Top Ad 728x90

28 de set de 2010

VEJA O CARTAZ FINAL DE MEGAMENTE

by
Por André Moreira

Megamente (megamind no original) ganhou um belo poster final (veja ao lado) com todos os personagens da animação que promete arrebanhar os fãs de Os Incríveis (da concorrente Pixar), outro desenho em 3D baseado em super-heróis que fez  - e ainda faz - muito sucesso. 
Com as vozes de Will Ferrel, Brad Pitt e Tina Fey na versão original, Megamente conta a história de um vilão que ao derrotar finalmente seu maior inimigo (o super-herói dublado por Pitt) precisa criar um novo heróia para antagonizá-lo. Só que as coisas não saem como a atrapalhado "vilão" espera. O animação produzida pela DreamWorks chega em terras brasileiras no dia 03 de dezembro. Confira o trailer:

CRÍTICA: VIP´s (ESPECIAL FESTIVAL DO RIO 2010)

by

Por André Moreira


Esqueça as grandes escapadas, os planos mirabolantes e disfarces idem. VIP´s, filme baseado em fatos reais e estrelado por Wagner Moura fica longe de comparações com outros similares que se utilizaram dos mesmos elementos como Prenda-me se For Capaz protagonizado há alguns anos por Leonardo di Caprio. E é nesse ponto onde o longa de Toniko Melo acerta e surpreeende. 


Roteirizado pelo premiado Braulio Mantovanni (Cidade de Deus) e Thiago Dottori, o filme se utiliza por contar a história do rapaz de classe média por sua ótica distorcida e sua ausência de identidade. Acreditando piamente ser quem emulava, o filme vai no crescendo psicológico e segue para o improvável. A partir desse premissa o filme consegue surpreeender o espectador que já conhece a história original em que se baseia e entrega uma produção que foge do óbvio das comparações entre o real e a ficção. Apesar de ter alguns pontos de conexão com a real saga do farsante vivido por Wagner, o público poderá embarcar na história e tentar realizar o que irá acontecer dali em diante.

Marcelo (Wagner Moura) não consegue conviver com sua própria identidade, o que faz com que assuma a dos outros. Isto faz com que passe a ter diversos nomes, nos mais variados meios, onde aplica seguidos golpes. Um dos mais conhecidos é quando finge ser Henrique Constantino, filho do dono de uma empresa de aviação, durante um Carnaval em Recife.

Wagner Moura mais uma vez confirma o porque é um dos melhores atores de sua geração e também o porque é um dos mais requisitados do cinema nacional.Vivendo um adulto que toma para si a imagem aleia, Wagner conseguiu imprimir um nuance quase infantil em Marcelo, personagem central da trama, o que lhe confere uma certa ligação de empatia com o público que deve acabar torcendo - mesmo sabendo de seu destino final - pelo personagem. Gisele Fróes faz de sua interpretação um ponto importante para o desenvolvimento do personagem de Moura.Ótima atriz, Gisele contruiu um personagem que é um ponto preponderante para definir o personagem de Moura.

Sem muitas firulas e uma fotografia ótima, VIP´s vai direto ao ponto e entrega um filme que é entretenimento  puro mas com um quê de reflexão. Será não estamos perdendo aos poucos nossa identidade?

Apresentado na mostra competitiva do Festival do Rio 2010, VIP´s tem estreia nacional confirmada para o dia 25 de março de 2011.

26 de set de 2010

CRÍTICA: FEDERAL (ESPECIAL FESTIVAL DO RIO 2010)

by
Por André Moreira

Selton Melo vive um policial em Federal
O cinema brasileiro às vezes segue uma determinada linha criativa que parece ser uma cartilha que passa de mão em mão. De tempos em tempos ele elege um seguimento como o filão para angariar público e no meio do caminho dinheiro e talvez prestígio dentro e fora do País. A bola da vez é o gênero policial, leia-se tiros, traficantes, mortes, drogas, policiais corruptos e por aí vai. O problema é que esse gênero tão bem desenvolvido pelos americanos e que durante anos faz sucesso mundo afora, não é ainda, salve algumas exceções como Tropa de Elite, um gênero que o cinema brazuca domine.

A nova produção do gênero que fez sua pré-estréia este fim de semana no Festival do Rio 2010, Federal, é um exemplo disso. Dirigido pelo estreante Erik de Castro, Federal é apenas uma mistura de clichês do gênero e pouco avança ao contar a história burocraticamente. Primo pobre de Tropa de Elite, o filme fica no meio do caminho ao tentar discutir a questão da corrupção e tráfico de drogas sem aprofundar a questão e tratando-a de forma superficial, ou seja, saem os diálogos entram os tiros. E isso acaba simplificando demais a história. E o diretor desperdiça tempo tentando desenvolver o perfil de cada personagem. Tentativa em vão. Talvez para poder caber no pouco tempo de projeção, a tentativa tenha ficado no caminho e nada acrescenta à história .

A sinopse já diz tudo. Um perigoso traficante age em Brasília. Para pegá-lo, a polícia fará o que for preciso. Entre os dois lados, uma população assustada. “Federal” mostra a realidade de um país que hoje é uma importante rota para o narcotráfico internacional. A maior indústria capitalista do mundo.

O elenco também pouco ajuda. Mesmo tendo Selton Melo na linha de frente, e um envelhecido Carlos Alberto Riccelli, os atores parecem burocráticos. Isso sem falar na péssima atuação do americano Michael Madsen (aqui em pequena e desnecessária participação) e da canastrice de Eduardo Dusek que vive o vilão Beque. Apesar disso o longa possui algumas cenas de ação que podem agradar os menos exigentes e tiradas que podem ocasionar risos involuntários. Apesar de fraco em seu roteiro e elenco, Federal ainda não pode ser considerado o mico do ano como foi o caso de Segurança Nacional protagonizado por Thiago Lacerda. E isso já é um ponto a favor.

NOVO TRAILER DE HARRY POTTER NA REDE

by
Por André Moreira

A expectativa por mais um filme da franquia Harry Potter é grande e o trailer divulgado recentemente mostra o porque. Harry Potter e as Relíquias da Morte, que será dividido em duas partes e correspondem ao último livro do bruxinho, garante um rítmo intenso e frenético para fechar com chjave de ouro a saga em Hogwards. A estreia da primeira parte está garantida para o dia 19 de novembro. Veja o trailer abaixo. A direção é de David Yates, responsável pela aventura anterior.
Com Valdemort livre e no controle do Ministério da Magia e de Hogwarts, cabe a Harry e seus amigos enfrentarem a ameaça.

CRÍTICA: AMOR À DISTÂNCIA

by
 Entrosamento dos protagonista salva o filme e entrega uma comédia leve e divertida

Por André Moreira


O cinema americano de ano em ano lança mão de suas comédias românticas e previsíveis para encantar o público carente desse seguimento, visto o manancial de filmes derivados de quadrinhos que dominam as telas e devem permanecer durante mais alguns anos nessa posição. 

Felizmente, apesar de em sua maioria o gênero penar com roteiros esdrúxulos e de pouca inspiração, de tempos em tempos surgem boas opções nas telas. É o caso de Amor à Distância (Going the Distance) protagonizado pelo casal – isso mesmo, eles namoram na vida real – Drew Barrymore e Justin Long.

A dupla conseguiu transpor para o filme a boa química da vida real e segura suas interpretações sem forçar a barra esbanjando carisma em um filme permeado por situações que brincam com o próprio gênero – que inclusive a própria Drew Barrymore protagonizou por diversas vezes – e as referências a clássicos oitentistas como Top Gun – Ases Indomáveis. A trilha sonora, aliás, é um charme a mais, com The Cure, entre outros. Nada de músicas açucaradas e insossas compostas especificamente para esse tipo de produção. Com isso foge do óbvio, o que pode agradar mais aos homens que forem conferir o filme com suas parceiras e trás mais um especial interesse para a história ali contata para quem já passou dos trinta e viveu esse época. Vale destacar a participação de Christina Applegate, Jason Sudeikis e Charlie Day (este ótimo por sinal) que garantem bons momentos. O que seria de uma comédia Romântica sem os amigos engraçados do casal?

Na trama Erin (Drew Barrymore) e Garrett (Justin Long) viveram um tórrido romance de verão sem o menor compromisso e foram cada um para o seu canto. Ele ficou em Nova York e ela foi para São Francisco. Só que aí veio a vontade de continuar se vendo, mas os amigos e a família não dão a menor força para este relacionamento ter continuidade. Sem contar que existem as tentações inesperadas, as muitas mensagens de texto, recados sensuais e telefonemas até altas madrugadas.

Mas se o interessante do filme dirigido por Nanette Burstein (American Teen) é imaginar o fim desse dilema amoroso/profissional que pode afastar de vez o casal, seu fim é justamente o ponto negativo do longa com um final banal tal qual a maioria das comédias românticas, perdendo a oportunidade de ser um diferencial em um gênero muitas vezes “cansado de guerra”. Apesar disso vale a pena conferir.

CRÍTICA: GENTE GRANDE

by

Por André Moreira

Dispensável. É como podemos definir Gente Grande, o novo filme estrelado pelo limitado ator e comediante Adam Sandler (Click). Filme feito com “retalhos” de todas as comédias protagonizadas pelo ator, seu novo longa, que conta com a sensual Salma Hayek em seu elenco, pouco avança em questão de novas propostas cômicas. Pelo contrário, recua trazendo de volta o humor escatológico e repetitivo para as telas de cinema. Um amealhado de clichês sobre amizade e farras entre homens e sua eterna falta de amadurecimento, Gente Grande mostra apenas como não se devem fazer comédias desse tipo, onde piadas velhas pouco fazem rir e o roteiro é vazio e pouco empolgante. Chega a ser constrangedor ver uma pretensa comédia que raramente consegue fazer rir. É correto afirmar que o gênero comédia é o mais difícil de desenvolver, mas se você aliar inventividade (no roteiro), bons atores, carisma e uma boa direção a tarefa pode vir a se concretizar a contento. Mas Gente Grande carece de todos esses elementos, infelizmente.

O filme dirigido por Dennis Dugan os cinco amigos que se conhecem há 30 anos (Adam Sandler, Chris Rock, Kevin James, David Spade e Rob Schneider) se reencontram para curtir um fim de semana juntos com as respectivas famílias, mas o feriado de 4 de Julho em uma casa no lago promete muito mais diversão do que apenas lembranças dos bons momentos.

Partindo de uma premissa simples, outros diretores como Todd Phillips (do sucesso Se Beber Não Case) conseguiram desenvolver situações mais inusitadas e inesperadas, coisa que Dugan não consegue em nenhum momento, por insistir no caminho fácil das piadas escatológicas sobre obesidade, mulheres, sexualidade, etc. O que era para ser uma comedia sobre amizade e relacionamento acaba em total banalidade e desperdício.
E o elenco preguiçoso e limitado pouco ajuda no desenvolvimento da trama, nem mesmo Sandler que anos atrás surgiu como uma das apostas de Hollywood para a renovação do gênero, que aqui ratifica sua limitação em termos de interpretação. Assim com seus personagens, Sandler, Dugan e Cia ainda precisam amadurecer. E muito.

CRÍTICA: O CAVALINHO AZUL

by

Por André Moreira

Peça encenada pela primeira vez em 1960, Cavalinho Azul de Maria Clara Machado retornou aos palcos cariocas este fim de semana. Um dos grandes e mais adaptados textos da mestra, essa nova montagem deixa o pequeno espaço no Tablado para trazer a  lúdica história  para um teatro maior, o Teatro dos Quatro na Gávea.

Narrado por João de Deus, um andarilho de longas barbas brancas, conta que uma vez um menino chamado Vicente tinha um cavalo - para seus pais, um velho pangaré marrom; para ele, um lindo cavalo azul. Um dia, o pai vende o cavalo. Preocupado com os perigos que seu amigo devia estar enfrentando, Vicente parte em busca do seu cavalo azul. Na viagem, Vicente passa por inúmeras aventuras.

Talvez essa mudança para um lugar um pouco maior seja o motivo para a ainda não adaptação de parte do elenco as novas dimensões, visto que alguns pecam no quesito impostação de voz, porém esse é apenas um detalhe que pode ser corrigido na longa temporada da peça no teatro - eles ficam em cartaz até dezembro de 2010 -, no mais a produção mostra esmero no figurino e nas atuações sem deixar de honrar o legado da mestra Maria Clara Machado. Uma boa pedida para os pequenos e uma dica de programação de fim de semana para os pais ávidos por uma diversão de qualidade para seus filhos.

Serviço:
O Cavalinho Azul
De 25/09/ 2010 a 19/12/2010
Sábados e domingos, às 17h
Duração: 55 minutos
Preço: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)

TEATRO DOS 4
Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 52 – Gávea - Rio de Janeiro – RJ.
Tel: (21) 2274-9895
Capacidade: 402 lugares
Classificação etária: livre
Estacionamento: sim

2 de set de 2010

RYAN REYNOLDS ENTERRADO VIVO EM NOVO FILME

by
Por André Moreira

Antes de alçar os céus com Lanterna Verde em 2011, Ryan Reynolds estará nas telas do cinema em um novo suspense que promete tirar o fôlego de quem estiver na poltrona. Em Buried, filme dirigido pelo espanhol Rodrigo Cortés, o ator vive um motorista que de repente desperta dentro de um caixão. Enterrado, com apenas poucos minuto de oxigênio e munido de um celular, ele precisa a todo custo escapar de sua armadilha caustrofófica. Veja o novo trailer do filme logo abaixo:

Top Ad 728x90