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25 de fev de 2010

ALICE DE TIM BURTON GANHA PRÉ-ESTREIA EM LONDRES

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Por André Moreira
Fotos divulgação/Claire R Greenway/Getty Images

Tim Burton fez hoje, 25, em Londres, a primeira pré-estreia de sua visão para Alice no País das Maravilhas, um espécie de continuação da história original produzida pela Disney anos atrás. A longa tem o toque gótico que é a marca registrada de Burton em todos os filmes que produz. Johnny Depp liderou o elenco de estrelas na premiere. Estavam presentes Helena Bonham Carter, Anne Hathaway, Mia Wasikowska (a Alice do filme) e Michael Sheen. Principe Charles também prestigiou o longa de Burton, que chegas aos cinemas brasileiros no dia 23 de abril.

22 de fev de 2010

TEMPOS MODERNOS: TRAMA FRACA, ELENCO IDEM

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Entrar no lugar de um sucesso de público (leia-se Caras e Bocas) não é tarefa fácil para qualquer autor, principalmente se for um autor iniciante na teledramaturgia. Caso de Bosco Brasil, que assina a desastrosa novela das sete "Tempos Modernos".

Lançada à sombra de Caras e Bocas a pouco mais de um mês, a novela patina no ibope e não é por menos. Núcleos sem pegada cômica definida e atores que visivelmente não se "acham" dentro de textos sem novidades, pretensamente modernos que não se define nem como novela e nem como uma sitcom, o que confunde quem acompanha novelas desde "outros carnavais". Sem falar que uma história que gira em torno de um edifício cheio de câmeras - seria uma cria do Big Brother? - onde um super computador dita as regras, nem de longe criaria a mesma empatia com o popular público das sete como o macaco Chico criado por Walcyr Carrasco na trama anterior. Público esse que não comprou a história, mesmo tendo atores de peso e que já fizeram bonito em outras produções da casa como Antônio Fagundes (que se repete mais uma vez ressuscitando seu Juvenal Antena), Eliane Giardini (que acabou de sair de outra produção, Caminho das Índias), Deborah Duarte e Marcos Caruso em um papel aquém de seu talento.

Por falar nisso, a escalação de elenco é um dos pontos fracos dessa trama. Os jovens atores Fernanda Vasconcelos e Thiago Rodrigues (que pela terceira vez faz um casal em novelas) tem desempenhos risíveis, para não dizer constrangedores. Com recursos cênicos limitados e repetitivos, os dois não convencem. Isso sem falar em Leonardo Medeiros, ótimo ator que ainda não se achou na trama e parece desconfortável em seu papel de roqueiro "aposentado". E definitivamente, Grazi Massafera não tem a experiência necessária para viver uma vilã. Apesar disso vale a pena destacar um mérito da novela, que resgatou o ator Ricardo Blat, cria do teatro que a tempos não era visto em novelas.

Mesmo com supervisão de Aguinaldo Silva - que parece ausente de sua função - a novela não emplacou e deve sofrer profundas mudanças. Mais isso fica para as cenas dos próximos capítulos.

21 de fev de 2010

OSCAR 2010: IMPRESSÕES SOBRE OS INDICADOS A MELHOR LONGA METRAGEM

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Desde 1943 a lista de indicados a melhor longa metragem não era formada por tantas produções. Claro que essa decisão foi planejada com o intuito de trazer mais suspense à premiação, visando melhores índices de audiência que os dos anos anteriores.
Das dez obras indicadas, podemos dar reais chances de vitória a menos da metade. “Um Sonho Possível” (The Blind Side), “Educação” (An Education) e “Amor sem Escalas” (Up in the Air) são filmes medianos e constituem a prova cabal do quanto o ano ficou devendo no quesito cinematográfico. Obras como “Star Trek” ou “Watchmen” mereceriam muito mais uma indicação no lugar de qualquer um destes três projetos.
O longa “Preciosa – Uma História de Esperança” preenche a lacuna da necessidade de se haver um filme alternativo em competição (como “Juno” em 2007), mas é um ótimo drama e merece ser visto.
“Um Homem Sério” (A Serious Man) é mais um exercício estilizado dos irmãos Coen, porém uma obra inferior a seus melhores trabalhos, como “O Grande Lebowski”, “Fargo” e até mesmo o oscarizado “Onde os Fracos não tem Vez”.
Nem preciso comentar sobre a indicação do fraco “Distrito 9” (District 9) que considero um enorme embuste, como vocês podem ler na crítica que fiz AQUI.
A animação da Pixar: “Up” (leia crítica AQUI) é merecida, posto que foi sem dúvida uma das melhores produções do ano, sua vitória seria até compreensível, porém acredito que levará o prêmio de melhor animação. Sua indicação na categoria principal foi mais uma constatação e uma homenagem ao trabalho estupendo que os estúdios Pixar estão realizando desde sua criação.
Os reais competidores são: “Avatar” (critica AQUI), “Bastardos Inglórios”(crítica AQUI) e “Guerra ao Terror” (The Hurt Locker).
O senso comum é de que “Guerra ao Terror” irá vencer, porém considero sua indicação uma escolha política, devido ao tema que fala sobre os jovens que estão servindo no Iraque. Como fruto de seu gênero fica bem atrás de obras primas como “Além da Linha Vermelha” de Terrence Mallick ou até mesmo algumas produções feitas diretamente para vídeo ou TV.
A diretora Kathryn Bigelow cujo melhor filme até então havia sido “Caçadores de Emoção” (Point Break), em 1991 com Keanu Reeves e Patrick Swayze não consegue trazer emoção ao drama dos jovens do esquadrão anti-bombas. Mesmo o tema sendo muito bom, não conseguimos nos importar com os personagens e isso é trágico em uma obra desse tipo. O uso da câmera também irrita em muitos momentos, utilizando-se excessivamente do zoom na tentativa de trazer realidade, o que acaba salientando os aspectos artificiais da produção.
Falta-lhe sutileza e inteligência, como quando em uma cena ótima, vemos um dos jovens que após voltar da guerra, entra em um supermercado e vê os vários pacotes de cereais, dos mais variados tipos e cores que enchem toda uma fileira. Sem abrir a boca, o personagem demonstra toda a intenção daquele momento. Alguns minutos depois, somos brindados com uma cena piegas e clichê onde o jovem conversa com o filho bebê e disserta didaticamente sobre como tudo muda após uma guerra, como não se dá mais valor às mesmas coisas....isso já estava claro na cena anterior, não precisava de mais explicações.
Caso “Guerra ao Terror” vença irá se repetir o feito trágico do ano de 1982, quando o novelão formulaico “Carruagens de Fogo” ganhou de “Os Caçadores da Arca Perdida”, uma obra ousada e original. Passados mais de vinte anos, qual das duas obras é mais lembrada? O pedantismo de “Carruagens de Fogo” envelheceu terrivelmente mal, enquanto a aventura inicial de Indiana Jones continua a emocionar e alcança novas gerações.
O meu favorito para o prêmio é “Bastardos Inglórios”, que tenho certeza dentre os indicados é o único com reais chances de ser alçado ao patamar das obras eternas, que daqui a 30 anos continuarão tendo o mesmo impacto. Quentin Tarantino merece levar também o prêmio de direção, que a Academia lhe deve desde “Pulp Fiction”.
E “Avatar”? É uma ótima aventura, um “arroz com feijão” extremamente bem conduzido que com certeza irá servir de exemplo para todos os filmes do gênero que virão, porém não considero sua história revolucionária a ponto de merecer levar o prêmio máximo. Se vencer, será mais pelas benesses que têm trazido ao cinema como indústria.
Se o prêmio ficar com Tarantino ou Cameron, ficarei satisfeito... agora, a sorte está lançada, nos vemos no próximo dia 07 de Março!

7 de fev de 2010

NOVO DEMOLIDOR CONFIRMADO

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Por André Moreira

Esqueça o defenestrado - e com razão - filme do herói dos quadrinhos Demolidor com Ben Affleck realizado em 2003. A Fox anunciou essa semana que pretende reiniciar a franquia de Matt Murdock nos cinemas - à exemplo do Homem-Aranha - e contratou David Scarpa (O Dia em que a Terra Parou) para escrever o roteiro.
Nenhum ator ou diretor foi anunciado, assim como uma data para o início das filmagens.

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