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29 de nov de 2010

MAIS UMA BAIXA EM INSENSATO CORAÇÃO

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Por André Moreira

Depois de Ana Paula Arósio ser desligada de Insensato Coração, novela que irá substituir Passione no horário nobre, agora mais um ator parece que vai abandonar o barco da produção. Fábio Assunção, que já havia faltado a gravação de um dos capítulos da trama à exemplo de Arósio, deve se reunir com a direção da Rede globo ainda hoje para oficializar sua saída da trama de Gilberto Braga. Vale lembrar que Fabio já havia se desligado de outra novela, Negócio da China de Miguel Falabella, por problemas com drogas, como o prórpio ator assumiu na ocasião. Ainda não há detalhes do desfecho dessa trama paralela que aflige a produção da próxima novela das 21h. Gilberto Braga não quis se pronunciar a respeito alegando que esse era um momento de crise.Fábio vivia até então um dos protagonistas da trama.

19 de nov de 2010

CRÍTICA: HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE - PARTE 1 (HARRY POTTER AND THE DEATHLY HALLOWS - PART 1)

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São tempos sombrios. Essas palavras de Bill Nighy (o sinistro burocrata Rufus Scrimgeour) abrem e dão o tom da sétima e penúltima aventura do bruxo mais famoso e rentável da indústria de cinema mundial, Harry Potter. 
Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 1 (Harry Potter and the Deadly Hallows – part 1) é o ápice das aventuras que começaram no livros de J.K. Rowling e viraram febre dentre crianças e adolescentes do mundo todo e que não fez feio na tela grande, mesmo com sequências irregulares em relação umas as outras (a saga teve diversos diretores ao longo de sua extensa carreira). Se muitos acharam que as duas aventuras pilotadas anteriormente pelo diretor David Yates (Harry Potter e a Ordem da Fênix e Harry Potter e o Enigma do Principe) ficaram devendo mais ação, tornando-as enfadonha para muitos (eu pessoalmente acho que ambos capítulos estavam de acordo com o livro), nessa nova e definitiva sequência que teve que ser dividida em duas partes (muito pelo desejo da Warner que não queria se despedir de sua galinha dos ovos de ouro tão cedo), Yates mostra a que veio, sabendo dosar ação, efeitos especiais e o principal, tirar o melhor da atuação de seus atores, sobretudo o trio principal, Harry, Hermione e Ron. Daniel Radcliff, Emma Watson e Rupert Grint estão em seu melhor momento em toda a série, talvez pela longa convivência, talvez pela ótima direção de Yates ou mesmo pelo amadurecimento dos atores, que cresceram aos nossos olhos vivendo nos últimos anos esse personagens. Carismáticos, os atores estão a vontade nessa nova aventura.

O bom da direção de David Yates é não se apressar para contar a história e criar a conhecida “barriga”, solução que estica um história sem na verdade acrescentar nada em seu contexto. Nessa primeira parte que abre o final da saga, o diretor consegue dar chance para os atores “solarem” e trocarem situações cênicas sem comprometer o produto final, elevando o clímax, o que pouco foi visto nas aventuras anteriores (sem desmerecê-las, claro). Cada uma teve seu tempo e importância cronológica para que Yates chegasse nesse ponto importante da saga.


Também fica impossível não destacar o trabalho de Ralf Fiennes e Helena Bohan Carter como os vilões Voldemort e Belatrix. Antagonistas de peso e experientes que ajudam não só a contar história mas criam o principal “encantamento” do filme, afinal todo bom mocinho precisa de vilões à sua altura. Yates consegue dar o tom certo a uma trama que cativa crianças, adolescentes e adultos, emoldurado com ótimos efeitos especiais e trilha sonora, sem falar nas ótimas locações, um brilho que faltava nas aventuras anteriores, sempre limitadas aos mesmos cenários do castelo em sua maioria. Nessas locações a aventura cresce em proporção. Ponto para ele. Que venha a última parte.

CRÍTICA: UM HOMEM MISTERIOSO (THE AMERICAN)

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Um dos thrillers mais monótonos dos últimos tempos. Essa é a definição possível para Um Homem Misterioso (The American), filme que trás um burocrático George Clooney como protagonista desse insípido longa. Clooney vive um assassino chamado Jack (e por vezes também chamado Eduardo) contratado pelo sueco Pavel (Johan Leysen). O filme é deliberadamente vago, sem deixar pistas da origem do personagem e o porquê de sua função e objetivos. 

Insistindo em ser enigmático em toda sua linha de trabalho, falta a esse thriller o tom certo para prender a atenção e nos fazer torcer pelo protagonista, o que nem de longe acontece. Em sua seqüência de abertura o longa promete seguir o rumo de tiros e perseguições na linha da franquia Bourne, para logo em seguida mostrar essa não será a trilha que o diretor Anton Corbijn irá seguir. O filme no fundo usa tiros e perseguições (que não empolgam) como pano de fundo para mostrar um homem em busca de redenção depois de dedicar sua vida a matança por encomenda. Surgem em seu caminho um padre fora dos padrões, uma assassina dúbia e uma apaixonada prostituta.

Anton Corbijn dirigiu a partir do roteiro por Rowan Joffe, baseado em Martin Booth elogiado romance A Very Private Gentleman. O filme parece drenado de vida. E o mesmo acontece com a sua estrela. Clooney, talvez pela direção, pouco se entrega emocionalmente e cenicamente a proposta do filme e com certeza não entrega seu melhor trabalho. Um Homem Misterioso talvez tenha deixado sua melhor parte no chão da ilha de edição.

15 de nov de 2010

CRÍTICA: MACHETE

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Por André Moreira

Filme de Robert Rodriguez que teve sua origem através de um falso trailer inserido em GrindHouse (parceria dele e Quentin Tarantino de 2007), Machete fez tanto sucesso que ganhou uma versão ampliada e comentadíssima no último Festival do Rio. Com o nada galã Danny Trejo (Um Drink no Inferno) comandando a sessão ampliada desse Mexploitation, Rodriguez retorna com força a um terreno que somente ele e Tarantino sabem explorar nos dias de hoje e que teve seu auge nos anos 70.
A sinopse do filme é clara com o gênero. Após Machete se envolver com um traficante de drogas (Steven Seagal), ele aceita uma oferta para cometer um assassinato. O Dr. Benz (Jeff Fahey) contrata o assassino para matar um senador corrupto (Robert De Niro).
Para a missão, o anti-herói conta com a ajuda de Luz (Robert Rodriguez), Padre (Chech Marin) e April (Lindsay Lohan), uma socialite que possui habilidade com armas. Enquanto se prepara, ele é perseguido pela agente Sartana (Jessica Alba).
O forte de Machete está principalmente em sua abertura cartática e sanguinária bem ao estilo do gênero, o que confere ao longa a identificação imediata com seu público, que embarga sem hesitação ao que Rodriguez propõe na tela: diversão absoluta (mas com doses clara de críticas a políticas de imigração). E Machete consegue, mesmo caindo em ritmo ao longo da película por desviar a atenção de seu protagonista para seus coadjuvantes. Sendo ele a figura central, nada mais correto do que focar mais a história no próprio, mesmo com coadjuvantes do calibre de Robert DeNiro (que sob a batuta de Robert Rodrigues faz uma hilária referência a Taxi Driver), Jessica Alba, Michele Rodriguez e Steve Segal (que surpreendentemente eficaz como o vilão, e seu confronto final com Trejo é tanto bem encenado, como engraçado.
Outro charme do filme é a presença da hoje problemática Lindsay Lohan que irônica e propositalmente (obra de Rodriguez) emula sua própria persona e aqui se encaixa perfeitamente. Machete consegue também ressuscitar um ícone dos anos 80. Don Johnson, que vive um dos pérfidos e cômicos capangas de DeNiro, está à vontade no papel e se souber aproveitar essa nova chance pode retornar a seus dias de glória da época do seriado Miami Vice. Rodriguez como Tarantino gosta de dar chance a atores esquecidos por Hollywood e subverter sua imagem, extraindo o impensável do ator. E ambos fazem isso muito bem.
Mesmo com toda sua carnificina, mulheres esculturais e diálogos e referências pop, Machete ainda consegue falar sério sobre a questão da imigração de latinos para terras americanas e a opressão que sofrem. Talvez aí esteja se ponto alto de fato. Uma crítica com tons pop.

CRÍTICA: MUITA CALMA NESSA HORA

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Por André Moreira

Em um primeiro momento fica impossível não haver comparações entre Muita Calma Nessa Hora com muitos dos filmes de Xuxa Meneguel. O novo filme roteirizado pelo queridinho do momento – sem fazer pouco caso – do humor brasileiro, Bruno Mazzeo ,roteirista do longa, usa dos mesmos recursos que a eterna Rainha dos baixinhos tem utilizado ao longo de sua carreira na tela grande. 

Sem um roteiro e diálogos dignos de nota, Xuxa apelava para um manancial de participações ”especiais” para preencher essa lacuna. Era uma profusão de cantores da moda e atrizes e modelos idem sem alguma expressividade cênica tentando passar algo crível na tela com resultados desastrosos.


Muita Calma nessa hora quase cai nessa armadilha. Digo quase, porque ao contrário de Xuxa, Bruno e Felipe Joffily (diretor do longa) se cercaram de diversos humoristas do momento e das mais diversa formações, alguns bons, outros nem tanto.Esse caldeirão coloca o longa, que em algumas vezes é sim divertido, em um grande desnível. 


Estão lá Marcos Mion (fazendo seu único papel, o dele mesmo), a turma de Hermes e Renato (totalmente non sense e descartável), Lúcio Mauro e seu filho Lúcio Mauro Filho (em ótimas e rápidas participações), além do excelente Marcelo Adnet (com pouco espaço, mas que consegue render os melhores momentos de humor do filme). Eles e outros tantos compõem o elenco de coadjuvantes onde as protagonistas são Fernanda Souza, Andreia Horta, Deborah Lamm (que vive um hippie zen chata, melodramática e que descamba para o dramalhão ao final) e Giane Albertonni (ex-modelo e agora atriz), que até funcionam bem juntas, mas no final deixa um quê de episódio de verão de Malhação, série longeva global voltada para adolescentes com um toque de Zorra Total. Um ponto que também causa estranheza e exagero é o repetido merchandising de uma operadora telefônica (não por coincidência uma das patrocinadoras do longa e a qual Mazzeo é garoto propaganda). Mal inserida e fora de contexto. Tudo bem que cinema precisa de patrocínio, mas não vamos exagerar.

Atuações irregulares, merchandising fora de hora  e somado a tentativa de Mazzeo de contar uma história de amor e relacionamento em meio ao tom de comédia escrachada é o que faz com que o filme perca um pouco de seu ritmo e o roteiro naufrague no óbvio, onde o público com certeza já sabe onde tudo isso irá acabar. Se o diretor aparasse as arestas o filme ficaria muito mais coeso e redondo com certeza.

9 de nov de 2010

METALLICA CONFIRMADO NO ROCK IN RIO 2011

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Por André Moreira

Aos poucos o line up do Rock In Rio 2011 começa a ser divulgado. E uma banda de peso internacional já confirmou presença. O Mettalica, saudada banda de Heavy Metal e que possui uma legião de fãs no Brasil, estará presente no festival que retorna ao Rio de Janeiro no próximo ano, depois de temporadas em Madri e Portugal. Segundo Medina a escolha pela banda, que divide fãs do gênero com o Iron Maiden (que já tocou no festival), vem de uma pesquisa juntos aos fãs. Será a primeira vez que o Mettalica se apresenta no Rock In Rio. Outros nomes, de acordo com a organização do festival, serão divulgados ao longo dos próximos meses. Entre os brasileiros estão confirmados por enquanto os grupos Sepultura e Angra, também do gênero Heavy Metal.

5 de nov de 2010

SALLY FIELD PODE VIVER "TIA MAY" EM HOMEM-ARANHA

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Por André Moreira

Próximo do início das filmagens do novo Homem-Aranha em 3D o elenco continua produzindo surpresas. Essa semana mais dois astros surgiram na onda de boatos como sendo certo seu ingresso na nova roupagem da franquia aracnidea. Sally Field (Brothers and Sisters) e Martin Sheen (Apocalipse Now) podem viver tia May e Tio Ben respectivamente.

Segundo sites gringos, as negocições estão bem adiantadas e a confirmação pode surgir a qualquer momento, já que as filmagens estão programadas para ter início em dezembro. Andrew Garfield (O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus) veste o uniforme do escalador de teias no lugar de Tobey Maguire, protagonista dos três filmes anteriores dirigidos por Sam Raimi (o diretor deixou o comando da franquia por divergências criativas com a Fox).

Com direção de Marc Webb (500 dias com ela), Homem-Aranha 3D tem previsão de estreia para julho de 2012 batendo de frente com outro arrasa-quarteirão, a terceira aventura de Batman de Christopher Nolan. O embate nas bilheterias promete ser poderoso.

DIVULGADO NOVO TRAILER DE ZÉ COLMÉIA

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Por André Moreira
 
Zé Colméia chega aos cinemas em janeiro
Zé Colméia, um dos mais antigos personagens da Hanna-Barbera, estudio que produziu vários outros famosos e divertidos personagens dos desenhos animados nos anos 60 e rivalizava com a Disney no imaginário infantil, ganhou um divertido trailer de seu primeiro longa.

O filme na verdade será uma mistura de CGI com atores de verdade e conta com Dan Aykroyd e Justim Timberlake fazendo as vozes de Zé Colméia e Catatau respectivamente. O personagem foi um dos que mais fizeram sucesso na época tendo iniciado sua carreira como coadjuvante no desenho de outro personagem, Dom Pixote, em 1958. Dois anos depois o urso preguiçoso que habitava a floresta de Jellystone e só pensava em roubar as cestas de piquenique dos visitantes ganhou seu próprio desenho. Sua fama perdurou ao longo dos anos e agora chega tardiamente aos cinemas.

Zé Colméia estreia nas versões 2D e 3D no dia 21 de janeiro, em plenas férias escolares. A direção ficou à cargo de Brad Copeland que também assina o roteiro. Veja o trailer logo abaixo.

4 de nov de 2010

CRÍTICA: CENTURIÃO

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Apesar da pouca ousadia em seu roteiro, Centurião empolga com cenas de ação e perseguição

Por André Moreira


Não espere que Centurião (Centurion) reprise grande épicos já vistos nas telonas ao longo dos anos como Coração Valente, Gladiador ou até mesmo o recente Robin Hood de Ridley Scott. Aqui Neil Marshall usa como pano fundo a luta dos Romanos contra os bárbaros Pics para apresentar uma história de perseguição à moda antiga. E claro tudo banhado a muito sangue, decapitações e selvagerias. O clima do filme, depois de uma bela abertura, é esse durante toda sua projeção, mas apesar dessa premissa simples o filme empolga durante boa parte Do tempo graças à ágil direção de Marshall.
Em 117 A.C. O Império Romano controla do Egito à Espanha, do leste até o Mar Negro. Entretanto ele enfrenta problemas no norte da Grã-Bretanha, devido às táticas de guerrilha usadas por seus inimigos. Um súbito ataque à fronteira do império romano deixa apenas Quintus Dias (Michael Fassbender) como sobrevivente. Ao lado do general Viriuls (Dominic West) ele marcha rumo ao norte, no intuito de encontrar seus inimigos e eliminar o líder deles, Gorlacon (Ulrich Thomsen).

Michael Fassabender se sai bem como o protagonista liderando um bom elenco que é comprometido pelo roteiro simples demais para uma trama que poderia alçar maiores vôos não fosse a hesitação de seu diretor em aprofundar mais a história. Sem um cenário mais amplo para se desenvolver, elenco fica no meio do caminho. Algo semelhante aconteceu em outra produção do gênero, 300, onde a estética falou mais alto que o roteiro. Com entretenimento, Centurião se ai a contento, mas somente isso.

CRITICA: ONDINE

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Colin Farrel retorna em boa forma com "Ondine"

Por André Moreira


Um conto de fadas incomum e moderno. Assim é Ondine, filme estrelado por Colin Farrel que chega às telas nesse fim de semana. Neil Jordan (Valente) arrisca-se me torno de mitos e lendas, uma espécie de adaptação moderna do mito da sereia, tão popular no mundo ocidental. 

Syracuse (Colin Farrell), um dia descobre uma misteriosa mulher chamada Ondine (Alicja Bachleda, linda) numa das suas redes, acreditando que esta é uma sereia, ou melhor, uma selkie, criatura mitológica do folklore irlandês, uma mistura mágica entre foca e mulher, segundo o mito celta.

Nessa dúvida entre o mítico e o real que se constrói a trama que navega muito bem com Colin Farrel em sua melhor forma. Ondine consegue seu intento por nos colocar em frente a nossas crenças no sobrenatural – leia-se lendas populares – e o questionamento de o quão elas são capazes de influir em nossas decisões. Um misto de realidade e ficção tão presente no imaginário popular de qualquer povo e no longa bem desenvolvido a contento. 

O maior desafio de Jordan foi conseguir um correto equilíbrio entre o mundo mágico e o real. E isso o diretor acertou em cheio. Ao assistirmos temos a clara visão que a história se desenrola no mundo real, com todas as suas mazelas, problemas e defeitos dos seres humanos, mas ainda ficamos na dúvida se o que está sendo apresentado ali realmente não seria um verdadeiro conto de fadas. E essa dúvida dentro da trama é um catalisador para o desejo de mudança dos personagens e de toda a trama. O longa ainda conta com a bela fotografia de Christopher Doyle, o que imprime nas imagens o tom melancólico que o filme precisa.

O único senão do longa fica justamente para seu final, onde Jordan leva o filme para um desfecho digno do clichê hollywoodiano, colocando toda a narrativa utilizada até então em segundo plano e jogando o filme em seu desfecho menos surpreendente e óbvio. Infelizmente.

3 de nov de 2010

THUNDERCATS RETORNAM EM NOVA E SOMBRIA VERSÃO

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Por André Moreira

Depois de conquistar um legião de fãs ao redor do mundo há exatos 25 anos, Os Thundercats voltarão à ativa em 2011. Um nova versão do desenho que foi um enorme sucesso na década de 80 está programada para estrear no Cartoon NetWork. Mas dessa vez a trama central será mais simples e menos complexa, além de ter um tom mais sombria em relação a versão original, conforme esclarece o produtor da animação Michael Jelenic.
"Estou um pouco surpreso com a reação visceral [das pessoas] com relação aos personagens. Deve ser porque é uma das últimas propriedades dos anos 80 que ainda não foram reinventadas nesta geração. Estamos tentando respeitar o material antigo, mas trazendo tudo para uma nova era. Acho que vai ser legal". E acrescentou. "Estamos trabalhando com estúdio japonês bem famoso, o Studio4C, que fez Animatrix. Eles vão colocar a marca deles. Vai ser épico". E sobre o tom do desenho ele explicou. A história de fundo é bem complicada e isso atrapalha um pouco a parte de ficção científica, como acontece com Super-Homem e Star Wars. Ao desenvolver Thundercats eu quis que fosse um pouco mais simples. No original há três planetas que convergem num só e ninguém entende nada. É uma reimaginação por um lado mas, ao mesmo tempo, vamos rever os personagens que adoramos".
Jelenic ainda confirmou que todos os personagens principais – Lyon-O, Cheetara, Panthro, Tigra - estarão de volta. E Snarf também, porém não terá voz. "Todo mundo quer saber sobre o Snarf. Ele vai aparecer e não vai falar. Não se preocupe. Ele faz apenas ´snarf, snarf´. Esse é um jeito de colocá-lo no desenho sem irritar as pessoas que odeiam ele". O visual dos personagem, de acordo com Jelenic, será bem diferente porém haverá semelhanças com o original. "As cores não são tão vibrantes como antes. É um pouco mais dark, mas você vai reconhecer todo mundo".

WOLVERINE FORA DE "X-MEN FIRST CLASS"

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Por André Moreira

Parece que a central de boatos em torno de X-men First Class não para. Agora o nome de Hugh Jackman, ou melhor, Wolverine entrou no circuito de boatarias. E de fato não passa de boatos, agora desmentidos via Bryan Singer, produtor de X-Men First Class, no filme dos filhos do átomo que está sendo rodado neste momento e contará a origem da equipe de Charles Xavier (James McAvoy) além de sua difícil relação com Magneto (Michale Fassbender).
A boataria teve início quando um motorista de táxi disse em seu facebook que teria levado Hugh Jackman até o set de filmagens em Jekill Island, Georgia. Bryan Singer aproveitou para desmentir o boato dizendo que a produção do filme não está filmando nesse local e que Wolverine não estará em X-Men First Class, somente em seus filmes solo. Singer ainda deu mais detalhes sobre o longa.
"É sobre Xavier - se você conhece o universo dos X-Men - é como o Professor Xavier e Magneto se conhecem, se tornam amigos e como esta amizade se transforma numa outra coisa. Se passa nos anos 60 e incorpora alguns personagens que consegui trazer de volta no tempo e que são conhecidas, assim como também há personagens novos. Há ainda um novo vilão, um vilão muito legal e um grupo de inimigos. É uma história muito divertida e bacana. Será o primeiro filme da Era de Prata"
A era de prata mencionada pelo diretor e produtor se diz respeito ao período dos quadrinhos que abrange o período dos anos 60 e 70. Antes disso era intitulada com era de ouro (dos anos 30 aos anos 50 período em que surgiu o Superman dando início a fase heróica nos quadrinhos.
Outros mutantes ainda não vistos no cinema e que pertencem a longa cronologia dos X-Men estarão presentes no filme dirigido por Mathew Vaugh (Kick-Ass), como Darwin, Sebastian Shawn e seu clube do inferno. Ciclope e Jean Grey estranhamente não estarão presentes, o que abre a dúvida de como será a formação original do grupo mutante, já que os dois juntamente com Fera (que estará no filme), anjo e homem de gelo formavam o grupo original nos quadrinhos.

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