas interpretações de um elenco de novos atores como Jesse Eisenberg (Zumbilândia), que consegue imprimir verdade para seu Mark Zuckerberg (criador, ou um dos criadores, daquilo que viria a se chamar Facebook) e foge dos estereótipos comuns nesse tipo de papel. Sua interpretação pode causar estranheza para alguns, mas está na medida certa. Andrew Garfield que vive o brasileiro Eduardo Saverin e luta para provar que é o co-criador do Facebook (que antes se chamava The Facebook) também está à vontade no papel e mostra que pode ser um bom Homem-Aranha, papel que conquistou recentemente e irá reiniciar a franquia do Aracnídeo. Garfield serve de contraponto para o personagem de Eisenberg. Se um é frio e calculista (Eisenberg), o outro é emoção (Garfield). E é talvez essa diferença que culmina na briga que acabou se tornando pública e deflagrou o fim de uma amizade. Até mesmo Justin Timberlake, mais conhecido como astro pop da música, se sai bem (apesar de ter alguns momentos de afetação).


Um dos pontos a favor dessa ótima produção é a direção de Fincher que intercala a cronologia dos acontecimentos sem criar um flashback didático e explicativo “tatibitati”. É importante destacar que o principal acerto do diretor é em momento algum apontar um culpado, deixando para o espectador fazer seu julgamento. Sem ser tendencioso, o diretor aponta para todas as direções, mas acerta o alvo.







CRÍTICA: SKYLINE: A INVASÃO

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Filme é uma das piores produções do gênero nos últimos tempos

Por André Moreira

Profusão de clichês e amontoado de situações esdrúxulas, Skyline – A Invasão, filme de ficção científica que chega aos cinemas este fim de semana, nada acrescenta ao gênero e mostra que mesmo um filme desse tipo precisa de um bom roteiro para prender a atenção do público. O que não é o caso dessa produção medíocre que enche a tela de efeitos por vezes duvidosos e esquece de contar uma boa história.

Tudo começa quando o governo dos EUA envia uma mensagem para o espaço, visando encontrar vida alienígena. Algum tempo depois, estranhas luzes descem à cidade de Los Angeles, trazendo pânico a população, que tenta entender o que está acontecendo. Aos poucos, uma força extraterrestre ameaça engolir toda a população da Terra. 

Ancorado por um elenco de ilustres desconhecidos e péssimas atuações, o filme patina na mesmice e não consegue explicar a quem está de olho na tela os motivos que movem os famigerados alienígenas que aportam na terra – mais especificamente Los Angeles – e começam a sugar literalmente os habitantes da cidade numa espécie de “rotorooter gigante”, além de fazer os habituais ataques. Do início ao fim o que se vê é digno dos filmes abaixo da classe B. Skyline, que faz questão de alardear em seus créditos ser produzido pelos mesmos produtores de Independence Day, só consegue ao longo de sua projeção causar o bocejo do incauto espectador. Produção lamentável e medíocre. O gênero já viveu dias melhores.

29 de nov de 2010

MAIS UMA BAIXA EM INSENSATO CORAÇÃO

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Por André Moreira

Depois de Ana Paula Arósio ser desligada de Insensato Coração, novela que irá substituir Passione no horário nobre, agora mais um ator parece que vai abandonar o barco da produção. Fábio Assunção, que já havia faltado a gravação de um dos capítulos da trama à exemplo de Arósio, deve se reunir com a direção da Rede globo ainda hoje para oficializar sua saída da trama de Gilberto Braga. Vale lembrar que Fabio já havia se desligado de outra novela, Negócio da China de Miguel Falabella, por problemas com drogas, como o prórpio ator assumiu na ocasião. Ainda não há detalhes do desfecho dessa trama paralela que aflige a produção da próxima novela das 21h. Gilberto Braga não quis se pronunciar a respeito alegando que esse era um momento de crise.Fábio vivia até então um dos protagonistas da trama.

19 de nov de 2010

CRÍTICA: HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE - PARTE 1 (HARRY POTTER AND THE DEATHLY HALLOWS - PART 1)

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São tempos sombrios. Essas palavras de Bill Nighy (o sinistro burocrata Rufus Scrimgeour) abrem e dão o tom da sétima e penúltima aventura do bruxo mais famoso e rentável da indústria de cinema mundial, Harry Potter. 
Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 1 (Harry Potter and the Deadly Hallows – part 1) é o ápice das aventuras que começaram no livros de J.K. Rowling e viraram febre dentre crianças e adolescentes do mundo todo e que não fez feio na tela grande, mesmo com sequências irregulares em relação umas as outras (a saga teve diversos diretores ao longo de sua extensa carreira). Se muitos acharam que as duas aventuras pilotadas anteriormente pelo diretor David Yates (Harry Potter e a Ordem da Fênix e Harry Potter e o Enigma do Principe) ficaram devendo mais ação, tornando-as enfadonha para muitos (eu pessoalmente acho que ambos capítulos estavam de acordo com o livro), nessa nova e definitiva sequência que teve que ser dividida em duas partes (muito pelo desejo da Warner que não queria se despedir de sua galinha dos ovos de ouro tão cedo), Yates mostra a que veio, sabendo dosar ação, efeitos especiais e o principal, tirar o melhor da atuação de seus atores, sobretudo o trio principal, Harry, Hermione e Ron. Daniel Radcliff, Emma Watson e Rupert Grint estão em seu melhor momento em toda a série, talvez pela longa convivência, talvez pela ótima direção de Yates ou mesmo pelo amadurecimento dos atores, que cresceram aos nossos olhos vivendo nos últimos anos esse personagens. Carismáticos, os atores estão a vontade nessa nova aventura.

O bom da direção de David Yates é não se apressar para contar a história e criar a conhecida “barriga”, solução que estica um história sem na verdade acrescentar nada em seu contexto. Nessa primeira parte que abre o final da saga, o diretor consegue dar chance para os atores “solarem” e trocarem situações cênicas sem comprometer o produto final, elevando o clímax, o que pouco foi visto nas aventuras anteriores (sem desmerecê-las, claro). Cada uma teve seu tempo e importância cronológica para que Yates chegasse nesse ponto importante da saga.


Também fica impossível não destacar o trabalho de Ralf Fiennes e Helena Bohan Carter como os vilões Voldemort e Belatrix. Antagonistas de peso e experientes que ajudam não só a contar história mas criam o principal “encantamento” do filme, afinal todo bom mocinho precisa de vilões à sua altura. Yates consegue dar o tom certo a uma trama que cativa crianças, adolescentes e adultos, emoldurado com ótimos efeitos especiais e trilha sonora, sem falar nas ótimas locações, um brilho que faltava nas aventuras anteriores, sempre limitadas aos mesmos cenários do castelo em sua maioria. Nessas locações a aventura cresce em proporção. Ponto para ele. Que venha a última parte.

CRÍTICA: UM HOMEM MISTERIOSO (THE AMERICAN)

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Um dos thrillers mais monótonos dos últimos tempos. Essa é a definição possível para Um Homem Misterioso (The American), filme que trás um burocrático George Clooney como protagonista desse insípido longa. Clooney vive um assassino chamado Jack (e por vezes também chamado Eduardo) contratado pelo sueco Pavel (Johan Leysen). O filme é deliberadamente vago, sem deixar pistas da origem do personagem e o porquê de sua função e objetivos. 

Insistindo em ser enigmático em toda sua linha de trabalho, falta a esse thriller o tom certo para prender a atenção e nos fazer torcer pelo protagonista, o que nem de longe acontece. Em sua seqüência de abertura o longa promete seguir o rumo de tiros e perseguições na linha da franquia Bourne, para logo em seguida mostrar essa não será a trilha que o diretor Anton Corbijn irá seguir. O filme no fundo usa tiros e perseguições (que não empolgam) como pano de fundo para mostrar um homem em busca de redenção depois de dedicar sua vida a matança por encomenda. Surgem em seu caminho um padre fora dos padrões, uma assassina dúbia e uma apaixonada prostituta.

Anton Corbijn dirigiu a partir do roteiro por Rowan Joffe, baseado em Martin Booth elogiado romance A Very Private Gentleman. O filme parece drenado de vida. E o mesmo acontece com a sua estrela. Clooney, talvez pela direção, pouco se entrega emocionalmente e cenicamente a proposta do filme e com certeza não entrega seu melhor trabalho. Um Homem Misterioso talvez tenha deixado sua melhor parte no chão da ilha de edição.

15 de nov de 2010

CRÍTICA: MACHETE

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Por André Moreira

Filme de Robert Rodriguez que teve sua origem através de um falso trailer inserido em GrindHouse (parceria dele e Quentin Tarantino de 2007), Machete fez tanto sucesso que ganhou uma versão ampliada e comentadíssima no último Festival do Rio. Com o nada galã Danny Trejo (Um Drink no Inferno) comandando a sessão ampliada desse Mexploitation, Rodriguez retorna com força a um terreno que somente ele e Tarantino sabem explorar nos dias de hoje e que teve seu auge nos anos 70.
A sinopse do filme é clara com o gênero. Após Machete se envolver com um traficante de drogas (Steven Seagal), ele aceita uma oferta para cometer um assassinato. O Dr. Benz (Jeff Fahey) contrata o assassino para matar um senador corrupto (Robert De Niro).
Para a missão, o anti-herói conta com a ajuda de Luz (Robert Rodriguez), Padre (Chech Marin) e April (Lindsay Lohan), uma socialite que possui habilidade com armas. Enquanto se prepara, ele é perseguido pela agente Sartana (Jessica Alba).
O forte de Machete está principalmente em sua abertura cartática e sanguinária bem ao estilo do gênero, o que confere ao longa a identificação imediata com seu público, que embarga sem hesitação ao que Rodriguez propõe na tela: diversão absoluta (mas com doses clara de críticas a políticas de imigração). E Machete consegue, mesmo caindo em ritmo ao longo da película por desviar a atenção de seu protagonista para seus coadjuvantes. Sendo ele a figura central, nada mais correto do que focar mais a história no próprio, mesmo com coadjuvantes do calibre de Robert DeNiro (que sob a batuta de Robert Rodrigues faz uma hilária referência a Taxi Driver), Jessica Alba, Michele Rodriguez e Steve Segal (que surpreendentemente eficaz como o vilão, e seu confronto final com Trejo é tanto bem encenado, como engraçado.
Outro charme do filme é a presença da hoje problemática Lindsay Lohan que irônica e propositalmente (obra de Rodriguez) emula sua própria persona e aqui se encaixa perfeitamente. Machete consegue também ressuscitar um ícone dos anos 80. Don Johnson, que vive um dos pérfidos e cômicos capangas de DeNiro, está à vontade no papel e se souber aproveitar essa nova chance pode retornar a seus dias de glória da época do seriado Miami Vice. Rodriguez como Tarantino gosta de dar chance a atores esquecidos por Hollywood e subverter sua imagem, extraindo o impensável do ator. E ambos fazem isso muito bem.
Mesmo com toda sua carnificina, mulheres esculturais e diálogos e referências pop, Machete ainda consegue falar sério sobre a questão da imigração de latinos para terras americanas e a opressão que sofrem. Talvez aí esteja se ponto alto de fato. Uma crítica com tons pop.

CRÍTICA: MUITA CALMA NESSA HORA

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Por André Moreira

Em um primeiro momento fica impossível não haver comparações entre Muita Calma Nessa Hora com muitos dos filmes de Xuxa Meneguel. O novo filme roteirizado pelo queridinho do momento – sem fazer pouco caso – do humor brasileiro, Bruno Mazzeo ,roteirista do longa, usa dos mesmos recursos que a eterna Rainha dos baixinhos tem utilizado ao longo de sua carreira na tela grande. 

Sem um roteiro e diálogos dignos de nota, Xuxa apelava para um manancial de participações ”especiais” para preencher essa lacuna. Era uma profusão de cantores da moda e atrizes e modelos idem sem alguma expressividade cênica tentando passar algo crível na tela com resultados desastrosos.


Muita Calma nessa hora quase cai nessa armadilha. Digo quase, porque ao contrário de Xuxa, Bruno e Felipe Joffily (diretor do longa) se cercaram de diversos humoristas do momento e das mais diversa formações, alguns bons, outros nem tanto.Esse caldeirão coloca o longa, que em algumas vezes é sim divertido, em um grande desnível. 


Estão lá Marcos Mion (fazendo seu único papel, o dele mesmo), a turma de Hermes e Renato (totalmente non sense e descartável), Lúcio Mauro e seu filho Lúcio Mauro Filho (em ótimas e rápidas participações), além do excelente Marcelo Adnet (com pouco espaço, mas que consegue render os melhores momentos de humor do filme). Eles e outros tantos compõem o elenco de coadjuvantes onde as protagonistas são Fernanda Souza, Andreia Horta, Deborah Lamm (que vive um hippie zen chata, melodramática e que descamba para o dramalhão ao final) e Giane Albertonni (ex-modelo e agora atriz), que até funcionam bem juntas, mas no final deixa um quê de episódio de verão de Malhação, série longeva global voltada para adolescentes com um toque de Zorra Total. Um ponto que também causa estranheza e exagero é o repetido merchandising de uma operadora telefônica (não por coincidência uma das patrocinadoras do longa e a qual Mazzeo é garoto propaganda). Mal inserida e fora de contexto. Tudo bem que cinema precisa de patrocínio, mas não vamos exagerar.

Atuações irregulares, merchandising fora de hora  e somado a tentativa de Mazzeo de contar uma história de amor e relacionamento em meio ao tom de comédia escrachada é o que faz com que o filme perca um pouco de seu ritmo e o roteiro naufrague no óbvio, onde o público com certeza já sabe onde tudo isso irá acabar. Se o diretor aparasse as arestas o filme ficaria muito mais coeso e redondo com certeza.

9 de nov de 2010

METALLICA CONFIRMADO NO ROCK IN RIO 2011

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Por André Moreira

Aos poucos o line up do Rock In Rio 2011 começa a ser divulgado. E uma banda de peso internacional já confirmou presença. O Mettalica, saudada banda de Heavy Metal e que possui uma legião de fãs no Brasil, estará presente no festival que retorna ao Rio de Janeiro no próximo ano, depois de temporadas em Madri e Portugal. Segundo Medina a escolha pela banda, que divide fãs do gênero com o Iron Maiden (que já tocou no festival), vem de uma pesquisa juntos aos fãs. Será a primeira vez que o Mettalica se apresenta no Rock In Rio. Outros nomes, de acordo com a organização do festival, serão divulgados ao longo dos próximos meses. Entre os brasileiros estão confirmados por enquanto os grupos Sepultura e Angra, também do gênero Heavy Metal.

5 de nov de 2010

SALLY FIELD PODE VIVER "TIA MAY" EM HOMEM-ARANHA

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Por André Moreira

Próximo do início das filmagens do novo Homem-Aranha em 3D o elenco continua produzindo surpresas. Essa semana mais dois astros surgiram na onda de boatos como sendo certo seu ingresso na nova roupagem da franquia aracnidea. Sally Field (Brothers and Sisters) e Martin Sheen (Apocalipse Now) podem viver tia May e Tio Ben respectivamente.

Segundo sites gringos, as negocições estão bem adiantadas e a confirmação pode surgir a qualquer momento, já que as filmagens estão programadas para ter início em dezembro. Andrew Garfield (O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus) veste o uniforme do escalador de teias no lugar de Tobey Maguire, protagonista dos três filmes anteriores dirigidos por Sam Raimi (o diretor deixou o comando da franquia por divergências criativas com a Fox).

Com direção de Marc Webb (500 dias com ela), Homem-Aranha 3D tem previsão de estreia para julho de 2012 batendo de frente com outro arrasa-quarteirão, a terceira aventura de Batman de Christopher Nolan. O embate nas bilheterias promete ser poderoso.

DIVULGADO NOVO TRAILER DE ZÉ COLMÉIA

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Por André Moreira
 
Zé Colméia chega aos cinemas em janeiro
Zé Colméia, um dos mais antigos personagens da Hanna-Barbera, estudio que produziu vários outros famosos e divertidos personagens dos desenhos animados nos anos 60 e rivalizava com a Disney no imaginário infantil, ganhou um divertido trailer de seu primeiro longa.

O filme na verdade será uma mistura de CGI com atores de verdade e conta com Dan Aykroyd e Justim Timberlake fazendo as vozes de Zé Colméia e Catatau respectivamente. O personagem foi um dos que mais fizeram sucesso na época tendo iniciado sua carreira como coadjuvante no desenho de outro personagem, Dom Pixote, em 1958. Dois anos depois o urso preguiçoso que habitava a floresta de Jellystone e só pensava em roubar as cestas de piquenique dos visitantes ganhou seu próprio desenho. Sua fama perdurou ao longo dos anos e agora chega tardiamente aos cinemas.

Zé Colméia estreia nas versões 2D e 3D no dia 21 de janeiro, em plenas férias escolares. A direção ficou à cargo de Brad Copeland que também assina o roteiro. Veja o trailer logo abaixo.

4 de nov de 2010

CRÍTICA: CENTURIÃO

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Apesar da pouca ousadia em seu roteiro, Centurião empolga com cenas de ação e perseguição

Por André Moreira


Não espere que Centurião (Centurion) reprise grande épicos já vistos nas telonas ao longo dos anos como Coração Valente, Gladiador ou até mesmo o recente Robin Hood de Ridley Scott. Aqui Neil Marshall usa como pano fundo a luta dos Romanos contra os bárbaros Pics para apresentar uma história de perseguição à moda antiga. E claro tudo banhado a muito sangue, decapitações e selvagerias. O clima do filme, depois de uma bela abertura, é esse durante toda sua projeção, mas apesar dessa premissa simples o filme empolga durante boa parte Do tempo graças à ágil direção de Marshall.
Em 117 A.C. O Império Romano controla do Egito à Espanha, do leste até o Mar Negro. Entretanto ele enfrenta problemas no norte da Grã-Bretanha, devido às táticas de guerrilha usadas por seus inimigos. Um súbito ataque à fronteira do império romano deixa apenas Quintus Dias (Michael Fassbender) como sobrevivente. Ao lado do general Viriuls (Dominic West) ele marcha rumo ao norte, no intuito de encontrar seus inimigos e eliminar o líder deles, Gorlacon (Ulrich Thomsen).

Michael Fassabender se sai bem como o protagonista liderando um bom elenco que é comprometido pelo roteiro simples demais para uma trama que poderia alçar maiores vôos não fosse a hesitação de seu diretor em aprofundar mais a história. Sem um cenário mais amplo para se desenvolver, elenco fica no meio do caminho. Algo semelhante aconteceu em outra produção do gênero, 300, onde a estética falou mais alto que o roteiro. Com entretenimento, Centurião se ai a contento, mas somente isso.

CRITICA: ONDINE

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Colin Farrel retorna em boa forma com "Ondine"

Por André Moreira


Um conto de fadas incomum e moderno. Assim é Ondine, filme estrelado por Colin Farrel que chega às telas nesse fim de semana. Neil Jordan (Valente) arrisca-se me torno de mitos e lendas, uma espécie de adaptação moderna do mito da sereia, tão popular no mundo ocidental. 

Syracuse (Colin Farrell), um dia descobre uma misteriosa mulher chamada Ondine (Alicja Bachleda, linda) numa das suas redes, acreditando que esta é uma sereia, ou melhor, uma selkie, criatura mitológica do folklore irlandês, uma mistura mágica entre foca e mulher, segundo o mito celta.

Nessa dúvida entre o mítico e o real que se constrói a trama que navega muito bem com Colin Farrel em sua melhor forma. Ondine consegue seu intento por nos colocar em frente a nossas crenças no sobrenatural – leia-se lendas populares – e o questionamento de o quão elas são capazes de influir em nossas decisões. Um misto de realidade e ficção tão presente no imaginário popular de qualquer povo e no longa bem desenvolvido a contento. 

O maior desafio de Jordan foi conseguir um correto equilíbrio entre o mundo mágico e o real. E isso o diretor acertou em cheio. Ao assistirmos temos a clara visão que a história se desenrola no mundo real, com todas as suas mazelas, problemas e defeitos dos seres humanos, mas ainda ficamos na dúvida se o que está sendo apresentado ali realmente não seria um verdadeiro conto de fadas. E essa dúvida dentro da trama é um catalisador para o desejo de mudança dos personagens e de toda a trama. O longa ainda conta com a bela fotografia de Christopher Doyle, o que imprime nas imagens o tom melancólico que o filme precisa.

O único senão do longa fica justamente para seu final, onde Jordan leva o filme para um desfecho digno do clichê hollywoodiano, colocando toda a narrativa utilizada até então em segundo plano e jogando o filme em seu desfecho menos surpreendente e óbvio. Infelizmente.

3 de nov de 2010

THUNDERCATS RETORNAM EM NOVA E SOMBRIA VERSÃO

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Por André Moreira

Depois de conquistar um legião de fãs ao redor do mundo há exatos 25 anos, Os Thundercats voltarão à ativa em 2011. Um nova versão do desenho que foi um enorme sucesso na década de 80 está programada para estrear no Cartoon NetWork. Mas dessa vez a trama central será mais simples e menos complexa, além de ter um tom mais sombria em relação a versão original, conforme esclarece o produtor da animação Michael Jelenic.
"Estou um pouco surpreso com a reação visceral [das pessoas] com relação aos personagens. Deve ser porque é uma das últimas propriedades dos anos 80 que ainda não foram reinventadas nesta geração. Estamos tentando respeitar o material antigo, mas trazendo tudo para uma nova era. Acho que vai ser legal". E acrescentou. "Estamos trabalhando com estúdio japonês bem famoso, o Studio4C, que fez Animatrix. Eles vão colocar a marca deles. Vai ser épico". E sobre o tom do desenho ele explicou. A história de fundo é bem complicada e isso atrapalha um pouco a parte de ficção científica, como acontece com Super-Homem e Star Wars. Ao desenvolver Thundercats eu quis que fosse um pouco mais simples. No original há três planetas que convergem num só e ninguém entende nada. É uma reimaginação por um lado mas, ao mesmo tempo, vamos rever os personagens que adoramos".
Jelenic ainda confirmou que todos os personagens principais – Lyon-O, Cheetara, Panthro, Tigra - estarão de volta. E Snarf também, porém não terá voz. "Todo mundo quer saber sobre o Snarf. Ele vai aparecer e não vai falar. Não se preocupe. Ele faz apenas ´snarf, snarf´. Esse é um jeito de colocá-lo no desenho sem irritar as pessoas que odeiam ele". O visual dos personagem, de acordo com Jelenic, será bem diferente porém haverá semelhanças com o original. "As cores não são tão vibrantes como antes. É um pouco mais dark, mas você vai reconhecer todo mundo".

WOLVERINE FORA DE "X-MEN FIRST CLASS"

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Por André Moreira

Parece que a central de boatos em torno de X-men First Class não para. Agora o nome de Hugh Jackman, ou melhor, Wolverine entrou no circuito de boatarias. E de fato não passa de boatos, agora desmentidos via Bryan Singer, produtor de X-Men First Class, no filme dos filhos do átomo que está sendo rodado neste momento e contará a origem da equipe de Charles Xavier (James McAvoy) além de sua difícil relação com Magneto (Michale Fassbender).
A boataria teve início quando um motorista de táxi disse em seu facebook que teria levado Hugh Jackman até o set de filmagens em Jekill Island, Georgia. Bryan Singer aproveitou para desmentir o boato dizendo que a produção do filme não está filmando nesse local e que Wolverine não estará em X-Men First Class, somente em seus filmes solo. Singer ainda deu mais detalhes sobre o longa.
"É sobre Xavier - se você conhece o universo dos X-Men - é como o Professor Xavier e Magneto se conhecem, se tornam amigos e como esta amizade se transforma numa outra coisa. Se passa nos anos 60 e incorpora alguns personagens que consegui trazer de volta no tempo e que são conhecidas, assim como também há personagens novos. Há ainda um novo vilão, um vilão muito legal e um grupo de inimigos. É uma história muito divertida e bacana. Será o primeiro filme da Era de Prata"
A era de prata mencionada pelo diretor e produtor se diz respeito ao período dos quadrinhos que abrange o período dos anos 60 e 70. Antes disso era intitulada com era de ouro (dos anos 30 aos anos 50 período em que surgiu o Superman dando início a fase heróica nos quadrinhos.
Outros mutantes ainda não vistos no cinema e que pertencem a longa cronologia dos X-Men estarão presentes no filme dirigido por Mathew Vaugh (Kick-Ass), como Darwin, Sebastian Shawn e seu clube do inferno. Ciclope e Jean Grey estranhamente não estarão presentes, o que abre a dúvida de como será a formação original do grupo mutante, já que os dois juntamente com Fera (que estará no filme), anjo e homem de gelo formavam o grupo original nos quadrinhos.

26 de out de 2010

MADONNA PODE ABRIR ACADEMIA NO BRASIL

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Por André Moreira

Esta é para os marombeiros de plantão. Madonna pretende abrir ao redor do mundo uma rede de academias com o sugestivo nome de Hardy Cany, não por coincidência  o nome de seu último cd. A idéia da "material girl" é abrir unidades da academia em mais de dez cidades ao redor do mundo que deve ter seu toque pessoal e o Brasil estaria incluído entre eles.
Madonna terá como sócio seu empresário Guy Oseary e a New Evolution Venturis de Mark Mastrov. A academia terá o toque pessoal da pop estar levando em conta atividades como yoga, danças, e outras atividades desenvolvidas especialmente para o projeto. A primeira unidade será inaugurada dia 30 de novembro na cidade do México.

23 de out de 2010

CRÍTICA: PIRANHAS 3D

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Por André Moreira

Não há como negar que filmes de estilo trash tem seu charme e divertimento. Indo na contramão de blockbusters de ação e terror que se esmeram em garantir a atenção do público através de efeitos especiais de última geração e algum conteúdo no roteiro, as produções chamadas trash pouco se importam com tais fatores e apontam para o que seu público realmente quer: diversão.
E seguindo esse padrão, chegas às telas de cinema Piranhas 3D, revivendo e revitalizando um estilo que estava esquecido há tempos. Tendo como inspiração direta o clássico trash setentista e pouco reconhecido Piranhas (este dirigido por Joe Dante, que anos depois assinaria a direção de Gremlins, sucesso dos anos 80), Piranhas 3D nada inclui de novo no gênero e neste ponto está seu acerto. Sem a intenção de se tornar um grande filme, o longa sanguinolento de Alexandre Aja navega no nonsense, distribui sangue para todo lado, apresenta mortes improváveis – em sua maioria de jovens, bem no estilo trash – e efeitos propositalmente toscos e nenhum aprofundamento dos personagens.
Quando um tremor abre uma caverna embaixo do Lago Vitória e libera um cardume de piranhas agressivas. A região está recebendo uma grande quantidade de estudantes de férias, o que traz mais potenciais vítimas para os peixes assassinos.
Aja entrega um filme assumidamente trash e não tem vergonha disso. E coloca um charme a mais ao homenagear clássicos do gênero e de outros através da presença de Richard Dreyfuss, Christopher Lloyd e Elizabeth Shue (esses dois últimos remetendo propositalmente a outro clássico oitentista, mas não entrarei em detalhes para não estragar as surpresas). Piranhas 3D diverte até o mais exigente dos cinéfilos e abre caminho para uma já acertada continuação para 2012.

CONFIRA NOVO POSTER E COMERCIAL DE TV DE HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE

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Por André Moreira

Harry Potter e as Relíquias da Morte, primeira parte da derradeira aventura do menino bruxo, ganhou mais um comercial de tv em tom mais sombrio e frenético. Dirigido por David Yates, o longa da sequência a aventura anterior e mostra Harry e seus amigo partindo para o embate final contra o temido Lorde Valdemort. Se o longa seguir o padrão do teaser trailer, vem coisa boa por aí. Veja logo abaixo. O filme chega as telas brasileiras no próximo mês e fecha seu vitorioso ciclo em 2011, com a segunda parte das Relíquias da Morte. Ao lado você confere o novíssimo poster do longa.

DAKOTA FANNING PODE PROTAGONIZAR LONGA DE DIRETOR BRASILEIRO

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André Moreira
 
Dakota Fanning (Lua Nova) pode ser a estrela do novo filme do diretor braisleiro Heitor Dhalia (À Deriva), If I Stay. Segundo a conceituada revista Variety, a jovem atriz, que para muitos era uma adulta no corpo de criança quando iniciou sua vitoriosa carreira, é dada como quase certa no elenco do longa.
Trata-se de um longa-metragem com temática jovem, história com emoção e dilemas da personagem”, afirmou. Porém o diretor ainda não afirma 100% que Dakota está garantida no elenco de If I Stay, filme que será baseado na obra Gayle Forman e conta a história da dramática vida de Mia."Falta um "ok" de Dakota para que ela estrele o longa". Explica.
Com uma família adorável, um namorado dos sonhos e com uma carreira promissora na música, Mia fica entre a vida e a morte, um passado feliz e um futuro incerto e precisa tomar a decisão mais importante da sua vida. O roteira fica por conta Shauna Cross.

VEJA COMO SERÁ "OA" NO FILME DO LANTERNA VERDE

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Por André Moreira

Confira em primeira mão as artes conceituais de OA, lar dos Guardiões do Universo, mestres dos Lanternas Verdes.
As artes revelam ainda o cemitério dos Lanternas Verdes e fazem pensar se não veremos na continuação do filme, já programada, parte da saga Blackest Nigth, que permeou todas as publicações dos Lanternas nos quadrinhos recentemente (atual está sendo publicada no Brasil pela Panini Comics) e trouxe de volta diversos personagens mortos em aventuras anteriores, só que em versões zumbis.
Martin Campbell (Casino Royalle) assina a direção e Ryan Reynolds protagoniza. Lanterna Verde, que vai contar a história de Hall Jordan, piloto da força-áerea, que se transforma no guardião esmeralda ao receber um anel que lhe confere poderes extraordinários, será lançado nas versões 2D e 3D em junho de 2011.

TRÊS ATORES DISPUTAM PAPEL EM NOVO "VINGADOR DO FUTURO"

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Farrel, Fassbender e Brady disputam papel de protagonista da aventura futurista
Por André Moreira

Talvez um dos melhores filmes de Arnold Schwarzenegger, O Vingador do Futuro (Total Recall) vai ganhar um remake em breve. Entrando no clima de revitalização de franquias que deram certo tempos atrás, o filme que deu o primeiro destaque an tela grande para Sharon Stone antes mesmo de Instinto Selvagem, promete abusar das atuais tecnologias de hollywood. E três atores de destaque disputam o papel que outrora fora de Arnoldão. Colin Farrel, Michael Fassbender e Tom Hardy disputam o papel que tem Collin como favorito a conquistá-lo já que está com sua agenda para 2011 livre de filmagens, o que não ocorre com os outros dois candidatos. É esperar para ver.
Len Wiseman (Anjos da Noite) dirigirá o longa, segundo a Columbia Pictures, será uma nova visão contemporânea em relação ao original. As filmagens estão programadas para começar no início de 2011.

" DE VOLTA PARA O FUTURO" QUASE TEVE OUTRO PROTAGONISTA

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Eric Stoltz foi substituído por Michael J. Fox depois de cinco semanas de filmagens

Por André Moreira

O lançamento em breve do blu-Ray da trilogia De Volta Para o Futuro revela aos poucos fatos e curiosidades de bastidores do filme que marcou época há 25 anos atrás quando fora lançada a primeira das três aventuras vividas por Martin McFly (Michael J. Fox).
Nos extras que estarão no blu-ray o diretor Robert Zemeckis e o produtor Steven Spielberg falam sobre as filmagens, que tinham o ator Eric Stoltz no papel do protagonista Marty McFly.
No depoimento é revelado que depois de cinco semanas de filmagens, Eric foi substituído por Michael J. Fox no papel de McFly, após os dois perceberem que Eric nã oconsegui fazer as cenas mais cômicas do personagem. É claro que a troca funcionou e o resto todo mundo sabe. Sucesso puro.
Confira Eric Stoltz no papel de McFly e tire suas conclusões.

O HOBBIT GANHA SEU PROTAGONISTA

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Por André Moreira

Depois de várias incertezas parece que o prelúdio de Senhor dos Anéis dará início a produção em breve. Peter Jackson anuncio essa semana que Martin Freeman (Chumbo Grosso) viverá Bilbo Bolseiro em O Hobbit. O ator vinha sendo cogitado a tempos para o papel, mas indefinição de quem dirigiria a aventura deixava a escolha em aberto. E agora com a definição de Jackson a frente da direção o ator foi confirmado e parte do elenco começa a ser escalado. Talvez o mais esperado dentro todos seja Ian McKellen, o que ator viveu o mago Gandalf na trilogia original.

Jackson se manisfestou a respeito da escolha de Freeman. “Apesar dos vários rumores e especulação sobre este papel, houve apenas um único Bilbo Bolseiro para nós. Poucas vezes na carreira a gente cruza com um ator que você sabe que nasceu para interpretar este personagem, e esse foi o caso quando encontrei Martin. Ele é inteligente, engraçado, surpreendente e bravo, exatamente como Bilbo. E me sinto incrivelmente honrado de ser poder anunciar que ele é o nosso Hobbit”. Definiu.

A história de O Hobbit mostrará os eventos anteriores a trilogia original a partir de quando Bilbo Bolseiro (Freeman) encontra o Um Anel, objeto de disputa entre todos da saga. o diretor Guilhermo Del Toro iria dirigir o longa, porém abandonou o projeto depois da indefinida situação financeira da estúdio MGM, o que ocasionou constantes atrasos na produção. A aventura será dividida em duas partes, sendo a primeira programada para chegar aos cinemas em dezembro de 2012 e a segunda em dezembro de 2013.

13 de out de 2010

ANA PAULA ARÓSIO É DESLIGADA DA PRÓXIMA NOVELA DAS OITO

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Por André Moreira

Ana Paula Arósio seria Marina na novela de Gilberto Braga
Depois de ficar reservada por um ano como protagonista da próxima novela de Gilberto Braga, Insensato Coração, Ana Paula Arósio foi desligada pela Rede Globo por faltar as gravações que aconteceriam me Florianópolis, onde a trama irá se passar. Sem maiores explicações sobre o motivo que levou a atriz a faltar as gravações, a Rede Globo através de sua a ssessoria soltou o seguinte comunicado:

Ana Paula Arósio deixa a próxima novela das oito

No final de setembro, em Florianópolis, começaram as gravações da próxima novela das oito, escrita por Gilberto Braga e Ricardo Linhares e com direção de núcleo de Dennis Carvalho.
 Ana Paula Arósio, a protagonista escalada para a trama, não compareceu às gravações e, por isso, a direção tomou a decisão de substituir a atriz. “O trabalho da produção segue na capital catarinense, enquanto a emissora avalia quem irá assumir o papel de Marina.”

Insensato Coração irá substituir Passione no horário das 20h.

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