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28 de out de 2011

MISSÃO IMPOSSÍVEL GANHA PÔSTER CAPRICHADO

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Por André Moreira

Tom Cruise vem aí com mais uma Missão Impossível e para esquentar as turbinas o filme ganhou mais um pôster para o mercado americano com o ator e o restante do elenco. Além disso, logo abaixo você pode conferir um trailer cheio de ação do longa que estreia em dezembro. Corre boatos de que Tom dará as caras no Brasil mais uma vez para lançar Missão Impossível: Protocolo Fantasma. A conferir.

O novo longa da franquia foi dirigido por Brad Bird, o mesmo de Os Incríveis e conta no elenco, além de Cruise, com Jeremy Renner, Simon Pegg, Paula Patton e Josh Holloway. Estreia no Brasil acontece em 30 de dezembro


19 de out de 2011

ESPECIAL FESTIVAL DO RIO: VENCEDORES PREMIERE BRASIL e Mostra GERAÇÃO

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João Miguel levou o prêmio de melhor ator por A Hora e a Vez de Augusto Matraga

Festival do Rio chega ao seu final e consagra A Hora e a Vez de Augusto Matraga do diretor Vinícius Coimbra

Na noite de ontem o Festival do Rio fez sua cerimônia de encerramento e premiação, onde Karin Aïnuz saiu premiado como melhor diretor de longa metragem com seu elogiado Abismo Prateado e Camila Pitanga levando o prêmio de melhor atriz por sua atuação em Eu Receberia As Piores Notícias Dos Seus Lindos Lábios. Maria Luzia Mendonça levou o prêmio de melhor atriz coadjuvante por Amanhã Nunca Mais. Veja abaixo a lista completa dos premiados:

VENCEDORES DA PREMIERE BRASIL - TROFÉU REDENTOR
Premiados pelo Juri Oficial, composto por Roberto Farias (presidente), Adriana Falcão Aluizio Abranches, Pandora da Cunha Teles, Vanessa Ragone:

Melhor Longa-Metragem de Ficção  – A HORA E A VEZ DE AUGUSTO MATRAGA, de Vinicius Coimbra
Prêmio Especial de Júri – SUDOESTE, de Eduardo Nunes
Menção Honrosa para
MÃE  E FILHA, de Petrus Cariry

Melhor Longa-Metragem Documentário – AS CANÇÕES, de Eduardo Coutinho
Prêmio Especial do Júri para – OLHE PRA MIM DE NOVO, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla

Melhor Curta-Metragem – QUAL QUEIJO VOCÊ QUER?, de Cíntia Domit Bittar
Menção Honrosa para Tempo de Criança, de Wagner Novais



Abismo Prateado: Prêmio de melhor direção

Melhor Direção – KARIM AÏNOUZ por O ABISMO PRATEADO
Melhor Ator – JOÃO MIGUEL (A HORA E A VEZ DE AUGUSTO MATRAGA)
Melhor Atriz - CAMILA PITANGA (EU RECEBERIA AS PIORES NOTÍCIAS DOS SEUS LINDOS LÁBIOS)
Melhor Atriz Coadjuvante – MARIA LUÍSA MENDONÇA (AMANHÃ NUNCA MAIS)
Melhor Ator Coadjuvante - JOSÉ WILKER, (A HORA E A VEZ DE AUGUSTO MATRAGA)
Prêmio Especial de Júri para - CHICO ANÍSIO, (A HORA E A VEZ DE AUGUSTO MATRAGA)
Melhor Roteiro – ODILON ROCHA, por A NOVELA DAS 8
Melhor Montagem – JORDANA BERG por MARCELO YUKA NO CAMINHO DAS SETAS
Melhor Fotografia - MAURO PINHEIRO JR. por SUDOESTE
  e  PETRUS CARIRY por MÃE E FILHA



Juri Novos Rumos
- composto pela produtora Clélia Bessa e pelos diretores Matheus Souza, Waldir Xavier
- Melhor Filme  – RÂNIA, de Roberta Marques


Juri Fipresci (
Federação Internacional de Críticos de Cinema), composto por Klaus Eder (presidente), Joan Dupont (International Herald Tribune/New York Times), Jeronimo Rodrigues (Noticias/NY 1 News), Roger Lerina, Jornal Zero Hora) e Susana Schild: melhor filme latino americano.– Melhor Filme - SUDOESTE, de Eduardo Nunes



VOTO POPULARMelhor Longa-Metragem de Ficção de Voto Popular –
A HORA E A VEZ DE AUGUSTO MATRAGA, de Vinicius CoimbraMelhor Longa-Metragem Documentário de Voto Popular – AS CANÇÕES, de Eduardo CoutinhoMelhor Curta-Metragem de Voto Popular - PASSAGEIRO, de Bruno Melo

MOSTRA GERAÇÃO – JURI POPULAR
Lições de um sonho/ Lessons of a Dream, de Sebastian Grobler


17 de out de 2011

ESPECIAL FESTIVAL DO RIO: RYAN GOSLING SE DESTACA EM DRIVE

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Por André Moreira

Parece ser chover no molhado, mas não elogiar o ator Ryan Gosling por sua atuação em Drive, filme exibido no Festival do Rio e que em breve entra em circuito nacional seria cometer um grande erro de avaliação dado a grande interpretação de Gosling que nos entrega de forma contida um personagem rico em conflitos. 
Considerado um dos melhores atores de sua geração e que também poderá ser visto em Tudo Pelo Poder de George Clooney e desde já é considerado como um dos possíveis indicados a concorrer ao Oscar no ano que vem.

Gosling é considerado o ator do momento e tem dado motivos para isso, basta ver suas recentes atuações em Blue Valentine e Crazy Stupid Love, onde mostra que trafêga entre o dram e a comédia com a mesma desenvoltura e talento e fogindo dos maneirismo de outros atores de gerações anteriores como Johnny Depp, por exemplo, que tem se repetido constantemente e estado acima do tom e seus recentes trabalhos. Gosling parece enxergar mais além e mergulhar fundo em cada personagem dando a eles profundidade e leveza quando nescessário. E Drive é mais uma prova disso. E quando o ator é bem dirigido fica difícil abrir margens para o erro. Drive e Gosling são um dos grandes destaques do Festival do Rio que termina essa semana.

16 de out de 2011

ESPECIAL FESTIVAL DO RIO: INQUIETOS

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Por André Moreira

Confesso que esperava mais e tinha uma expectativa em torno desde simpático filme de Gus Van Sant, Inquietos, em cartaz no Festival do Rio.

Gus nos entregou recentemente Milk, um filme baseado em fatos reais e que tinha o premiado Sean Penn como protagonista. Um filme com um tema denso e tratado de certa forma com tal, afinal falar de preconceito e homossexualismo de forma séria não seria de outra forma. Aqui em Inquietos (Restless, no original), ele aborda outro tema tabu, a morte, porém de forma mais branda e poética através do fofo casal principal vivido pelos atores Mia Wasikowska (a insossa Alice de Tim Burton e que aqui está bem melhor e diz a que veio) e Henry Hopper, o belo filho do saudoso Easy Ridder Dennis Hopper.
Dois jovens estrangeiros se conhecem de forma inusitada, em um velório. A partir daí, constroem um amor profundo e duradouro. Uma análise sobre a amizade e o amor, que podem ser tão atraentes e verdadeiros como provocativos e agitados, ou melhor, inquietos.


Inquietos não é um filme ruim e inclusive está acima da média dentre tantos outros, mas quando  se fala de Gus espera-se um algo mais, uma densidade que neste belo filme não se encontra. Se é bem dirigido e bem atuado - os protagonistas estão ótimos e tem química - o filme acaba não indo tão fundo dentro de um tema tão espinhoso. Ele é delicado, mas longe de nos deixar tão inquietos.Se queria falar sobre a morte e suas consequências, acaba por ser apenas um tratado de amor pós-mortem.
Vale a ida ao Festival, mas sem muitas expectativas.

ESPECIAL FESTIVAL DO RIO: FUNKYTOWN

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Por André Moreira

Impossível não fazer determinadas comparações de FunkyTown com Studio 54, filme que tinha a efervescência disco da célebre boate de anos 70 e que marcou época e inclusive serve de referência para esse divertidíssimo filme de Daniel Roby. Aqui neste divertido filme em cartaz no Festival do Rio, a boate setentista canadense Starlight faz as honras da Disco Music, gênero musical que ficou anos depois datado e relegado a apenas uma mera lembrança glitter do passado. 

Todos os elementos apresentados no célebre filme estrelado por Myke Myers estão em Funkytown, que apesar de não contar com um elenco de peso e conhecido do grande público, consegue dizer a que veio e mostrar um panorâma da época onde Drogas, sexo, homossexualismo e muita disco a la Tony Manero eram as estrelas de uma época que ficou - para muitos - no meio do caminho mas que de certa forma abriu estrada para os coloridos anos 80.

Com um bom equlibrio entre a comédia e o drama, onde mostra do auge do gênero e seu pretenso glamour até sua rápida decadência,o que de fato aconteceu, Funkytown é uma das gratas surpresas do Festival do Rio e torço para que chegue ao circuito comercial de nossos cinemas.



14 de out de 2011

ESPECIAL FESTIVAL DO RIO: CONTÁGIO

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Por André Moreira


Gosto muito de filmes que abordam de forma realista questões a respeito do fim do mundo ou mesmo sobre determinadas formas de possíveis extermínios da humanidade. E o mais novo filme, Contágio, desse seguimento está em cartaz no Festival do Rio, evento que reúne filmes produzidos ao redor do mundo e que dificilmente devem chegar no nosso circuito comercial em sua maioria. O que não deve acontecer com essa grande produção do diretor Steven Soderbergh que em breve deve dar as caras em nossos cinemas.

Contágio segue a linha semi-documental de District 9 e é um filme estranhamente emocional, mas ao mesmo alarmante na forma como lida com um tema espinhoso, uma variante do vírus H1N1 que se espalha por todo o mundo e mata milhões de pessoas. A história gira em torno dos Centros de Controle de Doenças e da Organização Mundial de Saúde tentando obter um controle da situação.

The film starts with international traveler Beth Emhoff (Gwyneth Paltrow) returning from a stint in Hong Kong to Minneapolis, feeling poorly. O filme começa com Beth Emhoff (Gwyneth Paltrow) retornando de uma temporada em Hong Kong para Minneapolis, quando sente mal para em seguida morrer rapidamente. A partir daí começa a corrida para conter o surto. Encabeçando a luta é Dr. Ellis Cheever (Laurence Fishburne), diretor do CDC, e sua sincera agente de campo Dra. Erin Mears (Kate Winslet), mesmo com seus esforços a doença se espalha rapidamente para Chicago, Londres, Paris, Tóquio e Hong Kong.
Contágio é emocionante, porém e descrito por muitos como um thriller de ação, o que não procede. Mas em sua estrutura contém uma ótima sacada para contar uma história atual e próxima de nossa realidade. Gostei da forma como o diretor nos apresenta a história, viajando entre as cidades e entre o tempo e encaixando o quebra-cabeça para elucidar a trama para o público. Steven Soderbergh continua a provar que é um dos melhoras diretores de sua geração e sabe trabalhar junto com um ótimo roteiro inquietante. E como diretor de atores ele se sai melhor ainda, o que faz com que seu “contágio” faça a diferença entre tantos outros filmes que abordam esse mesmo tema. A qualidade do elenco é excepcional, apesar de Marion Cottilard ficar a margem do elenco, mas isso de fato não é culpa dela, mas da necessidade de estabelecer um equilíbrio na estrutura da história.
O pânico e a histeria crescente retratada em contágio são talvez os momentos mais marcantes no filme, tão realista que nos faz supor o que aconteceria se tal situação viesse a ocorrer. Roteiro de Burns é cativante, assustador e bem construído. E Soderbergh construiu de forma perfeita o visual com o tom exato proposto pelo roteiro. E esse realismo inquietante é a principal chave do êxito do filme.


13 de out de 2011

ESPECIAL FESTIVAL DO RIO: ROCK BRASILIA, ERA DE OURO

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Documentário de Vladimir Carvalho revive o surgimento conturbado da Legião Urbana, Plebe Rude e Capital Inicial

Por André Moreira

Muitos podem achar que os anos 80 foram anos perdidos, que muito do que surgiu na música brasileira não era de fato consistente e que não venceria a dura prova do tempo. Em parte aqueles que abominaram a década mais colorida e new wave em terras brasileiras estavam certos, porém nem tudo que se produziu na época era de fato descartável e até hoje mostra sua força. 

Legítimos representantes da era mais produtiva do rock nacional e talvez, a principal força motora que alçou o rock brazuca ao patamar de estrela que tem até hoje na nossa mitologia radiofônica, Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude, bandas advindas de Brasília, celeiro até então conhecido pela política e todas suas mazelas, deram a nova cara da música brasileira, até então dominada pela MPB e canções de viés mais popular. Geradas a partir de uma única e mitológica banda chamada Aborto Elétrico, ambas alcançaram o sucesso de público e crítica no início dos anos 80 dando início ao que seria uma revolução no gosto dos jovens da época. Uma época onde o principal maestro se chamava Renato Russo, morto há 15 anos e até hoje cultuado por toda uma geração coca-cola. Com uma biografia nada convencional, nada melhor do que reviver e descobrir como tudo teve início através de um documentário. 


Rock Brasília, Era de Ouro, doc do diretor Vladimir Carvalho que faz parte da programação do Festival do Rio 2011 e que estréia nacionalmente no dia 21 de outubro, narra justamente esse histórico e emblemático período de surgimento do Aborto Elétrico, sua dissolução e conseqüente surgimento das três bandas mais importantes nesse período.
Vladimir deu início ao documentário no fim dos anos 80, justamente o período em que a Legião Urbana estava em seu momento ascendente, aliás, ali estão imagens valiosas como o depoimento inédito de Renato Russo, assim como dos Paralamas do Sucesso, ainda em seu início de carreira. 

Em termos de feitura o doc segue os mesmos esquemas de tantos outros sem apresentar novidades e seguindo de forma linear para narrar as agruras de Renato e cia até chegar ao sucesso. Entremeado com depoimentos de familiares, amigos e profissionais que tiveram contato com o roqueiros na época, Rock Brasília tem bons momentos, principalmente através dos depoimentos de Phelipe Seabra (Plebe Rude) e do próprio Renato Russo. O ponto negativo do doc está na utilização de atores encenando alguns momentos importantes da história dos personagens. Sendo um documentário tão rico em depoimentos, esse artifício se tornou desnecessário e que pouco contribui para o desenrolar da história. No mais, Rock Brasília, Era de Ouro está no mesmo patamar de Uma Noite em 67, outro bom documentário que narra um período emblemático da história recente da música brasileira. Talvez instintivamente, Vladimir Carvalho tenha criado uma boa homenagem para um período onde o Rock Nacional pela primeira vez mostrou a que veio. Para os amantes do nosso ótimo Rock´n Roll é uma ida ao cinema obrigatória.

3 de out de 2011

ESPECIAL ROCK IN RIO: GUNS N´ ROSES FECHA FESTIVAL DE FORMA MELANCÓLICA

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Por André Moreira

A chuva torrencial que desabou na Cidade do Rock, que atrasou em quase duas horas o show, quase estraga a festa deencerramento do Rock in Rio 2011 e deixa os fãs Guns N´Roses a ver navios. Com um atraso de quase duas horas a banda mais esperada do sétimo dia enfim subiu ao palco mundo para delírio dos fãs encharcados que ainda teimavam em não arredar o pé da cidade do rock.Abrindo com Chinese Democracy e seguin do com o petardo Welcome to the Jungle, o Guns parecia que iria fazer os fãs esquecerem o dilúvio que se abateu sobre eles e fazer um show memorável para ninguém botar defeito. Mas infelizmente não foi o que se viu.
Axl Rose, o grande nome da banda, mostrou que não está lá em sua melhor forma, tendo que se esforçar para conseguir fôlego em cada música e alcançar notas que antes eram fáceis para sua voz poderosa. Notadamente acima de seu peso e visivelmente sofrendo os efeitos do alcóol, das drogas e da idade, Axl pouco lembrava o cantor que conquistou multidões anos atrás quando a banda estourou com hits como Patience e Sweet Child o´Mine. Pesado no palco e ao lado de uma banda sem brilho, Axl bem que tentou fazer um grande show, mas ficou a beira do caminho. Apesar das mais de 30 músicas do set list, nem mesmo os grandes clássicos conseguiram conter o desanimo de parte do público, que em frangalhos graças a chuva e ao cansaço de vários shows seguidos, abandonou seu ídolo e tomou o rumo de casa. Para a grandeza do festival, foi um encerramento melancólico.

Figurino do cantor foi um capítulo à parte nas redes socias

O estranho figurino com que Axl Rose subiu ao palco para abrir o show foi o assunto mais comentado nas redes sociais como twitter e Facebook. Espantados com o casaco espalhafatoso amarelo ovo berrante e uma espécie de chapéu panamá, o cantor conquistou os mais diversos e inusitados apelidos. De Dick Tracy a Inspetor Buginganga, eram as mais variadas gozações em cima da roupa do "astro" do rock. Houve quem dissesse que o ator estava vestido de bote inflável para escapar da enchente. Se no palco Axl e cia. não agradaram tanto, pelo menos nas redes sociais ele foi o astro principal, estando em primeiro lugar nos trend topics durante um bom tempo.

2 de out de 2011

ESPECIAL ROCK IN RIO: DETONAUTAS E PITTY AQUECEM O PÚBLICO

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Por André Moreira
Fotos divulgação/ image.net

A última noite do Rock in Rio começou fervendo com o rock Brasil. Detonautas abriu os trabalhos da noite com seu rock pesado, entremeado a palavras de protesto contra impunidade no País. Mostrando mais maturidade, os Detonautas fizeram um show correto e bem dividido dando prioridade para os principais sucessos da banda.
Pitty, a roqueira bahiana, levantou o público e mostrou porque é o principal nome feminino do rock nacional. Com domínio de palco, Pitty mostrou ao que veio e eletrizou a platéia. Foram os brasileiros mostrando que também se faz um bom espetáculo com prata da casa.



ESPECIAL ROCK IN RIO: NÃO BASTA SER REPÓRTER, TEM QUE PARTICIPAR

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Por André Moreira

Tirolesa, montanha russa e roda gigante. São muitas as emoções nesse Rock in Rio e aproveitei pra ter as mesmas experiências que o público que lotou todos os dias de festival. A maior delas foi poder estar pendurado e assistir - e fotografar - o show da roqueira Pitty na tirolesa e sentir uma tamanha adrenalina que jamais senti.
Adrenalina que começa quando subimos as escadas rumo ao ponto de partida, vários metros acima do chão. Apesar da partida aparentemente tranquila, a emoção surge no decorrer da descida e da percepção ampla de toda a Cidade do Rock e de toda multidão abaixo. No final a sensação é a de uma experiência única e indescritível.

ESPECIAL ROCK IN RIO: SKANK, MAROON FIVE E COLDLAY LEVAM O PÚBLICO AO DELÍRIO

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Mineiros do Skank roubam a cena e fazem o público vibrar. Marron Five e Coldplay deixam os fãs em extase no penúltimo dia de Festival

Por André Moreira

O Sexto e penúltimo dia de Rock in Rio foi marcante para os fãs do pop rock. Com um line up que não deixou a desejar aos outros dias do Festival, o sexto dia na cidade do rock foi marcado por muita emoção. os fãs lotaram desde cedo o local do evento para conseguir um lugar mais próximo do palco e poder ver seus ídolos bem de perto no Palco Mundo. Frejat foi o primeiro a subir no palco e mostrar que os anos de estrada só lhe fizeram bem. Misturando os sucessos de sua carreira solo e da Barão Vermelho, seu grupo que ainda está de férias compulsórias, o "barão" conquistou o público com seu show saudosista, mas ao mesmo tempo atual, esquentando os fãs para o que viria a seguir. Sem fazer firulas e inventar, o Skank mandou ver todos os seus sucesso enfileirados e sacudiu o público, lembrando que ainda são uma das melhores bandas do rock nacional. Negra Li deu um charme a mais fazendo uma participação especial ao lado dos mineiros.
Logo depois subiu ao palco o grupo Mexicano Maná que com seus hits de novela conseguiu segurar o público, além de mostrar que em matéria de comunicação eles não ficam nem um pouco atrás de outras estrelas do rock que passaram pelo Palco Mundo.
Mas as estrelas da noite ainda estavam para surgir. E Marron Five, grupo que entraou de última hora no line-up do Rock in Rio em substutição a Jay-Z, rapper mais conhecido por ser marido de Beyoncé, não deixou a desejar em nenhum minuto e com seu vocalista Adam Levine, deixou claro que podem ter uma longa carreira pela frente. Abrindo com seu no hit Moves Like Jagger, o público foi ao delírio do começo ao fim. Estava armado o cenário para receber a maior estrela do sexto dia, ColdPlay, que com um show emocionante e lindo deixou os em puro extase com a emoção correndo solta. No saldo final, o sexto dia com certeza entrou para o hall dos melhores shows deste Rock in Rio que termina hoje com o show do Guns´n Roses.












1 de out de 2011

ESPECIAL ROCK IN RIO: QUINTO DIA ONDE O AXÉ DOMINOU O PALCO

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Ivete levantou a poeira do Rock in Rio

 Apesar de ter Lenny Kravitz e Shakira como atrações principais, a quinta noite do Rock in Rio foi de Ivete Sangalo

Por André Moreira
Fotos divulgação/Getty Image

O quinto dia de Rock in Rio parece não ter empolgado tanto o público presente na Cidade do Rock nesta sexta-feira. Com atrações pouco roqueiras, o festival contou com Marcelo D2 e seu hip hop de levadas de samba para abrir os trabalhos do Palco Mundo. Apesar de sempre eficiente, D2 não foi o suficiente para levantar a galera que chegou cedo paraconferir o line up da noite. Na sequência teve que suportar o soul farofa do Jota Quest, que inesplicávelmente errou no set list e investiu em suas baladas ensossas. Resultado? Sono alheio a vontade.
Foi preciso um verdadeiro furacão bahiano para conseguir acordar o público e levantar poeira literalmente na Cidade do Rock. Ivete Sangalo provou mais uma vez que é diva para qualquer palco ou evento e dominou e conquistou o público de idade eclética- via-se desde crianças a casais da terceira idade - fazendo todo mundo cantar e dançar e esquecer o cansaço, porque não basta gostar de música, precisa ter gás. E isso Ivete conseguiu arrancar do público. É impressionante o que essa mulher arretada é capaz de fazer no palco.
Mas para desilusão do público eis que surge Lenny Kravitz com seu rock pasteuriza e nada animador. Apesar de ter colecionado hits ao longa de sua carreira e mandar bem na guitarra, falta a Lenny o domínio de palco, saber se comunicar com a platéia. Não basta ter sucessos e talento com o músico, é preciso saber cativar. O que Ivete tem de sobra, Lenny ficou devendo e muito.
Fechando a noite, Shakira entrou no palco cantando seu mais conhecido sucesso em terras brasileiras, Estoy Aqui. Querida pelo público brasileiro desde os anos 90, época em que nem se imaginava que a simpática colombiana poderia fazer tanto sucesso nos Estados Unidos, até então um mercado muito fechado para os latinos de um modo geral, Shakira conseguiu animar o público, mas sem o mesmo êxito da bahiana. Apesar de carismática, Shaka - como também é conhecida - ainda não tem o peso para fechar um festival desse porte.
Apesar do dia mais fraco do festival em termos gerais, o Rock in Rio promete retomar os trilhos nesta sábado quando sobem ao palco mundo Frejat, Skank, Maná, Maroon Five e Coldplay, a estrela da noite.






ESPECIAL ROCK IN RIO: HOJE FOI DIA DE IVETE, BEBÊ

by
Por André Moreira

Foto divulgação/Image.net
 
Não há como negar. Aproveitando o atual hit do momento na web, a fátidica frase da atriz Christiane Torloni, "Hoje é Dia de Rock , bebê", hoje definitivamente foi dia de Ivete, bebê. O Rock in Rio foi abaixo quando a cantora bahiana subiu ao palco e mandou todos os seus principais sucessos mais agitados como Acelera Aê e Poeira. E

Ivete Sangalo, que fez sua estreia no Rock in Rio em terras brasileiras depois de ter participado de duas edições internacionais do festival não só confirmou que é a mais carismática das cantoras nacionais como também mostrou para Claudia Leite que para conquistar o público é necessário não só talento, mas muito carisma. E isso Ivete Sangalo tem de sobra. #sentaláclaudia

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