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30 de mar de 2012

ESTREIA DA SEMANA: HELENO

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Nunca houve alguém como Heleno. E nunca houve um filme como Heleno. Exagero? Não. Graças a uma fotografia excelente de Walter Carvalho, uma direção firme e segura de José Henrique Fonseca e a uma interpretação magistral de Rodrigo Santoro.

Heleno mostra a ascensão e queda de um dos maiores ídolos do futebol brasileiro, que sucumbiu não só a uma doença. Um ídolo na maior expressão da palavra, o célebre jogador de futebol também foi vítima de seu ego.

Heleno mostra o quanto Rodrigo alcançou a maturidade profissional em tão pouco tempo. Seu Heleno de Freitas é irretocável, indo do sutil ao raivoso. As seqüências do sanatório onde o personagem passou seus últimos dias são impressionantes.

Santoro tem uma carreira ainda em ascensão em Hollywood e é uma questão de tempo para que seja realmente notado pelo disputado mercado americano. E dado a suas ótimas escolhas de papéis e ao seu inegável talento, isso não vai ser difícil.

A ótima fase de Rodrigo começou com Bicho de Sete Cabeças, filme de Laís Bodansky, e agora chega ao seu ápice com Heleno. E o filme em si é um trabalho impressionante, bem cuidado e certamente eleva a carreira não só de seu diretor, mas principalmente de Rodrigo Santoro. Imperdível.

Titulo Original: Heleno

Gênero: Drama
Duração:
116 min.
Origem:
Brasil
Estreia:
30 de Março de 2012
Direção:
José Henrique Fonseca
Roteiro:
José Henrique Fonseca, Felipe Bragança e Fernando Castets
Distribuidora:
Downtown Filmes
Censura:
14 anos
Ano:
2011


29 de mar de 2012

CRÍTICA: FÚRIA DE TITÃS 2

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Por André Moreira


O primeiro Fúria de Titãs, apesar de boa bilheteria, pecou em dois principais pontos. Desprezou valorosos elementos do original do qual era adaptado, desprezando, por exemplo, a participação de outros deuses mitológicos no revival de um filme que mesmo não sendo um sucesso estrondoso na sua época, pelo menos abordou de forma digna o universo dos deuses gregos, o que até hoje é pouco comum no cinema. Vide o recente Imortais, que tinha uma premissa parecida e naufragou em meio a uma trama ornada em figurinos carnavalescos e atuações limitadas. De lá pra cá, ninguém mostrou de forma correta esse universo. O remake de Fúria também errou ao converter o longa para o 3D na pós -produção, em vez de filmar em câmeras próprias para esse tipo de técnica. Mirando em uma bilheteria maior, já que esse tipo de ingresso é bem mais caro, acabou dando um tiro no pé, já que o que se via na tela tinha uma qualidade de gosto duvidoso. E nisso, quem sai perdendo é o público, que pagou por algo que não estava a altura do que esperavam ver na telona.


Agora chega às telas a seqüência do filme, “Fúria de Titãs 2”, com a ingrata missão de apagar a péssima impressão deixada pela primeira aventura de Perseu (Sam Worthington). Pena que fica no meio do caminho de sua missão.


O segundo “Fúria” tinha ao seu favor o fato de estar livre das comparações com o original do início dos anos 80, sendo um longa independente do primeiro filme protagonizado por Sir Lawrence Olivier, mas infelizmente não utilizou isso ao seu favor. A trama é pouco empolgante mostrando problemas familiares entre os Deuses e seus filhos, nada que realmente legitime a necessidade de uma seqüência como essa. Sai um bom roteiro, entram os efeitos visuais, que aqui estão a serviço da trama dirigida por Jonathan Liebesman. Nesse quesito Liebesman é craque, já que dirigiu Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles, onde o que pouco importava era o roteiro e sim a ação. Liebesman dever ter se matriculado na mesma escola que Michael Bay (leia-se transformers), dada as devidas proporções.


Nem mesmo a presença de Ralph Fiennes (o Valdemort da franquia Harry Potter) e Liam Neeson, que reprisam seus mitológicos papéis,  Hades e Zeus respectivamente, ajudam a contar essa história que desperdiça bons atores. Worthington leva jeito para papéis de ação e já provou isso em outras ocasiões, mas com um roteiro frouxo pouco pode fazer. Edgard Ramires, apesar de ter o físico necessário para seu Ares, Deus da Guerra, pouco faz cenicamente, limitando-se a fazer caras e bocas. Já atuou melhor em outras tramas. E “Fúria de Titãs 2” comete o mesmo erro de desprezar os outros deuses gregos, o que enriqueceria  e muito a trama. Se era para mostrar conflitos familiares, perdeu uma grande chance de se aprofundar no tema.


Se o roteiro é pouco inspirador, por outro lado Fúria de Titãs 2 se redime no quesito 3d. Não porque tenha a excelência de um “Avatar” ou de uma “Invenção de Hugo Cabret”, mas porque não apresenta os mesmos erros de sua primeira aventura, tendo optado por filmar diretamente em câmeras próprias para essa técnica. E isso já é um ponto a favor, porque está a serviço dos ótimos efeitos visuais do longa.


Mesmo não sendo o grande destaque em um ano em que ainda veremos filmes como Os Vingadores e o novo Homem-Aranha, “Fúria de Titãs 2” serve como boa diversão na tela grande para quem curte filmes onde a ação e efeitos vem em primeiro lugar. E isso já é um avanço.

CRÍTICA: A NOVELA DAS OITO

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Fotos/divulgação

Por André Moreira


Houve uma época em que o Brasil vivia sob o jugo e medo do regime militar. E houve também o estouro da Disco Music no país do samba. Curioso imaginar esses dois cenários na vida dos brasileiros em um mesmo momento. E mais interessante ainda imaginar um filme misturando esses dois temas. E eis que o que poderia render um roteiro de cinema ganhou forma e chega esse fim de semana às telas brasileiras. A Novela das Oito, primeiro longa de Odilon Rocha mistura esses dois cenários para falar sobre uma época em que o Brasil viveu dividido entre o cacete militar e as meias de lurex a la Sonia Braga na novela Dancin´ Days, trama de Gilberto Braga que conquistou os brasileiros na carona da febre da Disco Music americana. 


Dancin´ Days serve de pano de fundo para contar a história da prostituta Amanda (Vanessa Giácomo) e Dora (Claudia Ohana), que envolvidas em um incidente fatal, decidem rumar para o Rio de Janeiro e fugir de seus algozes, agentes do regime militar liderados por Brandão (Alexandre Nero). Juntas as duas seguem em fuga. Uma busca fazer as pazes com o passado. A outra viver sobre o brilho Disco da boate carioca mais badalada do momento, Dancin´ Days.
Vanessa Giácomo é a espevitada Amanda
 
O longa de Odilon Rocha tem um roteiro (premiado no último Festival do Rio) de fácil entendimento, bem dosado entre drama e ação, embora não esteja livre de problemas, como alguns momentos no melhor estilo trash e uma trama paralela desnecessária para o desenvolvimento do filme.

O elenco é apenas correto, mas Vanessa Giácomo se destaca entre todos com sua hilária Amanda e consegue uma boa química com Claudia Ohana, que faz um bom retorno ao cinema, décadas após ter estourado no veículo que a projetou. Alexandre Nero deve sofrer comparações com seu mais recente papel em uma novela (não é trocadilho), tamanha as semelhanças do tom do personagem que é o algoz das duas heroínas do longa. “A Novela das Oito” consegue o feito de garimpar pérolas da década “disco” em sua trilha sonora como As Frenéticas, o saudoso Ronaldo Resedá e a sumida diva Lady Zu. E só isso já vale o ingresso.

28 de mar de 2012

ELENCO DE “A NOVELA DAS OITO” SE REÚNE EM PRÉ-ESTREIA

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Fotos/ André Moreira

Por André Moreira e Wanderson Awlis

Elenco, direção e convidados se reuniram na noite de ontem em um cinema da Zona Sul carioca para lançar o filme “A Novela das Oito”, primeiro longa do diretor Odilon Rocha. Estavam presentes os protagonistas Claudia Ohana, Vanessa Giácomo e Mateus Solano  que falaram da experiência de participar do filme que é uma homenagem as telenovelas brasileiras.


Para Claudia Ohana, a preparação foi intensa, apesar de ter vivido sua juventude naquele universo da década de 70.“Fiquei 3 meses me preparando para a personagem que é uma exilada política. Um período de ensaio, pesquisa e laboratório. Fiz visitas à pessoas que sofreram na ditadura, li e assisti muita coisa. Foi um processo longo, mas prazeroso. O que meu ajudou foi que na época eu tinha 15 anos e me recordo bem de como era toda a situação”. Disse ela que vive no longa Dora, que junto com Amanda, personagem de Vanessa Giácomo, foge rumo ao Rio depois das duas se envolverem em um incidente fatal. Tudo em meio ao regime militar e ao estouro da novela Dancin´ Days em 1978.


Vanessa Giácomo, que se destaca como a sonhadora prostituta Amanda, destacou o processo de criação de sua personagem. “O foco da minha personagem não é a prostituição. Não foi nisso que eu me apeguei. Apenas curti e com total desapego”. Explico ela, que fez uma intensa pesquisa antes de começar as filmagens. “O filme se passa em 1978, o que me exigiu pesquisa para saber o comportamento da época. Assisti absolutamente tudo. Inclusive muito material do "Dancin' Days", já que minha personagem é muito fã. E, apesar dos exageros, o mais difícil para mim foi encontrar um tom linear”. Completou.


Mateus Solano, conhecido por seus galãs nas novelas, vive seu primeiro personagem homossexual no cinema. Segundo ele, não teve nenhum pudor para protagonizar uma cena de beijo gay na tela grande. “Não tive dificuldade em beijar outro homem. Não vi problema e não foi uma cena difícil.  Não tenho pudores. A minha profissão me dá possibilidade de fazer coisas que eu não faço na minha vida. É por isso que eu amo isso”. Disse ele que acha que cada personagem tem sua história. “Todos os personagens desses filme tem um conflito, mas ao mesmo tempo passam por uma mudança. No filme o roteiro mostra que o Brasil está se revivendo”. Pondera.


Odilon Rocha, que estreia na direção de um longa depois de experiências em curtas-metragem falou sobre o cenário do filme e de ter uma novela como pano de fundo de sua história. “O filme começa em São Paulo, mas o foco é o Rio. É mais do que um cenário, é um personagem. A cidade ganha vida durante o longa. Foi maravilhoso reviver tudo de "Dancin' Days", a novela que foi uma homenagem à teledramaturgia brasileira”. 



 


   

27 de mar de 2012

TEASER TRAILER DO NOVO VINGADOR DO FUTURO

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Remake do clássico de Schwarzenegger ganha primeiro vídeo

Por André Moreira

Que o Vingador do Futuro (Total Recall) ganhou um remake, todo mundo sabia. O que faltava era ver cenas da nova versão do clássico filme estrelado por Arnold Schwarzenegger e a ainda desconhecida Sharon Stone no fim dos anos 80. Agora não falta mais. A produção ganhou seu primeiro teaser trailer mostrando algumas cenas do remake agora protagonizado por Collin Farrel e Jéssica Biel. Veja abaixo. O longa estreia em agosto desse ano. Será que veremos um filme a altura do original?

26 de mar de 2012

SELTON MELLO É HOMENAGEADO EM FESTIVAL

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Fotos/ André Moreira

Por André Moreira

O ator e diretor Selton Mello foi a grande estrela da abertura do “III Festival Internacional Estudantil de Cinema Barra do Piraí” na noite de ontem. Homenageado pelo festival, o ator se disse emocionado e ressaltou a importância de um festival como o de Piraí. “Estou muito emocionado, principalmente por este ser um festival feito e voltado para os estudantes. É uma formação de novos profissionais de cinema e isso é muito importante para o mercado”. Disse ele, que acrescentou: “"Esse projeto é muito importante, porque envolve o sonho dos jovens. Além de ser muito bonito, já que possibilita um contato direto deles com a arte A arte e o esporte são fundamentais e importante na vida de todos, principalmente, de quem está em formação. Parabenizo a cidade e a todos os envolvidos. Tenho certeza que o Festival vai crescer muito mais e espero voltar outras vezes. Continuem fazendo arte e sonhando sempre".

O ator, que atualmente está nas telas de cinema como protagonista em duas produções, Billy Pig e Reis e Ratos, apresentou na abertura do Festival de Barra do Piraí seu último e premiado filme como diretor, O Palhaço. Selton também ressaltou que por enquanto está de férias do cinema e da televisão e não pretende retornar tão cedo.

A terceira edição do Festival Internacional Estudantil de Cinema de Barra do Piraí segue até 31 de março com a realização de três mostras, das quais duas são competitivas (a local e a nacional), e uma internacional. Participam apenas filmes de curta-metragem ficção de temática livre, com duração máxima de 20 minutos, que tenham sido produzidos nos anos de 2010 e 2011, por estudantes matriculados no ensino básico (6º do ensino fundamental ao 3º do ensino médio), educação de jovens e adultos (EJA) ou cursos técnicos em escolas públicas ou privadas de qualquer região do Brasil, e filmes de curta-metragem produzidos por jovens estudantes não universitários residentes no exterior.


23 de mar de 2012

CHICO ANYSIO MORRE AOS 80 ANOS

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Humorista estava internado desde dezembro passado

Por André Moreira

O humor perdeu talvez seu maior expoente. Morreu na tarde de hoje, aos 80 anos, o humorista Chico Anysio, um dos pioneiros no humor na televisão brasileira e que lançou centenas de personagens de sucesso, entre eles os inesquecíveis Professor Raimundo, Coalhada, Painho, Alberto Roberto e tantos outros.
Chico Anysio estava internado no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio, e vinha lutando contra uma pneumonia que se agravou nos últimos dias. 

CONFIRMADO PRIMEIRO SHOW DE MADONNA NO BRASIL

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Diva pop irá se apresentar em Porto Alegre

Por André Moreira

Finalmente Madonna divulgou a data e local da etapa brasileira de sua nova turnê. Porto Alegre irá receber a turnê de divulgação do album MDNA no dia 09 de dezembro no Estádio Olímpico.
De acordo com a Rolling Stone Brasil, as informações foram confirmadas pela assessoria de imprensa do Grêmio.
Em breve Madonna deve anunciar os locais e datas dos outros shows no Brasil (São Paulo e Rio de Janeiro possivelmente), onde irá se apresentar pela terceira vez. A Diva lança seu novo albúm MDNA no dia 26 de março e dá o ponta pé inicial da nova turnê no dia 29 de maio em Israel.
Recentemente a cantora lançou o clipe de segundo single desse novo trabalho, Girl Gone Wild. O clipe remete aos tempos de Like a Prayer e Vogue. Veja abaixo:

CRÍTICA: JOGOS VORAZES

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Primeiro filme da trilogia promete ser novo hit entre adultos e adolescentes

Por André Moreira

Hollywood se antecipa ao fim de grandes sucessos comerciais recentes (leia-se aí as sagas Harry Potter e Crepúsculo) e a perda de uma boa fatia nas bilheterias do mercado cinematográfico se voltando mais uma vez para as pratelheiras das livrarias. E a bola da vez é o sucesso da literatura juvenil escrito por Suzanne Collins, Jogos Vorazes (Hunger Games), trilogia que ganha seu primeiro filme e estreia hoje nos cinemas brasileiros já com a expectativa de manter as bilheterias de sucesso deixada por Harry Potter e a duvidosa saga Crepúsculo (que chega ao fim este ano). Tarefa difícil e ingrata, mas que pode dar certo graças a boa produção desse primeiro longa baseados nos livros de Suzanne.


Longe do mundo mágico e complexo criado para Harry Potter por J. K. Rowling e a extrema simplicidade tatibitate de Stephenie Meyer para sua saga Crepúsculo, Suzanne Collins segue a linha da ficção científica emoldurada com crítica social (a sociedade retratada na trama vive em condições de vida precária), colocando jovens para lutar em um futuro onde a máxima é se manter vivo, custe o que custar, em um torneio onde 12 jovens de distritos diferentes precisam matar uns aos outros até que sobre apenas um vencedor. A trama se assemelha em muitos aspectos a um dos filmes de sucesso mediano de Arnold Schwarzenegger, O Sobrevivente, de 1987, com a diferença que o longa de Arnoldão era muito mais violento e sangrento. Em Jogos Vorazes somos polpados de tanta sanguinolência, talvez uma forma de não afastar o público de Harry e Bella, acostumados a tramas mais suaves e açucaradas (principalmente a segunda). Um risco calculado que como entretenimento para os adolescentes cumpre sua função e de quebra capta outras faixas etárias. Jogos Vorazes tem poder de fogo para conquistar fãs do livro de Suzanne (e de suas contemporâneas Rowling e Meyer), assim como os que nem sequer leram as páginas da trama criada pela roteirista americana com elementos que devem agradar a gregos e troianos, como ação, romance e um humor kitsch para os que curtem esse tipo de gênero. A crítica social está presente, embora exista pouca explicação para o que de fato aconteceu e o que originou a situação ao qual a sociedade representada no filme passa. Mas a condução do filme faz com que isso pouco importe realmente. 


As atuações, apesar de irregulares, não comprometem o todo. Destaque para a ótima - isso não é novidade - Jennifer Lawrence (de Inverno na Alma e X-Men: First Class), que equilibra sua Katniss entre o doce e o selvagem, já que é uma adolescente que precisa ter ares de mulher madura para sua sobrevivência. A nota dissonante de Jogos são justamente as cenas de luta, que poderiam ser melhor elaboradas. E com a câmera frenéticamente conduzida, em nada ajuda a entender o que de fato está acontecendo nos momentos de ação. 


No mais, é esperar para ver como Jogos Vorazes se sairá nas bilheterias e suas sequências - que devem acontecer - serão desenvolvidas. Existe fôlego e material suficiente para isso. Resta saber se conseguirá manter a regularidade no seu desenvolvimento ou sofrerá com o desnível de Harry, que com diferentes diretores ao longo de seus episódios só encontrou unidade nos três últimos da série.

22 de mar de 2012

DANIELLA CICARELLI DE VOLTA À MTV

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Foto: Kelly Fuzaro/MTV
Depois de ficar na geladeira da Band e afastada da TV, Daniella Cicarelli retorna ao canal de música

Por André Moreira

Depois de um bom tempo afastada da televisão e de ter amargado um grande fracasso na Band, onde acabou na geladeira por um bom tempo e a fez repensar o rumo de sua carreira, Daniella Cicarelli (foto) agora tem mais uma chance de voltar a comandar um programa. 
Cicarelli retorna à MTV, canal em que mais fez sucesso e a lançou como apresentadora em programas como Beija Sapo, Notícias de Biquini e Batalha de Modelos
Cicca, como também é conhecida, irá comandar o Provão MTV ao lado de Luiz Thunderbird, outro que tempos atrás também amargou fracassos ao sair da emissora musical. 
O Provão MTV estreia dia 30 de abril.

"VALENTE", NOVA ANIMAÇÃO DA PIXAR, GANHA NOVO COMERCIAL DE TV

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Nova animação da Pixar/Disney estreia dia 22 de junho

Por André Moreira

Valente, nova animação da Pixar/Disney, ganhou mais um comercial de tv para o mercado americano (veja abaixo). Animação conta a história de Merida, um nobre escocesa que deseja se tornar uma grande arqueira.Na busca pelo seu sonho acaba liberando antigas forças místicas e colocando sua família e amigos em perigo. E para solucionar o problema, a heroína terá que enfrentar vários perigos e provar que é uma verdadeira guerreira.
Nas vozes dos personagens estão Emma Thompson, Billy Connoly e Julie Walter.

21 de mar de 2012

DECOTE VORAZ

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Jennifer Lawrence arrasa no decote em pré-estreia de Jogos Vorazes

Por André Moreira

A atração principal era para ser o filme Jogos Vorazes, longa que estreia nesta sexta, 23, mas quem roubou a cena foi a protagonista Jennifer Lawrence, ou melhor, seu generoso decote em um vestido verde musgo Calvin Klein. 
Jennifer e os outros dois protagonistas, os galãs Liam Hemsworth (irmão de Chris, o Thor dos Vingadores) e Josh Hutcherson (foto abaixo), lançaram Jogos Vorazes em um cinema de Nova York. 


19 de mar de 2012

PRIMEIRA FOTO DO ARQUEIRO VERDE DIVULGADA

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Por André Moreira

O canal CW já está correndo para produzir um substituto de Smallville, seriado que chegou ao fim no ano passado depois de 10 temporadas. E para seu lugar o canal escolheu outro personagem da DC Comics, o Arqueiro Verde. Dessa vez será o ator Stephen Amell que irá impunhar o arco e flecha de Oliver Queen (alter-ego do herói) no piloto que já está em produção. Produção que já liberou a primeira imagem do ator caracterizado como o herói. Veja acima.
Em Smallville o Arqueiro Verde era vivido pelo ator Justin Hartley e figurou nas últimas temporadas do seriado sobre o jovem Superman. Dessa vez porém, Justi nficou de fora e o novo seriado não terá nenhuma ligação com Smallville. Será que vai dar certo? #Veremos, já que outro personagem bastante conhecido do público, a Mulher Maravilha, também teve um piloto e não conseguiu ser aprovado, indo para na gaveta. É esperar para ver se o Arqueiro Verde terá sucesso em seu vôo solo.
Em tempo: Amell, o novo Arqueiro, já fez participações em outros seriados, como The Vampire Diaries.

16 de mar de 2012

CRÍTICAS: "PROTEGENDO O INIMIGO" E "PROJETO X"

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 Por André Moreira

Este final de semana os cinéfilos não tem do que se queixar em termos de estreias nos cinemas. Há filmes para todos os gostos. Comédia, ação, intriga, perseguições e muita, muita confusão em uma festa que promete agitar as telas de cinema. Além dos já citados nos posts anteriores, Shame e Guerra é Guerra, o fim de semana tem outras duas boas estreias. 


De um lado o thriller de suspense e ação Protegendo o Inimigo, com Denzel Washington e Ryan Reynolds correndo e e atirando para todos os lados. E esse talvez seja o ponto que incomoda nessa trama rocambolesca que prefere partir para a grosseria e deixar de lado os bons diálogos que geralmente esse tipo trama proporciona. Longe de ser um Identidade Bourne que equilibrava seu roteiro com ótimos diálogos e ação, Protegendo o Inimigo se excede entre tiros, perseguições de carros e muita, muita adrenalina. As cenas de ação são muito bem dirigidas e vale o preço do ingresso para quem curte esse tipo de filme, onde o que menos importa  são os diálogos. Denzel está bem, mas precisa urgente mudar o rumo de sua carreira, hoje repetitiva e perdida em filmes como esse. Se não se cuidar pode se tornar um Nicolas Cage. Denzel tem talento e definitivamente não precisa se perder em filmes que não lhe exigem muito dramáticamente. Ryan empresta apenas sua beleza para o filme (algo muito comum em sua carreira), porque de profundidade cênica o rapaz carece e muito. Apesar de ter feito um dos filmes que mais gostei nos últimos tempos, Enterrado Vivo, e ter se saído muito bem, o ex-namorado de Scarlett parece ter dado um passo para trás voltando com suas limitadas atuações. No filme dirigido por Daniel Espinosa, o ator limita-se a fazer caras e bocas. E no embate direto com Denzel, Ryan sai perdendo.


Do outro lado das estreias de hoje está o bom, simpático e, porque não dizer, muito louco - no bom sentido - Projeto X. Tenho que confessar que quando vi um trecho do trailer desse filme que lembra sob muitos aspectos o sucesso SuperBad, achei que veria mais um de tantos e tantos filmes nerds do momento, mas felizmente minhas espectativas, ou a falta delas, estavam erradas. O longa dirigido pelo diretor Nima Nourizadeh é diversão pura do início ao fim e mostra em ritmo ágil e frenético que mesmo que sofra algum tipo de comparação com o já citado Superbad e até mesmo o conhecido American Pie, é possível fazer algo novo com um tema e personagens já conhecidos do público por suas características. Os tipos comuns em todos os filmes de adolescentes feitos no cinema americano estão lá, é fato. O nerd metido a esperto, o amigo correto que é metido em um plano que só pode dar errado, o parceiro gordinho engraçado e sem charme algum, as garotas gostosas e desejadas, além do amor platônico pela menina perfeita. Nima consegue pegar todos esses "elementos" e elevar a enésima potência criando situações novas, inusitadas e até mesmo surpreendente para filmes desse gênero. Não é a toa que o produtor de Projeto X é Todd Phillips, responsável pela direção e sucesso de Se Beber Não Case. Projeto X guarda muitas semelhanças com o longa dirigido por Todd, o que confere não só um "plus a mais" como também uma nova forma de se contar uma mesma história. 
Projeto X é como todas as festas de arromba. Imperdível.

15 de mar de 2012

CRÍTICA: GUERRA É GUERRA

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Novo longa de Reese Whiterspoon trás muita ação e comédia, mas pouca novidade

Por André Moreira


Reese Whiterspoon vem se especializando em comédias românticas nos últimos anos, apesar de ter conquistado com louvor um Oscar por sua boa atuação em “Johnny and June” e o que por si só nos faz pensar como uma atriz premiada por sua atuação em um drama pode escolher voltar a fazer comédias bobas e que só agradam por seu apelo meramente comercial. Não estou desprezando o gênero e o acho que existem ótimas tramas cômicas e que realmente acrescentam bastante a um currículo de uma atriz ou ator. A própria Reese se tornou conhecida por uma boa comédia, Legalmente Loura. Mas nem todas as tramas cômicas são inspiradas como o filme que a lançou ao estrelato.

E esse é o caso de Guerra é Guerra (This Means War), nova produção que a atriz protagoniza e que chega aos cinemas nesta sexta, 16. Apesar não ser um dos piores da temporada, pouco acrescenta ao já combalido gênero. Um mashup de comédia, romance e ação que diverte, porém nada de novo acrescenta em termos de roteiro e atuações.

Vejamos a premissa: Dois amigos inseparáveis (Pine e Hardy) se apaixonam pela mesma garota (Witherspoon) e acabam entrando em uma guerra cheia de ação para conquistá-la. Como ambos são veteranos espiões, a batalha pelo coração da garota toma grandes proporções.
Apesar da boa química entre o trio protagonista – Reese tem o auxílio luxuoso de contracenar com os dois novos galãs de Hollywood, Chris Pine (o Kirk de Jornada nas Estrelas) e Tom Hardy (que em breve estréia como Bane no novo filme do Batman) – a trama não convence. Difícil de acreditar um roteiro tão batido, inverossímil e totalmente previsível. 

Para desequilibrar a balança, na direção está o badalado McG, conhecido produtor responsável por diversas produções televisivas americanas e por ter “cometido”, entre outras, coisas a versão para o cinema do seriado “As Panteras”. Só isso já diz tudo. 
Como uma diversão sem compromisso, Guerra é Guerra vale o ingresso. Mas não espere mais do que isso.

CRÍTICA: SHAME

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Michael Fassbender surpreende mais uma vez com uma atuação arrebatadora

Por André Moreira


Falar sobre a sexualidade ainda é um tema tabu e mesmo assim por diversas vezes serviu de tema central para produções cinematográficas e ainda renderá ótimos roteiros. Shame, excelente filme dirigido pelo diretor inglês Steve McQueen e estrelado por Michael Fassbender (mais conhecido pelo grande público por ter interpretado o jovem Magneto de X-Men: First Class), “abraça” o tema jogando um novo olhar sobre ele através de um roteiro intrincado e intenso.

McQueen, que em 2008 fez uma ótima estréia com Hunger, despe o conceito sobre o sexo e o coloca na tela como algo mais torturante e ambíguo. Como o ato sexual pode ser um fardo para alguém a ponto de interferir em sua vida, seus relacionamentos? O diretor não faz um filme sobre heterossexualidade ou homossexualidade, mas sobre como um homem lida com seu desejo doentio sobre sexo e os desdobramentos em sua vida pessoal e profissional.


Shame é um filme profundamente intenso, um estudo sobre um personagem (Brandon) com a alma torturada e suas relações com a sociedade que lhe cerca por conta da forma como lida com sua questão sexual. É um olhar penetrante e profundamente perturbador sobre a obsessão com o sexo. McQueen joga uma luz sobre um tema pouco discutido na sociedade. 

A história se passa em Nova York e mostra a vida de Brandon (Michael Fassbender), um viciado em sexo. Porém, longe de retratar o glamour da cena noturna novaiorquina e as aventuras sexuais de uma pessoa livre no século XXI, o filme foca no aspecto solitário e na necessidade sexual em um nível patológico.


Um ponto interessante no filme de McQueen é a relação de Brando com sua irmã Sissy (Carey Mulligan). Enquanto ele não sabe lidar com seus sentimentos e se desconecta de todos eles, sua irmã é o oposto, sendo excessivamente carente. Uma antítese interessante que ajuda a destacar o drama do personagem de Fassbender.

O filme tem uma estética soturna deslumbrante que dá o tom certo a história. Fassbender tem uma atuação feroz, no bom sentido da palavra, passando todo o drama e angustia do personagem com uma performance arrebatadoramente charmosa e ao mesmo tempo forte e intensa como um tapa na cara. O filme como um todo é um trabalho de entrega do ator ao personagem e Fassbender faz isso de forma primorosa. 

Tanto o filme, a direção, assim como a atuação magistral de Fassbender foram as ausências sentidas na última edição do Oscar. Pena, pois seria uma oportunidade de mostrar que a academia de cinema americana não é tão conservadora e retrógrada.

14 de mar de 2012

VEJA NOVAS IMAGENS E TRAILER DE BRANCA DE NEVE E O CAÇADOR

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O "Caçador" Chris Hemsworth apresenta video com novas imagens do longa
Por André Moreira

Protagonizado pelo "Deus do Trovão" Chris Hemsworth e Kristen Stewart (da saga Crepúsculo), a nova versão live action da clássica história da Branca de Neve eternizada pelo desenho de Walt Disney, Branca de Neve e o Caçador, continua surpreendendo pelas belas imagens. Agora foi divulgado um vídeo apresentado por Chris com novas imagens do longa que estreia no dia 01 de junho e tem a bela Charlize Theron (Jovens Adultos) com a célebre Rainha Má. Além do rápido trailer, novas imagens foram divulgadas. Veja abaixo e a primeira acima.




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