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26 de jul de 2012

MADONNA AO VIVO EM PARIS

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A Diva da musica pop se apresenta em Paris e você pode assistir de camarote aqui no Vertigo Pop. Isso mesmo. A partir das 17h de hoje Madonna estará ao vivo no palco do Olympia, tradicional casa de shows francesa por onde passou Judy Garland, Marlene Dietrich e Edith Piaf, só para citar algumas. E Madonna esperta como é não pestanejou em querer se apresentar na casa que comporta cerca de 3 mil pessoas. Somente alguns meros mortais conseguiram ingressos para a apresentação da MDNA Tour, mas não fique triste. Nós damos um jeito. Disponibilizamos a transmissão via You Tube aqui no Vertigo Pop para você curtir, aproveitar e se preparar para a chegada da Rainha do Pop em terras brasileiras em dezembro. Enjoy.

25 de jul de 2012

CRÍTICA: BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE

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O Homem-Morcego chega à sua última e apoteótica aventura nas mãos de Christopher Nolan

Por André Moreira

Quando topou embarcar no projeto de reboot de Batman, personagem que vinha de uma seqüência bastante irregular nos cinemas, Christopher Nolan tinha uma batata quente nas mãos. Redefini-lo nos cinemas definitivamente, reapresentá-lo para uma nova geração e apagar da mente do público dos quadrinhos e cinema o que havia sido feito de ruim com o personagem até então.

Conhecido por filmes fortes como Amnésia, o diretor tinha um personagem rico e com uma trajetória longa nos quadrinhos (o personagem foi criado nos anos 30 por Bob Kane), o que oferecia material suficiente para desenvolver não só um filme, mas vários. E Nolan, ao contrário dos outros cineastas que cruzaram o caminho do personagem, se alimentou dessa fonte, esmiuçou a cronologia do herói sombrio retirando o que havia de melhor criando assim a base forte do que viria a criar. Com isso Nolan acertou onde os outros diretores havia errado. Enxergou o personagem como ele realmente era e o transportou mais uma vez para as telas de cinema, não só o redefinindo, mas também apontando novas direções e possibilidades para as futuras adaptações dos quadrinhos para o cinema. E é o que comprova – não que precisa-se - a terceira e derradeira aventura do Cavaleiro das Trevas sob seu comando. Um fechamento digno do personagem e do que ele mesmo criou.


Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge não é só o um brilhante fechamento de uma franquia, é um maravilhoso escapismo que mistura a verve quadrinística, os elementos do bom cinema de ação, thriller e drama e excelentes atuações de seu elenco.

Abrindo o filme oito anos mais tarde com um Bruce Wayne (um Christian Bale cada vez melhor) enferrujado, depressivo e tentando emergir de um autoexílio, o terceiro longa apresenta dois vilões clássicos, mas modernizados em relação aos quadrinhos. Um deles é Selina Kyle (Anne Hathaway ), uma ladra low profile que ataca os ricos e em nada lembra a personagem personificada por Michelle Pfeifer no longa de Tim Burton (e isso é um ponto a favor). O outro é Bane (Tom Hardy), uma monstruosidade mascarada que atiça a fúria populista de Gotham, levando-a para destruição. Esqueça o péssimo Bane de Batman e Robin de Schumacher. Aqui a história é bem mais séria, felizmente. 


É fato que os dois juntos não somam o que o saudoso Heath Ledger fez com seu contagiante Coringa. Hathaway é o escárnio em pessoa e quase tão mortal quanto seus saltos altos serrilhados. E seu sarcasmo anti-elitista fornece os poucos momentos de humor do filme, somado a presença de um conhecido personagem dos dois filmes anteriores em uma inusitada participação. Hardy é o próprio tanque de guerra que invade o filme literalmente e uma mistura perturbadora de vilões de filme britânico, russo e alemão. É simplesmente a encarnação do terror. Marion Cotillard e Joseph Gordon Levitt são as novidades no elenco e trazem em seus personagens agradáveis surpresas (fique atento) nessa que é a derradeira aventura do Homem-Morcego sob o comando de Christopher Nolan.

Gary Oldman, Morgan Freeman e um emocional Michael Caine retornam à seus papéis para encerrar com chave de ouro uma história iniciada no já distante ano de 2005 e que encontra agora seu apoteótico fechamento. Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge é a definição máxima do personagem no cinema para esta e muitas outras gerações. Nota 10 com louvor.

ESPECIAL BATMAN: AS OUTRAS VIDAS DO HOMEM-MORCEGO NO CINEMA E NA TV

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Por André Moreira

Muito antes de Christian Bale dar vida, ou melhor, nova vida ao Homem-Morcego nos cinemas, outros atores se aventuram por Gotham City e pela vida nada convencional de Batman.



A jornada do Cavaleiro das Trevas – que anteriormente nem era tão soturno assim – começou décadas atrás, mais precisamente nos anos 40 com o hoje desconhecido Lewis Wilson no papel do Homem-Morcego. Com um visual risível para os padrões atuais nas aventuras derivadas dos quadrinhos, seu Batman era um agente do governo, longe de ser o justiceiro mascarado que estamos acostumados a ver. Robin, vivido por Douglas Croft, já dava o ar de sua graça nessa aventura que mais parecia um cosplay do herói. Anos depois, em 1949, Robert Lowery envergava a capa do cruzado embuçado, mas a vergonha alheia continuava.

Anos mais tarde, já na década de 60, Batman voltaria a dar as caras em uma versão Live Action, agora na televisão. A série, que durou somente três temporadas, agora contava com um rechonchudo Homem-Morcego vivido por Adam West e Burt Ward como Robin. Apesar da série camp ter feito sucesso na época ela foi responsável por colocar em dúvida o relacionamento de Batman e seu ajudante. Colorida e alegre, longe do verdadeiro perfil do personagem, Batman e Robin contaram ainda com a participação da BatGirl em sua última temporada. Mesmo com a ajuda da filha do comissário Gordon, a série foi cancelada, mas antes ganhou um longa para os cinemas com a participação de seus alegres vilões Coringa, Charada, Pingüim e Mulher-Gato. Joel Schumacher bebeu nitidamente de sua fonte nos dois filmes do Homem-Morcego dirigidos por ele.

Somente muito tempo depois Batman voltaria a dar as caras na tela, dessa vez nos cinemas. E o improvável Tim Burton, que vinha do seu recente sucesso Os Fantasmas se Divertem, foi o responsável por trazer o Homem-Morcego de volta aos holofotes.  Com uma superprodução, o longa fez bonito nas bilheterias e sua aventura dark ficou marcada pela ótima atuação de Jack Nicholson como o vilão Coringa, que colocou o Batman de Michael Keaton para escanteio. Kim Basinger, ainda no auge de sua beleza, era a mocinha da vez vivendo Vicky Vale. Com o sucesso do filme, Burton carimbou sua passagem para a segunda aventura de Batman, porém nem tudo saiu como se esperava para parte dos fãs.
Tim tentou imprimir em seu segundo longa um tom mais realista (o que Nolan conseguiu exemplarmente em Batman Begins e Dark Knigth), porém esbarrou na excentricidade ao criar o perfil dos personagens. Vide sua versão do vilão Pinguim (Danny De Vito). Apesar desse exagero, o filme marcou a carreira da atriz Michelle Pffeifer, que se destacou dando vida a sexy Mulher-Gato.

Mas o pior ainda estava por vir. Joel Schumacher substituiu Tim Burton na terceira aventura do homem-morcego, intitulada Batman Eternamente. Se os fãs haviam torcido o nariz para o que Tim Burton havia criado para o Batman nos filmes anteriores, dessa vez eles viraram o pescoço todo. Schumacher conseguiu reviver o cenário camp da então finada telessérie do morcego (como citei lá em cima), por muitos culpada pela má fama do herói da DC mundo afora. O diretor de Garotos Perdidos (Lost Boys- 1987) criou um ambiente multicolorido como a série, vilões caricatos e inseriu Robin, o menino-prodígio (Chris O´Donnell) no universo do cavaleiro das trevas. Não é preciso dizer mais nada. Sendo outro sucesso comercial, mais um vez um vilão roubou a cena, desta vez o Charada de Jim Carrey. E Tommy Lee Jones (Duas-Caras) não precisava desse filme em seu currículo. Nicole Kidman, que vivia o interesse romântico do Bruce Wayne vivido por Val Kilmer (que ainda tinha pinta de galã, ao contrário do que se vê hoje em dia).
Mesmo com os erros de Batman Eternamente, Schumacher permaneceu no comando da franquia. E o que veio a seguir saiu pior que a encomenda. Dessa vez foi uma pá-de-cal no Homem-Morcego. Não satisfeito com o filme anterior, Schumacher aumentou o cenário carnavalesco do longa e vilões idem. Arnold Schwarzenegger mostrou mais uma vez que atuação nunca foi seu forte. O mesmo vale para George Clooney. Pelo menos o galã melhorou com o tempo e não enterrou sua carreira nos cinemas como Chris O´Donnel (Robin) e Alicia Silverston (Batgirl). Uma Thurman viva a sexy Hera-Venenosa.


Mas felizmente Christopher Nolan cruzou o caminho do personagem em 2005 e entregou o primeiro filme que honrava toda a história construída para o Homem-Morcego desde sua criação por Bob Kane. Batman Begins estreava com uma releitura totalmente oposta ao que havia sido feito até então para o personagem no cinema e televisão. Roteiro coeso com altas doses de realidade, um universo crível na tela de cinema e uma atuação digna de Christian Bale, que dessa vez fez o herói de Gotham City o verdadeiro protagonista da aventura. Michael Caine, Morgan Freeman, Liam Neeson, Cillian Murphy e um Gary Oldman irrepreensível completavam o elenco. Katie Holmes era a única nota dissonante nesse enredo, mas que seria substituída, felizmente, na aventura seguinte por Maggie Gyllenhaal. Batman - Dark Knight (Batman – O Cavaleiro das Trevas), que estreou três anos depois elevava o universo do personagem à enésima potencia.


Depois da “introdução” em Begins, agora era hora de Batman e seu universo tomar forma de vez no imaginário dos fãs e do público que ainda tinha dúvidas quanto ao poderio do personagem nas telas de cinema. Com Dark Knights qualquer dúvida se dissipou mostrando não só um Christopher Nolan ainda mais maduro no comando da franquia como um roteiro dos mais elaborados e mais bem desenvolvidos até então para adaptações de histórias em quadrinhos.


E o maestro desse concerto “caótico” – no bom sentido da palavra, se é que isso existe – estava um Heath Ledger perfeito, maravilhoso e visceral como nunca havia sido visto antes. Seu Coringa ia da sutileza até a selvageria em questão de minutos, de uma cena à outra, num piscar de olhos. Heath, que infelizmente faleceu vítima de uma overdose acidental de remédios antes do filme chegar às telas de cinema, conseguiu se sobrepor ao personagem criado por Jack Nicholson no fim dos anos 80 no imaginário dos fãs do homem-Morcego. Com a segunda e elogiada aventura de Batman, estava criada a expectativa pela terceira aventura e o fechamento da saga. Aventura que chega aos cinemas nesta sexta cheias de expectativas e surpresas. E acredita. A espera vai valer a pena.

23 de jul de 2012

DEPOIS DE SER ENTERRADA VIVA, NINA TERÁ CARMINHA NAS MÃOS

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Nina: enterrada viva por Carminha - Foto Reprodução
Por André Moreira

Depois de ser enterrada viva por Carminha (Adriana Esteves) após a megera ter descoberto que fora enganada esse tempo todo pela empregada, Nina (Deborah Falabella) voltará "dos mortos" para enfernizá-la. 
Com posse das fotos que tirou da mãe de Jorginho na cama com Max (Marcelo Novaes), Nina dirá para Mãe Lucinda (Vera Holtzs) que quer ver Carminha sofrer e pagar por tudo que fez. A sequência vai ao ar essa noite em Avenida Brasil. Acima você vê a foto da protagonista após ser enterrada viva por Carminha.

CONFIRMADO: MARIAH CAREY SERÁ JURADA DO AMERICAN IDOL

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Mariah será a nova jurada do American Idol no lugar de Jennifer Lopez

Por André Moreira

Depois de contar com Jennifer Lopez e Steve Tyler, a próxima edição do American Idol terá um substituta de peso. Mariah Carey, ausente dos holofotes após ter filhos, assinou com a produção do programa de talentos e fará parte do jurí que elegerá o "novo" ídolo da música americana. 
A novidade foi oficializada em conferência na tarde desta segunda-feira, 23. Estou tão empolgada em fazer parte do Idol, eu queria estar aí hoje pessoalmente para contar para vocês. Mas eu acho que todos vocês sabem que aconteceu tudo rapidamente". Disse via telefone a diva da música que deve fazer sua estreia somente em janeiro do próximo ano, quando estreia a próxima temporada. A vaga de Tyler ainda não foi ocupada mas isso deve acontecer em breve. Randy Jackson, o terceiro jurado do programa da Fox americana, deve ter seu futuro decidido nos próximos dias, mas sua proximidade com a cantora deve facilitar sua permanência.

21 de jul de 2012

VEJA A PRÉVIA DO NOVO "SUPERMAN" COM HENRY CAVILL

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Por andré Moreira

Finalmente o primeiro teaser trailer do novo Superman protagonizado por Henry Cavill ganhou um versão para internet em alta resolução depois de ser apresentado na última Comic Con de San Diego. A produção leva o "selo" de Christopher Nolan, o responsável pelo sucesso de outro personagem da DC Comics nos cinemas, Batman (que estreia sua nova e apoteótica última aventura no dia 27 de julho). A direção é de Zack Snyder (Watchmen). Não perca tempo e veja o vídeo logo abaixo. O longa do Homem de Aço estreia no dia 14 de junho de 2013.


18 de jul de 2012

CRÍTICA: VALENTE

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Merida: Princesa de atitude e cabelos sem chapinha

Por André Moreira


Não é mais novidade que a Pixar se destaca pela sua técnica de animação. Elogiar seu trabalho sob esse aspecto é chover no molhado. Mas a "cereja do bolo" do estúdio estava na boa mistura entre roteiro e técnicas de animação. Vindo de um mar de maniqueísmo imposto por anos pela Disney (fosse para o bem ou para o mal), a Pixar era o então diferencial no gênero de animação. Se a Disney insistia na fórmula adocicada de seus tradicionais desenhos, a Pixar oferecia o oposto. Bons roteiros, ótimos e ácidos diálogos e o domínio da técnica como nenhum outro estúdio jamais teve. Isso até a própria Disney comprar a Pixar. Então o que era um indício de uma grande novidade para os anos seguintes, aos poucos se rendeu ao esquema de Walt Disney. É claro que muitas animações criadas a partir daí se destacaram pelo bom e diferenciado roteiro ainda na esteira do sucesso do prolífico estúdio, como o premiado Up. Mas suas duas produções mais recentes mostram que a Disney prefere não arriscar e retorna ao seu porto seguro. Enrolados foi um exemplo disso, com o retorno ao universo das heroínas/princesas adocicadas como a priscas eras. Valente (Brave no original), que estreia nesta sexta, 20, mostra ainda mais essa tendência. Mesmo com a concorrência acirrada da Dreamworks, Blue Sky e Universal correndo – e muito bem – por fora, parece que a Disney/Pixar prefere retornar à sua zona de conforto. Uma pena.


Valente (visualmente lindo) não é de todo mal. Pela primeira vez trás uma heroína (princesa, claro) de longos cabelos ruivos e revoltos, cheia de atitude e sem um príncipe coadjuvante para chamar de seu. Merida, a princesa, foge do esteriótipo da menina frágil e ingênua tanto visto e revisto nos longas da Disney e por isso coloca um tempero nessa trama que no fundo segue o roteiro esquemático do maior estúdio de animação do mundo. Uma tentativa do estúdio de tentar disfarçar seu eterno gosto por tramas água com açucar e final óbvio? É possível.


Merida é uma habilidosa e impetuosa arqueira, filha do rei Fergus e da rainha Elinor. Determinada a trilhar seu próprio caminho, ela desafia um antigo costume considerado sagrado pelos ruidosos senhores da terra: o imponente lorde MacGuffin, o carrancudo lorde Macintosh e o perverso lorde Dingwall.
A premissa embora boa não se desenvolve a contento, demorando a ganhar ritmo em seus minutos iniciais. Personagens pouco carismáticos e uma trama por vezes infantil para os padrões Pixar que pouco lembra os roteiros mais elaborados de outrora. Tentando criar novos elementos, como a ausência do principe em questão e a pró-atividade de sua heroína, Valente apenas é um emaranhado do que a Disney já produziu no passado. É um boa diversão para a família, mas que não deve ser incluído no hall das melhores produções do estúdio.

12 de jul de 2012

COLIN FARREL IN RIO

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Foto divulgação
Por André Moreira

Com um mês para a estreia de Vingador do Futuro, remake do sucesso do fim dos anos 80 com Arnold Schwarzenegger, o ator Colin Farrel (foto) veio ao Rio de Janeiro para lançar o longa e conversar com a imprensa brasileira. Simpático e solicito, Colin não só falou sobre o filme, como também aproveitou a estada em terras cariocas para conhecer nossas praias e favelas. O ator, que chegou ontem, conversou com a imprensa em um hotel na zona sul da cidade. Colin vai embora ainda hoje prometendo retornar em breve.

11 de jul de 2012

ELENCO LANÇA "MENOS QUE NADA" NO RIO DE JANEIRO

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Fotos André Moreira
Por André Moreira

O novo filme de Carlos Gerbase (Tolerância), Menos que Nada,  foi lançado esta noite em pré-estreia no Rio de Janeiro com a presença do diretor e parte do elenco.
Felipe Kannenberg, que vive o protagonista Dante, conversou com a imprensa e falou de seu personagem, um doente mental internado há dez anos em um hospital psiquiátrico. Branca Messina, que divide a tela com Felipe, dá vida a médica que busca uma cura para o problema de Dante. Dessa relação se descortina todo o passado nebuloso do protagonista. Rosanne Mulholland, a professorinha Helena da novela infantil Carrosel do SBT, também está no elenco.  Menos que Nada estreia no dia 20 de julho. Veja as fotos da pré-estreia realizada em um cinema da Zona Sul carioca.

Felipe Kannenberg
 
Rosanne Mulholland





O diretor Carlos Gerbase e a atriz Branca Messina participam da coletiva de imprensa
 













 



10 de jul de 2012

MARCELO YUKA ATACA DE DJ NO "BAILINHO DE INVERNO"

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Foto divulgação/ Paula Kossatz
Por André Moreira

Mesmo envolvido atualmente em política, Marcelo Yuka, ex-O Rappa, arrumou tempo para atacar de DJ em mais uma edição do Bailinho, festa temática comandada e criada pelo ator e agitador cultural Rodrigo Penna que ganha uma edição de inverno nesse fim de semana, 14 de julho. Além de trazer Yuka como convidado, o Bailinho de Inverno terá outra novidade: Um novo espaço no centro da cidade. O Espaço Franklin (que abrigou as históricas festas Moo nos anos 90) na Av. Passos no centro do Rio de Janeiro será o cenário da inusitada edição de inverno da festa que promete esquentar a temporada de frio dos cariocas.
Rodrigo aproveita a ocasião para também oficializar sua produtora, a Bailinho Produções, responsável também, além das festas Bailinho, pelo Baile do Me Beija, e Arraialzinho, incluindo o caminhão de Bailinho, projeto social e o projeto ambiente, um sarau moderno.

Serviço:
Bailinho de Inverno
Espaço Franklin
14 de julho, sábado, às 23h
Av. Passos, 36 - Centro
Tel: (21) 2274-7420
www.bailinho.com

6 de jul de 2012

CRÍTICA: NA MORAL

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Foto TV Globo/ Renato Rocha Miranda

Por André Moreira


Vamos falar a verdade! O que foi a estreia de Na Moral, no programa de Pedro Bial? Hoje um dos mais conhecidos e respeitados – apesar do programa Big Brother Brasil não ser lá essas coisas – jornalistas e apresentadores da TV brasileira, Pedro Bial não precisava ter mais uma atração na emissora líder de audiência. Pelo produto apresentado e também alardeado como sendo a menina dos olhos do apresentador (que graças ao anos de serviço no reality show aprendeu a ter jogo de cintura em frente as câmeras), seu Na Moral ficou devendo em diversos aspectos. Não sendo na verdade uma novidade na telinha, afinal como já dizia Chacrinha, O Velho Guerreiro, na tevê nada se cria, tudo se copía, o programa de debates se mostrou pouco atrativo e raso em toda sua feitura, não conseguindo aprofundar os temas, repetindo tantos outros e transformando um debate em algo monótono e sem necessidade. 

Pedro Bial em ação em seu novo programa "Na Moral": Ficou devendo
 
Com um tema interessante para os dias de hoje, o politicamente correto, Bial conseguiu desperdiçar uma chance de abordar o assunto de uma forma ampla. Seus convidados pouco ou nada ajudaram, incluindo Alexandre Pires, que além de falar sobre o já batido caso de seu clipe King Kong (um dos piores clipes de todos os tempos, desculpa Alexandre), pouco sobre discorrer sobre o assunto. A ex-Casseta Maria Paula serviu como “artigo de luxo” sem esboçar qualquer opinião verdadeiramente contundente. Outro claro desperdício foi as “incursões” do apresentador em meio ao povo na rua. Um show de perguntas sem respostas e uma edição frenética deixaram o quadro com cara de “receita corrida”. O que poderia render ótimas situações para o programa, se tornou algo banal e sem conteúdo algum.
O tema assédio moral foi outra bola fora do programa. Com uma dramatização risível e forçada de um acontecimento, sobrou assunto e faltou estória em um programa que mais parecia um arremedo do extinto Programa Livre de Serginho Groissman. Se o programa de Fátima Bernardes faz dormir, o de Pedro Bial com certeza nos provoca insônia.

4 de jul de 2012

"JUIZ DREDD" GANHA PÔSTER ANIMADO

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Por André Moreira

O reboot de Dredd, se é que se pode chamar assim o segundo filme live action do personagem depois do fiasco do primeiro longa protagonizado por Stallone na década passada, ganhou uma interessante divulgação. Um pôster animado (acima) do personagem ganhou as redes para divulgar o filme que estreia em 21 de setembro desse ano. Dredd terá as versões 2D e 3D e terá Karl Urban (Star Trek) como o protagonista Juiz Dredd, personagem que surgiu nos quadrinhos na década de 70.

2 de jul de 2012

VEJA PRIMEIRA FOTO DE NAOMI WATTS COMO PRINCESA DIANA

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Por André Moreira

Naomi Watts surgiu pela primeira vez caracterizada como Princesa Diana no set de filmagens do longa que tem previsão de estreia para 2013. A atriz, que na foto aparece com o característico corte de cabelo de Lady Di, se diz aterrorizada por viver Diana.  "Ela é parte da nossa história, uma mulher incrível e fascinante, mas com um final trágico", disse a atriz de 43 anos e estrela de King Kong. Caught in Flight, título do longa, se concentrará nos dois últimos anos de vida de Lady Di, além de narrar o terrível momento de seu acidente fatal.

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